saúde

Viva mais a Vida!

O nosso organismo tem capacidade limitada de reagir às diversas ameaças que nos apresentam em nossas vidas, sejam ameaças reais ou apenas interpretadas pelo organismo como tal. Um exemplo comum de ameaça é o estado provocado ao nosso organismo pelos nossos medos.

Devemos entender como medo, toda ameaça real ou não, que é interpretada pelo organismo como um risco eminente. Existem também alguns medos muito comuns que às vezes se confundem com uma característica da pessoa. Portanto, as características de uma pessoa, suas emoções e o seu modo de ser podem dar muita informação sobre seus medos.

As emoções nos dizem o que nos afeta e se a ignorarmos podemos estar propagando as ameaças associadas e deixando a situação piorar indefinidamente, até transformar-se em algo muito mais sério. Emoções e sentimentos reprimidos podem acabar gerando inúmeras doenças que somatizam em nosso organismo. Um poderoso remédio e também uma excelente terapia para este mal é ter uma pessoa amiga com quem possamos desabafar e partilhar o que nos aflige.

Outro grande foco de medo é a necessidade de se fazer escolhas em nossas vidas, pois envolve o medo de errar ou medo de perder o que se ganharia caso a escolha fosse outra. Não gostamos de errar porque temos medo da avaliação negativa dos outros e de nós mesmos. Entretanto, errar é humano e quem não erra não aprende! Estamos a todo momento fazendo escolhas. A cada dia perdemos um dia de nossas vidas, bem ou mal vivido! Toda escolha que fazemos ou fazem por nós envolve perdas.

As pessoas pessimistas também costumam ter um belo disfarce para os seus medos. Estas pessoas, muitas vezes, não têm auto-confiança suficiente para acreditar que podem encontrar saídas e escondem-se atrás do sentimento de que tudo vai dar errado. Com isto são “recompensadas” por não terem que tomar atitudes que são incapazes de tomar. Os pessimistas devem mudar a sua atitude diante da vida, assumindo a responsabilidade pela própria vida e indo atrás de mais auto-confiança.

Devemos também nos aceitar como somos! A falta de auto-estima nos faz algozes de nós mesmos, sabotando nossas vidas e as possibilidades de sucesso e felicidade. Ao aceitarmos nossa própria condição, podemos aproveitar nossas qualidades e identificar nossos pontos de melhoria e com isso nos tornar pessoas cada vez melhores e mais realizadas.

Por último, teremos mais saúde quando cultivarmos mais relacionamentos saudáveis. Devemos manter o hábito de nos comunicar com as pessoas, tantos as que nos identificamos como as que não temos afinidades. Podemos aprender muito com as diferenças! Devemos manter o coração aberto para ouvir e compreender e termos tolerância para aceitar as diferenças. Estas atitudes levam à saúde física e psíquica pois constroem amizades verdadeiras e vínculos afetivos recompensadores, trazendo estabilidade, segurança e paz interior, levando à criação de um ambiente propício para o bem-estar e felicidade. Possibilitando vivermos mais as nossas vidas!
_________________________________________________________________________Texto: Imaculada

Normose: É normal ser normal?

O ser humano está sofrendo de “normose”, a doença de ser normal

Todo mundo quer se encaixar num padrão.
Só que o padrão propagado não é exatamente fácil
de alcançar. O sujeito “normal” é magro, alegre,
belo, sociável, e bem-sucedido. Bebe socialmente,
está de bem com a vida, não pode parecer de forma
alguma que está passando por algum problema. Quem
não se “normaliza”, quem não se encaixa nesses
padrões, acaba adoecendo.

A angústia de não ser o que os outros esperam de
nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico
e outras manifestações de não enquadramento.
A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?
Quem são esses ditadores de comportamento a quem
estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?
Eles não existem.

Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo
que você seja assim ou assado. Quem nos exige é
uma coletividade abstrata que ganha “presença”
através de modelos de comportamento amplamente
divulgados. Só que não existe lei que obrigue
você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá
quem for todos. Melhor se preocupar em ser você
mesmo.

A normose não é brincadeira.
Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia
de querer o que não se precisa. Você precisa de
quantos pares de sapato? Comparecer em quantas
festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão
chegar? Frequentar terapeuta para bater papo?

Não é necessário fazer curso de nada para aprender
a se desapegar de exigências fictícias.
Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas
que você mais admira: não são as que seguem todas
as regras bovinamente, e sim, aquelas que
desenvolveram personalidade própria e arcaram com
os riscos de viver uma vida a seu modo.
Criaram o seu “normal” e jogaram fora a fórmula,
não patentearam, não passaram adiante. O normal de
cada um tem que ser original.

Não adianta querer tomar para si as ilusões e
desejos dos outros. É fraude. E uma vida
fraudulenta faz sofrer demais.

Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam
para remover obstáculos mentais e emocionais, e a
viver de forma mais íntegra, simples e sincera.
Para mim são os verdadeiros normais, porque não
conseguem colocar máscaras ou simular situações.
Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se
estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.

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Entrevista do Professor Hermógenes, 86 anos, sobre
o ser humano estar sofrendo de normose, a doença de ser normal.

Os doze conselhos para se ter um infarto!

Como este assunto tem a ver com o objetivo deste blog, resolvi reproduzir abaixo texto que recebi  por email:

  1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
  2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
  3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
  4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
  5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
  6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
  7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
  8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. 
  9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
  10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar ‘tinindo’.
  11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
  12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis. Repita para si: “Eu não perco tempo com bobagens” ( … e tenha um feliz infarto!!!!)

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Dr. Ernesto Artur – Cardiologista

Instantes

Se pudesse viver novamente a minha vida,
na próxima cometeria mais erros.

Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.

Seria mais tolo do que tenho sido,
na verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.

Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria
mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria em mais rios.

Iria a mais lugares aonde nunca fui, tomaria mais sorvete
e comeria menos lentilha, teria mais problemas reais
e menos problemas imaginários.

Eu fui uma dessas pessoas que viveram sensata
e produtivamente cada minuto da vida.
Claro que tive momentos de alegria.

Mas, se pudesse voltar a viver,
procuraria ter somente bons momentos.

Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
não percam o agora.

Eu era um desses que nunca iam a parte alguma sem
um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva
e um pára-quedas; se voltasse a viver, viajaria mais leve.

Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço
no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono.

Daria mais voltas de carrossel, contemplaria mais amanheceres
e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez minha vida pela
frente. Mas, como sabem, tenho 85 anos e sei que estou morrendo…

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Autora: Nadine Stai, senhora americana de 85 anos, moradora em Louisville, Kentucky. Na Internet, este texto é também equivocadamente atribuído ao poeta argentino Jorge Luís Borges

Cruzando o Rio da Prata com nossas motocicletas

Buenos Aires/Montevideo 190 Km

Embora o Hotel em Buenos Aires ficasse perto do Buquebus, saímos do Hotel as 7:30hs para chegarmos 1 hora antes do embarque marcado para as 8:45hs. Fizemos a migração e embarcamos as motos sem imprevistos. Chegamos as 10:00hs em Colônia Del Sacramento no Uruguai onde pegamos cerca de 190 km ate Montevideo em uma excelente estrada.

Chegamos ao Hotel Ibis, desembarcamos a bagagem e desfilamos nossas Harleys pela Avenida Costaneira ate o Mercado Público onde almoçamos. O Mercado Público fica numa área recuperada da desgastada zona portuária de Montevideo.

Após o almoço, fizemos um rápido City Tour pelo centro da cidade. Na praça central o Zé Maria se distraiu na condução da moto para facilitar as filmagens que a Imaculada estava fazendo na garupa e avançou um sinal vermelho bem na frente de um carro de polícia estacionado. Ele ligou a sirene e foi atrás da moto, emparelhou e educadamente solicitou a atenção na pilotagem ao Zé Maria.

No dia 03 fizemos um City Tour de Van pelos pontos mais interessantes da cidade. Após o City Tour pegamos as motos e fomos passear pela Avenida Costeira, que é extremamente longa. Almoçamos em um dos restaurantes a beira mar e em seguida continuamos o passeio de moto pela cidade. Alguns foram até um evento automobilístico onde estava a Harley-Davidson de Montevideo (por causa deste evento a loja estava fechada!), entretanto não conseguiram comprar camisetas!

Entrando em Buenos Aires de Harley Davidson

Pergamino/Buenos Aires 231 Km

Saímos de Pergamino as 7:00hs da manha. O piso da Ruta 8 neste trecho era melhor o que possibilitou desenvolvermos maior velocidade na estrada. Neste trecho o Zé Maria transferiu a condução do grupo na estrada para o Geraldo.

Na entrada de Buenos Aires, tivemos a oportunidade de conviver com dois extremos inesperados de comportamento de motoristas argentinos. Decidimos ir para a loja Harley Davison antes de ir para o Hotel, visto que era bastante cedo para o check-in. Quando paramos brevemente na lateral de uma autopista interna a Buenos Aires, parou um Ford Ka e um argentino saiu do carro perguntando se precisávamos de ajuda. Ao saber nosso destino se ofereceu para nos escoltar até o início da Avenida El Libertador onde a Loja da Harley ficava uns 8 quilômetros à frente.

Na Avenida El Libertador, mal acenamos e buzinamos agradecendo a ajuda do motorista do Ford Ka e passou uma Harley Davidson Elektra por nós, sem fazer nenhum sinal ou cumprimento. Quando chegamos na loja HD, lá estava a Elektra estacionada. Estacionamos as nossas motos e o Geraldo notou que era um modelo diferente da Elektra brasileira (sem Tour Pack) e comentou conosco mostrando alguns detalhes diferentes na moto (apenas apontando de perto). O Argentino saiu da loja visivelmente irritado dizendo que estávamos mexendo na moto dele…dizia que ele não mexia nas nossas motos e que portanto devíamos ficar longe da dele! Ignoramos a presença do argentino e fomos comprar camisetas e acessórios na loja!

Deixamos as motos estacionadas na Loja HD e almoçamos no excelente restaurante La Campiña do outro lado da rua. Após o almoço rumamos para Porto Madero onde ficava o Hotel Holliday Inn. Chegando no hotel, descarregamos as motos e fizemos reservas para o Show “Madero Tango” logo mais a noite. Além do musical, o Show incluiu um requintado jantar num ambiente muito especial com belíssima vista para Porto Madero (US$68,00 por pessoa). Retornamos á meia noite para o Hotel satisfeitos por ter tido a oportunidade de ir em um Show de Tango de excelente qualidade.

No dia 01 de novembro, contratamos um Van para um City Tour aos principais pontos turísticos de Buenos Aires. Compramos os tickets para o Buquebus (balsa da travessia do Rio da Prata para o Uruguai) para viajar no dia seguinte. Em seguida o grupo se dispersou para o almoço. O programa noturno foi o bonito Cassino de Porto Madero que fica em um barco. O Geraldo estava com sorte e ganhou cerca de 1000 pesos (US$400).

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Casa Rosada

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Texto: José Maria

Cruzando a Argentina de moto rumo a Buenos Aires

San Luis/Pergamino 605 Km

Saímos as 7:30hs do hotel Quintana e rumamos via Ruta 8 para Pergamino. Escolhemos a Ruta 8, um pouco mais longa que a Ruta 7, para evitarmos o trafego pesado de caminhões. O volume de trafego estava OK, mas foi o pior piso de estrada que pegamos na viagem.

Durante toda a viagem e também neste trecho foi possível constatar fatos que os colegas do Brasil tem nos perguntado bastante: Como é a convivência de motos com outros veículos nas estradas da Argentina? Com certeza os caminhoneiros argentinos gostam ou admiram mais Harleys que seus companheiros brasileiros. Durante toda a nossa viagem, tivemos uma forte cooperação dos caminhoneiros. Seja nos avisando sobre ultrapassagem segura, seja buzinando e acenando para nos saudar!

Outra pergunta freqüente tem sido sobre o comportamento da policia nos paises visitados: passamos por inúmeras barreiras e postos policiais e não fomos incomodados… Acenavam e mandavam as motos passar, tínhamos a impressão que em alguns casos queriam ate facilitar o nosso caminho!

Chegamos em Pergamino no meio da tarde, abastecemos as motos e rumamos para o Hotel. Como era uma parada técnica e a cidade não apresentava grandes interesses o grupo se dispersou para o jantar.

Subindo a Cordilheira dos Andes rumo a Argentina

Santiago/San Luis 619 Km

Planejamos sair mais cedo visto que o trecho incluía a subida da cordilheira, parada na aduana, parada para fotos, etc. Entretanto acabamos conseguindo sair somente às 7:30hs. Compensamos o atraso com uma saída rápida da cidade de Santiago, pois o Hotel estava a 3 quadras da Ruta 5 que nos levava direto para fora da cidade rumo aos Andes.

O céu estava límpido com um azul luminoso que fazia as Harleys brilharem ainda mais na estrada. A temperatura estava agradável, mas saímos bem agasalhados, pois não sabíamos como estava o tempo no topo da Cordilheira. Como esperado a temperatura caiu no topo da Cordilheira, mas o céu continuou azul com um sol que amenizava a temperatura.

Cruzamos a fronteira Chile/Agentina sem problemas nem atrasos. Paramos na Puente del Inca, uma ponte natural de pedra feita pela natureza através da deposição de sedimentos do rio Las Cuevas. Embaixo da ponte natural tem as ruínas de um antigo SPA da década de 40, que foi destruído por uma enchente. Como a Puente del Inca é um local bastante conhecido, haviam inúmeros carros e ônibus com turistas no local.

Mais uma vez pudemos constatar como as nossas Harleys chamavam a atenção. Fomos literalmente cercados por adolescentes que estavam em um ônibus, primeiramente interessados nas Harleys e em seguida o interesse aumentou ao perceberem que o idioma que nos comunicávamos era o Português! Dispararam inúmeras perguntas até que chegou uma argentina falando um português sem sotaque, que explicou que era uma excursão de estudantes de Santa Fé na Argentina. Acrescentou que ela era professora de língua Portuguesa daquela garotada e que eles iriam fazer um trabalho após o retorno da viagem…

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Puente Del Inca

Nos despedimos após inúmeras fotos dos adolescentes nas motos e continuamos a viagem com a certeza que as nossas Harleys iriam inspirá-los no trabalho escolar onde iriam narrar como eles encontraram 12 brasileiros vestidos em trajes negros de couro em seis motos enormes no meio da Cordilheira dos Andes!

Paramos para abastecer as motos e almoçar em Uspallata, uma cidadezinha no meio dos picos nevados da Cordilheira dos Andes. Tiramos um pouco de agasalho, visto que a temperatura estava aumentando gradualmente a medida que a cordilheira terminava. Em pouco tempo estávamos nas conhecidas estradas planas e retilíneas das planícies argentinas!

Cruzamos Mendoza rapidamente a 120 km/h e rumamos para San Luis onde chegamos às 19:00hs com o céu ainda claro. Como a cidade de San Luis era apenas uma parada técnica, jantamos no Hotel e fomos descansar mais cedo.

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Texto: José Maria

O encontro com as águas do Pacífico em Viña del Mar

Viña Del Mar/Santiago 135 Km

Saímos do Hotel para abastecer as motos as 7:30hs. Dentro de Viña Del Mar em uma curva fechada o Geraldo praticamente parado tombou a moto com a Solange na garupa. Após o susto, visto que nada havia acontecido ao casal e com a moto, partimos para Santiago.

Hotel em Vina del Mar - Nov 2008

Hotel em Vina del Mar – Nov 2008

O tempo estava frio e com neblina, o que nos obrigou a colocar capa de chuva. No meio do caminho a moto do Geraldo quebrou a vareta de engate das marchas, ele amarrou com fio de cobre e continuamos a viagem.

Chegamos em Santiago no final da manha e fomos para o hotel Panamericano que fica bem no centro perto das atrações turísticas. Descarregamos as motos e fomos almoçar no excelente Mercado Público de Santiago.

Mercado Público de Santiago - Nov 2008

Mercado Público de Santiago – Nov 2008

Na parte da tarde o grupo se separou após uma fracassada ida até a loja da Harley Davidson (segunda feira era o dia da loja ficar fechada!), incluindo dores de cabeça com motoristas de táxi desonestos (tomem cuidado com táxi em Santiago!).

O programa noturno foi variado: o Betão/Marli e Geraldo/Solange foram em um Jantar com show típico e os demais ficaram no hotel descansando tomando vinho e comendo queijos, frios e contando casos e piadas.

No dia 28 contratamos uma Van para um City Tour na cidade, incluindo uma visita na Loja da Harley-Davidson. Na loja compramos camisetas e alguns acessórios, incluindo a vareta de engate das marchas para a moto do Geraldo.

Após a saída da Loja HD finalizamos o City Tour com uma visita a um bairro elegante de Santiago, localizado em uma colina que tem uma bela vista para a cidade e para a Cordilheira dos Andes. Em seguida o grupo se separou, parte indo passear de teleférico e parte foi ao excelente Museu de Arte Pré-Colombina do Chile. No jantar o grupo se dispersou, alguns jantaram no Hotel outros no calçadão próximo ao hotel.

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Texto: José Maria

Rumo a Santa Fé de moto Harley Davidson

Corrientes/Santa Fé 564 Km

Saímos na hora de costume desfilando as Harleys pela avenida Costaneira. A certa altura, o Carlos nos fez uma surpresa se juntando ao comboio e nos conduzindo com sua moto até a saída da cidade.

Rumamos para Santa Fé debaixo de um sol escaldante e um forte calor. A viagem pelo chaco argentino é uma coisa indescritível, a estrada é muito boa, muito reta, dando para desenvolvermos bem, principalmente com as motos abastecidas com a excelente gasolina Argentina.

Quando estávamos a 100 km de Santa Fé, um motorista nos avisou que estava chovendo granizo próximo de Santa Fé. Andamos mais um pouco e quando decidimos colocar as capas de chuva o céu desabou com uma chuva fortíssima.Reduzimos a velocidade e a mantivemos constante, chegando em segurança em Santa Fé.

Ficamos o dia 22 em Santa Fé, o que possibilitou que descansássemos e enviássemos a roupa para lavar no Hotel. Almoçamos uma excelente carne argentina (chorizo) e fizemos um city tour de moto pela cidade.

Ao lavarmos as motos no Hotel, percebemos que a plataforma da moto do Zé Maria estava bamba e encontramos um misterioso parafuso debaixo da moto do Helio. O Betao apertou a plataforma da moto do Zé Maria e o mistério do parafuso da moto do Hélio continuou pois ninguém sabia de onde ele era….Quando o Geraldo chegou do Cassino ele imediatamente localizou de onde era o parafuso: era do suporte do escape! O Helio ficou muito agradecido e novamente o Geraldo teve mais uma lavagem da sua moto na “faixa”.