motivação

Um pouco de motivação!

O que você quer ser quando crescer?

Use filtro solar (sunscreen)

On ou Off? De que lado você está?

O valor de um sorriso

Um sorriso não custa nada, mas proporciona tudo.

Enriquece aqueles que o recebem sem empobrecer aqueles que o dão.

Dura apenas alguns segundos, mas sua lembrança fica para sempre.

Ninguém é tão rico ou poderoso que possa privar-se dele,
e ninguém é tão pobre que não possa proporcioná-lo.

Um sorriso gera felicidade no lar, fortalece os negócios e é uma marca palpável de amizade.

Ele alivia o cansaço, alegra os desanimados, anima os melancólicos e é o melhor antídoto natural contra as dificuldades.

Porém, ele não pode ser comprado, mendigado, emprestado ou roubado, pois não tem valor algum a não ser que seja revelado.

Algumas pessoas já estão muito cansadas de sorrir para você. Dê a elas seu sorriso, pois ninguém precisa de um tanto quanto aquele que não tem mais para dar.
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Texto: P. John Faber

Viva mais a Vida!

O nosso organismo tem capacidade limitada de reagir às diversas ameaças que nos apresentam em nossas vidas, sejam ameaças reais ou apenas interpretadas pelo organismo como tal. Um exemplo comum de ameaça é o estado provocado ao nosso organismo pelos nossos medos.

Devemos entender como medo, toda ameaça real ou não, que é interpretada pelo organismo como um risco eminente. Existem também alguns medos muito comuns que às vezes se confundem com uma característica da pessoa. Portanto, as características de uma pessoa, suas emoções e o seu modo de ser podem dar muita informação sobre seus medos.

As emoções nos dizem o que nos afeta e se a ignorarmos podemos estar propagando as ameaças associadas e deixando a situação piorar indefinidamente, até transformar-se em algo muito mais sério. Emoções e sentimentos reprimidos podem acabar gerando inúmeras doenças que somatizam em nosso organismo. Um poderoso remédio e também uma excelente terapia para este mal é ter uma pessoa amiga com quem possamos desabafar e partilhar o que nos aflige.

Outro grande foco de medo é a necessidade de se fazer escolhas em nossas vidas, pois envolve o medo de errar ou medo de perder o que se ganharia caso a escolha fosse outra. Não gostamos de errar porque temos medo da avaliação negativa dos outros e de nós mesmos. Entretanto, errar é humano e quem não erra não aprende! Estamos a todo momento fazendo escolhas. A cada dia perdemos um dia de nossas vidas, bem ou mal vivido! Toda escolha que fazemos ou fazem por nós envolve perdas.

As pessoas pessimistas também costumam ter um belo disfarce para os seus medos. Estas pessoas, muitas vezes, não têm auto-confiança suficiente para acreditar que podem encontrar saídas e escondem-se atrás do sentimento de que tudo vai dar errado. Com isto são “recompensadas” por não terem que tomar atitudes que são incapazes de tomar. Os pessimistas devem mudar a sua atitude diante da vida, assumindo a responsabilidade pela própria vida e indo atrás de mais auto-confiança.

Devemos também nos aceitar como somos! A falta de auto-estima nos faz algozes de nós mesmos, sabotando nossas vidas e as possibilidades de sucesso e felicidade. Ao aceitarmos nossa própria condição, podemos aproveitar nossas qualidades e identificar nossos pontos de melhoria e com isso nos tornar pessoas cada vez melhores e mais realizadas.

Por último, teremos mais saúde quando cultivarmos mais relacionamentos saudáveis. Devemos manter o hábito de nos comunicar com as pessoas, tantos as que nos identificamos como as que não temos afinidades. Podemos aprender muito com as diferenças! Devemos manter o coração aberto para ouvir e compreender e termos tolerância para aceitar as diferenças. Estas atitudes levam à saúde física e psíquica pois constroem amizades verdadeiras e vínculos afetivos recompensadores, trazendo estabilidade, segurança e paz interior, levando à criação de um ambiente propício para o bem-estar e felicidade. Possibilitando vivermos mais as nossas vidas!
_________________________________________________________________________Texto: Imaculada

Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas

Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas

Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas

O filme “Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas” (título original Big Fish) do Tim Burton é calcado no sentimento que um peixe grande não pode ser posto dentro de um pequeno aquário. Ele precisa de espaço para a sua mobilidade e ser livre para sair e explorar o mundo. Quando enclausurado em um aquário pequeno o peixe permanece pequeno, mas quando não existem barreiras ele cresce, se torna um Peixe Grande.

O centro do filme é Edward Bloom, que como o peixe, desde a sua juventude necessita de espaço e mobilidade para conhecer as coisas e sair pelo mundo. O filme é contato em flashbacks do próprio Edward Bloom, já idoso e doente, que tem o dom de cativar as pessoas com suas histórias fantásticas e surrealistas, que mais parecem terem sido retiradas de um livro infantil. De tão surreais, as histórias não são levadas muito a sério por ninguém, mas conquistam a simpatia e a admiração de todos por onde ele passa.

A mensagem principal do filme é que estamos sempre cercados de coisas maravilhosas e depende apenas de nós mesmos enxergá-las e transformá-las realmente em coisas que façam a diferença em nossas vidas. Como o nosso cotidiano é muitas vezes monótono e sem graça temos muita dificuldade em encontrar a magia que está ao redor de nossa existência.

A realidade das nossas vidas é encarnada pelo filho de Edward. Will é uma pessoa normal, e portanto, um sujeito objetivo, pragmático e previsível com uma imensa dificuldade de aceitar e interagir com um pai contador de histórias. Entretanto, com a doença do pai e a forçada necessidade de aproximação, Will tem a chance de descobrir toda a magia que cercam as histórias fabulosas e, no ponto culminante do filme, entrar dentro dessas histórias para entender melhor o grandioso pai que tem!

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Texto: Imaculada

Desejo

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e 
È  preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga “Isso é meu”,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar”.

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Victor Hugo

As coisas que aprendi na vida

Durante a minha vida aprendi muitas coisas….

Na minha infância aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina e que não dá para esconder brócolis no copo de leite. Aprendi também, que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso e que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta.

Na minha adolescência aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão e que, se tenho problemas na escola, eu vou ter mais ainda em casa. Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. Também aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e a mão mais pesada.

Quando adulto e já casado, aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. Aprendi que quando minha mulher e eu temos finalmente uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas. Aprendi também que os casais que não têm filhos, sabem melhor como se deve educar as crianças.

Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles e que com a boca fechada não cometemos muitos erros. Aprendi também que as mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum, e que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados.

Já com os cabelos começando a ficar grisálios, aprendi que a época que preciso realmente de férias, é justamente quando acabei de voltar delas e que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles… Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo.

Aos 50 anos aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão.  Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu chefe chega cedo. Aprendi também que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele.

Quanto cheguei aos 60 anos aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar para lá muitas coisas e que a maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram. Aprendi que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo, geralmente têm muito. Também aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais.

Aos 80 anos aprendi que quando as coisas vão mal, nós não temos que ir mal junto com elas.  Constatei que eu amei menos do que deveria, li menos livros que eu queria, deixei de viajar para muitos lugares diferentes e, principalmente, que existem muitas pessoas interessantes que ainda não conheci.

Aos 90 anos aprendi que tenho muito a aprender…

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