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Feliz 2014!

Mais um ano termina e fazendo um balanço, notamos que somamos oportunidades, multiplicamos amizades e ampliamos o interesse em histórias e aventuras neste Blog!

Agradecemos por nos proporcionar mais um ano de convivência fraterna e esperamos que em 2014 possamos satisfazer ainda mais o interesse de nossos leitores!

Ride and have Fun!!

José Maria e Imaculada
www.vivermaisavida.com.br

Feliz 2014

Um pouco de motivação!

O que você quer ser quando crescer?

Use filtro solar (sunscreen)

On ou Off? De que lado você está?

O valor de um sorriso

Um sorriso não custa nada, mas proporciona tudo.

Enriquece aqueles que o recebem sem empobrecer aqueles que o dão.

Dura apenas alguns segundos, mas sua lembrança fica para sempre.

Ninguém é tão rico ou poderoso que possa privar-se dele,
e ninguém é tão pobre que não possa proporcioná-lo.

Um sorriso gera felicidade no lar, fortalece os negócios e é uma marca palpável de amizade.

Ele alivia o cansaço, alegra os desanimados, anima os melancólicos e é o melhor antídoto natural contra as dificuldades.

Porém, ele não pode ser comprado, mendigado, emprestado ou roubado, pois não tem valor algum a não ser que seja revelado.

Algumas pessoas já estão muito cansadas de sorrir para você. Dê a elas seu sorriso, pois ninguém precisa de um tanto quanto aquele que não tem mais para dar.
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Texto: P. John Faber

Look at Ourselves

alpinismoO post de hoje é uma série de frases de autores e pensadores famosos que coletei na Internet, que nos fazem refletir sobre nós mesmos e nos dizem muita coisa:

“Temos que descansar temporariamente de nós, olhando-nos de longe e de cima e, de uma distância artística, rindo sobre nós ou chorando sobre nós: temos de descobrir o herói, assim como o parvo, que reside em nossa paixão pelo conhecimento, temos de alegrar-nos vez por outra com nossa tolice, para podermos continuar alegres com nossa sabedoria.”
Friedrich Nietzsche

“Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.”
Friedrich Nietzsche

“Não possuir algumas das coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade.”
Bertrand Russel

“O tempo que você gosta de perder não é tempo perdido.”
Bertrand Russel

“Quanto mais o homem procura apenas que o admirem, mais longe está de conseguir o seu objetivo.”
Bertrand Russel

“Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes.”
Carlos Drummond de Andrade

“Necessitamos sempre de ambicionar alguma coisa que, alcançada, não nos torna sem ambição.”
Carlos Drummond de Andrade

“Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos.”
Anais Nin

“A vida é maravilhosa se não se tem medo dela.”
Charles Chaplin

“O cansaço resulta de um trabalho intenso, mas com sentido; o stress de um trabalho cuja razão não se compreende.”
Mario Sergio Cortella

“Fazer o que você gosta é liberdade. Gostar do que você faz é felicidade.”
Frank Tyger

“The reasonable man adapts himself to the world; the unreasonable one persists in trying to adapt the world to himself. Therefore, all progress depends on the unreasonable man.”
George Bernard Shaw

“Senhor, dai-me forças para mudar o que for possível, coragem para enfrentar o que eu não posso mudar e sabedoria para distingüir as duas coisas !”
Desconhecido

“O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas e as pessoas medíocres estão cheias de certezas”.
Henry Charles Bukowski

“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.”
Oscar Wilde

Desejo a você…

barra02Desejo a você
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco Bolero de Ravel…
E muito carinho meu.

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Texto: Carlos Drummond de Andrade

 

Amigos

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!  Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.  Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.  Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.

Eles não iriam acreditar.  Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.

Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.

E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo!

Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.

E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer…

Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!

“A gente não faz amigos, reconhece-os.”

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Vinícius de Moraes
http://viniciusdemoraes.multiply.com/journal/item/2/Amigos

Instantes

Se pudesse viver novamente a minha vida,
na próxima cometeria mais erros.

Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.

Seria mais tolo do que tenho sido,
na verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.

Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria
mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria em mais rios.

Iria a mais lugares aonde nunca fui, tomaria mais sorvete
e comeria menos lentilha, teria mais problemas reais
e menos problemas imaginários.

Eu fui uma dessas pessoas que viveram sensata
e produtivamente cada minuto da vida.
Claro que tive momentos de alegria.

Mas, se pudesse voltar a viver,
procuraria ter somente bons momentos.

Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
não percam o agora.

Eu era um desses que nunca iam a parte alguma sem
um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva
e um pára-quedas; se voltasse a viver, viajaria mais leve.

Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço
no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono.

Daria mais voltas de carrossel, contemplaria mais amanheceres
e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez minha vida pela
frente. Mas, como sabem, tenho 85 anos e sei que estou morrendo…

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Autora: Nadine Stai, senhora americana de 85 anos, moradora em Louisville, Kentucky. Na Internet, este texto é também equivocadamente atribuído ao poeta argentino Jorge Luís Borges

Desejo

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e 
È  preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga “Isso é meu”,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar”.

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Victor Hugo

As coisas que aprendi na vida

Durante a minha vida aprendi muitas coisas….

Na minha infância aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina e que não dá para esconder brócolis no copo de leite. Aprendi também, que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso e que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta.

Na minha adolescência aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão e que, se tenho problemas na escola, eu vou ter mais ainda em casa. Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. Também aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e a mão mais pesada.

Quando adulto e já casado, aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. Aprendi que quando minha mulher e eu temos finalmente uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas. Aprendi também que os casais que não têm filhos, sabem melhor como se deve educar as crianças.

Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles e que com a boca fechada não cometemos muitos erros. Aprendi também que as mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum, e que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados.

Já com os cabelos começando a ficar grisálios, aprendi que a época que preciso realmente de férias, é justamente quando acabei de voltar delas e que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles… Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo.

Aos 50 anos aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão.  Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu chefe chega cedo. Aprendi também que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele.

Quanto cheguei aos 60 anos aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar para lá muitas coisas e que a maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram. Aprendi que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo, geralmente têm muito. Também aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais.

Aos 80 anos aprendi que quando as coisas vão mal, nós não temos que ir mal junto com elas.  Constatei que eu amei menos do que deveria, li menos livros que eu queria, deixei de viajar para muitos lugares diferentes e, principalmente, que existem muitas pessoas interessantes que ainda não conheci.

Aos 90 anos aprendi que tenho muito a aprender…

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Direitos Autorais: este texto é uma adaptação de texto encontrada na internet, portanto pode estar vinculado a algum direito autoral. Quem tiver alguma informação da autoria,  favor entrar em contato para que eu possa atribuir os respectivos créditos.

Amigos Especiais

Livro do Encontro PHD 2008

Livro do Encontro PHD 2008

Dentre os vários grupos de amigos que cultivei ao longo da minha vida, os amigos de aventuras em duas rodas pelas estradas são muito especiais.

O entendimento das inúmeras razões para este fato, passa pelo sentimento de união, pois o que nos une é o presente, a amizade, a paixão por viagens e belas paisagens, os desafios da estrada e sem dúvida o culto às motos Harley Davidson.

A convergência do interesse  incondicional dos integrantes do grupo pela motocicleta possibilita o exercício de uma fraternidade entre pessoas diferentes – às vezes extremamente diferentes! – que entretanto, convivem num harmonia dificilmente vista em outros grupos, cujos integrantes possuem mais convivência no dia-a-dia, como colegas de trabalho.

Faço aqui a minha homenagem aos amigos que já rodaram comigo e minha esposa pelas estradas deste Brasil e EUA, descortinando novas paisagens e vencendo desafios de encontrar os caminhos para o nosso destino, mesmo quando ele teima em nos fazer andar um pouco mais de moto, com vento na cara, as vezes com chuva, as vezes com neve; mas,  sempre ouvindo o som do rock abafado pelo ronco do motor V-Twin de nossas  Harleys.

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Texto: José Maria (publicado no Livro do VI Encontros Internacional de Harleyros – Agosto 2008)