A Partida de Campinas rumo a Santiago do Chile

No dia 18/10/2008, integrantes do HOG Campinas (Zé Maria/Imaculada, Betão/Marli, Geraldo/Solange, Hélio/Cristiane, Jeferson/Maria Helena e Marcão/Beth) partiram para uma viagem de moto, sem carro de apoio, de 23 dias de duração com um percurso de cerca de 8 mil quilômetros de Campinas até Santiago do Chile seguindo o roteiro abaixo.

mapaviagempeq

Mapa do Roteiro da Viagem

18/10/2008 Campinas/Guarapuava 670 km

Cidade: GUARAPUAVA (Paraná/Brasil)
Chegada 18/10/2008 saída 19/102008
San Marino Palace Hotel, Rua Inácio Karpinski nº 899
Tel: 42 3624 32 00 contacto: Patrik
Diária casal: R$80,00 com café da manhã (A/C , Frigobar, Estac.)

O ponto de encontro em Campinas na manhã do dia 18 de outubro foi o Ventura Mall. Após um rápido café da manhã saímos para encontrar os colegas Betão, Geraldo e Marcão em um posto de gasolina em Tatuí a 160 km de Campinas. O céu estava aberto, mas perto de Sorocaba o tempo fechou e tivemos que parar na rodovia para colocar as capas de chuva.

Conforme combinado previamente, o Betao conduziria o grupo até Santa Fé, na Argentina. Durante a viagem para Guarapuava a chuva fina foi constante, com breve intervalos sem chuva. Almoçamos em Castro e chegamos em Guarapuava no meio da tarde. O primeiro jantar do grupo na viagem foi numa pizzaria onde, além do chopp, foi acertado detalhes em aberto da viagem.

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Texto: José Maria

Duplas sobre duas rodas

Casal do Cambuí, ao lado de Outros cinco, percorrerá 8 mil quilômetros em motocicletas

A vida de Zé maria e Maria Imaculada é movida a roncos. Não os dos humanos, mas os de uma preciosidade que o engenheiro guarda no condomínio onde mora, na Coronel Quirino. Para conhecê-la, é preciso pedir permissão ao casal e, num solavanco só, tirar a capa contra poeira que cobre a motocicleta. Nem é preciso observar muito para chegar a conclusão que trata-se de uma Harley-Davidson. Ainda não foi batizada e seus donos a chamam pelo modelo, Heritage, de 1.600 cilindradas. O zelo pelo qual Zé e Imaculada  cuidam da moto se assemelha ao oferecido a um filho. É por essas e outras que, como dois pais corujas em um dia de apresentação do filho na escola, o casal está ansioso com a primeira viagem internacional da moto. Ao lado de mais cinco casais e suas respectivas Harleys, o trio cairá na estrada entre outubro e novembro. E o destino final ? Chile.

Reportagem no Jornal do Cambuí de 17/10/2008

Reportagem no Jornal do Cambuí de 17/10/2008

Antes de conhecer o roteiro da viagem, é necessário descobrir de onde vem a amizade entre Zé maria e Imaculada, com Jeff e Maria Helena, Hélio e Cristiana, de Campinas, e Betão e Marli, de Limeira, e Gera e Solange, e Marcão e Beth, de Salto. Os aventureiros trombaram com suas motocicletas pela primeira vez num sábado na concessionária da Harley-Davidson na Moraes Sales, ponto de encontro do HOG (Harley Owners Group), de Campinas. Zé Maria, que afiliou-se à turma em 2001, quando adquiriu sua primeira Harley, adianta-se para contar um pouco do grupo. “Aos finais de semana, todos os proprietários dessas motocicletas se reúnem. Depois de um café da manhã, saímos a passeio”. Na lista de cidade que ouvem os roncos das motos estão Piracicaba, Serra Negra e Atibaia. “No final da tarde, voltamos”.

O grupo campineiro no total, arrisca o número, é composto por mais de 200 pessoas, mas nem todos são assíduos como o sexteto da motocicleta. Há ainda viagens mais longas aos encontros nacionais do HOG Brasil, realizados duas vezes por ano em cidades turísticas. E, para não perder o costume, os seis casais são figurinhas carimbadas. Já passaram por Búzios, Angra dos Reis, Campos do Jordão, Bonito além de Araxá e Tiradentes.

“Foi assim que fortalecemos a nossa amizade”. Também, não é para menos, já que todos do sexteto da motocicleta dividem gostos iguais. Não só a paixão por duas rodas, como também a por comidas, músicas e estilo de vida um tanto parecidos. Outro aspecto importante, que cabe a Betão contá-lo: “Todos nós ou somos  quarentões ou cinquentões”, brinca o aventureiro, de 54 anos, arquiteto quando não está montado em uma de suas duas possantes (tem uma Elektra e outra Heritage).

Com o intuito de despistar a ansiedade com relação à viagem do Chile, Zé Maria abre um album com fotos e lembranças da viagem de parte do sexteto aos Estados Unidos. Em 2006, depois de alugar as motocicletas em Las Vegas, o grupo partiu rumo a Barstow numa viagem de 1.600 quilômetros, feita em 7 dias. “Fizemos parte da famosa Rota 66, além disso passamos por cidades fantasmas, como Oatman e Calico, e paramos no Bagdad Cafe, em Newsberry Springs, cenário do filme de mesmo nome”. Já em 2007, quatro deles, em 13 dias, viajaram 3.500 quilômetros. De paisagem, puderam comtemplar as do Yellowstone National Park e parte das Montanhas Rochosas. “Não pegamos tanta neve”, diz, um pouco frustrado. Das duas vezes, ao contrário da viagem ao Chile, foram escoltados por um carro de apoio. “Sempre pilotado por um dos casais”, frisa.

Eles partem amanhã para Santiago

Sexteto da motocicleta levará poucas roupas: primeira parada será Guarapuava

Sexteto da motocicleta levará poucas roupas: primeira parada será Guarapuava

Na mala de viagem, poucas  mudas de roupa. No máximo, duas calças, além da do corpo de couro, peças íntimas, um par de camisetas e tratando-se de um percurso como esse, um agasalho reforçado. “esse vai no corpo, mesmo”, explica Maria Imaculada. A mala, que está mais para uma trouxa, nem parece que será usada durante 23 dias, num trajeto de quase 8 mil quilômetros. “Nas paradas, vamos aproveitar para lavá-las”, adianta Marli, esposa de Betão, conta uma tática que emprega nas expedições. “Levamos poucas roupas porque no caminho compramos novas”. Mas não são apenas as mulheres que reclamam, os homens também se queixam da economia de vestuário. “Como não vamos ter o carro de apoio, em que podíamos colocar a roupa desejada, será uma das maiores dificuldades”, avalia Betão. A aventura, que começará amanhã (18) logo pela manhã, terá como primeira parada Guarapuava, no Paraná (ao todo serão 600 quilômetros). A média de trajeto percorrido por dia ficará entre 124  e  740 quilômetros. O que não intimida o sexteto da motocicleta. “O maravilhoso não é chegar na cidade, mas pilotar 12 horas uma Harley e conhecer novas culturas e comidas diferentes”, conta Betão. O percurso, traçado a meses, contemplará Santa Fé, Mendoza (“passaremos pela região de rios e vinícolas”). Viña del Mar, Santiago, entre outras. Mesmo com tanta fartura de paisagem, uma em especial é a mais aguardada pelos casais – a travessia pela Cordilheira dos Andes. “Estaremos no pé do Aconcágua. Imagine só a emoção. Estamos contando com o gelo”.

As coisas que aprendi na vida

Durante a minha vida aprendi muitas coisas….

Na minha infância aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina e que não dá para esconder brócolis no copo de leite. Aprendi também, que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso e que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta.

Na minha adolescência aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão e que, se tenho problemas na escola, eu vou ter mais ainda em casa. Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. Também aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e a mão mais pesada.

Quando adulto e já casado, aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. Aprendi que quando minha mulher e eu temos finalmente uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas. Aprendi também que os casais que não têm filhos, sabem melhor como se deve educar as crianças.

Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles e que com a boca fechada não cometemos muitos erros. Aprendi também que as mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum, e que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados.

Já com os cabelos começando a ficar grisálios, aprendi que a época que preciso realmente de férias, é justamente quando acabei de voltar delas e que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles… Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo.

Aos 50 anos aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão.  Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu chefe chega cedo. Aprendi também que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele.

Quanto cheguei aos 60 anos aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar para lá muitas coisas e que a maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram. Aprendi que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo, geralmente têm muito. Também aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais.

Aos 80 anos aprendi que quando as coisas vão mal, nós não temos que ir mal junto com elas.  Constatei que eu amei menos do que deveria, li menos livros que eu queria, deixei de viajar para muitos lugares diferentes e, principalmente, que existem muitas pessoas interessantes que ainda não conheci.

Aos 90 anos aprendi que tenho muito a aprender…

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Direitos Autorais: este texto é uma adaptação de texto encontrada na internet, portanto pode estar vinculado a algum direito autoral. Quem tiver alguma informação da autoria,  favor entrar em contato para que eu possa atribuir os respectivos créditos.

Uma parada no Recanto da Sereia

Nossa viagem de moto já estava no fim, faltava apenas o pernoite em Morretes/PR e o retorno para Campinas/SP via Serra da Graciosa e rodovia Regis Bittencourt.  Havíamos passado por Blumenau/SC, no encontro dos proprietários de Harley-Davidson, continuamos nossa viagem de moto até Urubici/SC onde visitamos algumas atrações turísticas, descemos a Serra do Rio do Rastro e pernoitamos em Termas do Gravatal/SC.

Viajávamos com nossas esposas na garupa em 3 motos, eu estava na minha Harley-Davidson Heritage, o Marcão numa Elektra e o Arnaldo numa BMW. Após um transito terrível na BR 101, agravado pelas obras de duplicação, paramos para almoçar no restaurante que nos foi indicado como o melhor do litoral norte de Santa Catarina: o Recanto da Sereia, em Itapema/SC.

Restaurante Recanto da Sereia - Itapema/SC

Restaurante Recanto da Sereia – Itapema/SC

O restaurante fica na beira da praia entre Balneário Camboriu e Itapema, suas especialidades são deliciosos pratos a base de  peixes e frutos do mar. Linguado, congrio, lagosta, camarão, moquecas, são servidos em porções fartas e com um preço justo, considerando a qualidade da comida.

Camarão enpanado, uma delícia!

Camarão enpanado, uma delícia!

Como estávamos com vontade de comer frutos do mar, eu e o Arnaldo pedimos Camarão empanado com arroz e fritas, estava uma delícia! O Marcão  pediu Risoto de Camarão e postas de Namorado. Faz parte do serviço a la carte, um variado buffet de saladas e frios.

Após um delicioso almoço, demos uma volta na praia para fotos  e filmagens, pegamos nossas motos e continuamos a viagem rumo a Morretes/PR onde chegamos quando já havia anoitecido. Ficamos na charmosa Pousada Hakuna Matata.

Recomendamos quem estiver passando por Itapema, planejar uma parada no restaurante Recanto da Sereia. Um lugar agradável, charmoso, com ótima comida e um atencioso serviço.

Recando da Sereia
Rua 1200, nº300 – Ilhota, Itapema SC
(48) 3678-7200 ou (48) 3368-8200


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Texto: José Maria e Maria Imaculada
Foto: do website www.recantodasereia.com.br

Amigos Especiais

Livro do Encontro PHD 2008

Livro do Encontro PHD 2008

Dentre os vários grupos de amigos que cultivei ao longo da minha vida, os amigos de aventuras em duas rodas pelas estradas são muito especiais.

O entendimento das inúmeras razões para este fato, passa pelo sentimento de união, pois o que nos une é o presente, a amizade, a paixão por viagens e belas paisagens, os desafios da estrada e sem dúvida o culto às motos Harley Davidson.

A convergência do interesse  incondicional dos integrantes do grupo pela motocicleta possibilita o exercício de uma fraternidade entre pessoas diferentes – às vezes extremamente diferentes! – que entretanto, convivem num harmonia dificilmente vista em outros grupos, cujos integrantes possuem mais convivência no dia-a-dia, como colegas de trabalho.

Faço aqui a minha homenagem aos amigos que já rodaram comigo e minha esposa pelas estradas deste Brasil e EUA, descortinando novas paisagens e vencendo desafios de encontrar os caminhos para o nosso destino, mesmo quando ele teima em nos fazer andar um pouco mais de moto, com vento na cara, as vezes com chuva, as vezes com neve; mas,  sempre ouvindo o som do rock abafado pelo ronco do motor V-Twin de nossas  Harleys.

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Texto: José Maria (publicado no Livro do VI Encontros Internacional de Harleyros – Agosto 2008)

Cuidado ao provocar pessoas inteligentes!

 

Churchill

churchillQuando Churchill fez 80 anos uma repórter de menos de 30 foi fotografá-lo e disse:

– Sir Winston, espero fotografá-lo novamente nos seus 90 anos.
Resposta de Churchill:
– Por que não? Você me parece bastante saudável.

Telegramas trocados entre o dramaturgo Bernard Shaw e Churchill, seu desafeto:

Convite de Bernard Shaw para Churchill:
– “Tenho o prazer e a honra de convidar, digno primeiro-ministro, para a primeira apresentação minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver. Saudações, Bernard Shaw”
Resposta de Churchill:
– “Agradeço ilustre escritor honroso convite…Infelizmente não poderei comparecer à primeira apresentação. Irei à segunda, se houver. Saudações, Winston Churchill”.

O General Montgomery estava sendo homenageado, pois venceu Rommel na batalha da África, na IIª Guerra Mundial:

Discursa o General Montgomery:
– “Não fumo, não bebo, não prevarico e sou herói ”
Churchill ouviu o discurso e com ciúme, retrucou:
– “Eu fumo, bebo, prevarico e sou chefe dele”.

Bate-boca no Parlamento Inglês:

Aconteceu num dos discursos de Churchill em que estava uma deputada oposicionista, Lady Astor, que pediu um aparte. Todos sabiam que Churchill não gostava que interrompessem os seus discursos. Mas, concedeu a palavra à deputada.
E ela disse em alto e bom tom:
– “Sr. Ministro, se V. Excia. fosse o meu marido, eu colocaria veneno em seu chá!”
Churchill, lentamente, tirou os óculos, seu olhar astuto percorreu toda a platéia e, naquele silêncio em que todos aguardavam, lascou:
– “Nancy, se eu fosse o seu marido, eu tomaria esse chá!”

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Einstein

einsteinCerta vez Einstein recebeu uma carta da miss New Orleans onde dizia a ele:

– Prof. Einstein, gostaria de ter um filho com o senhor… A minha justificativa se baseia no fato de que eu, como modelo de beleza, teria um filho com o senhor e, certamente, o garoto teria a minha beleza e a sua inteligência”.
Einstein respondeu:
– “Querida miss New Orleans, o meu receio é que o nosso filho tenha a sua inteligência e a minha beleza”.

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Texto da internet

XI National HOG Rally Tiradentes – Maio 2008

A pequena cidade de Tiradentes foi sacudida no no feriado de 1 de maio de 2008 pela chegada das poderosas motocicletas Harley Davidson para o XI National HOG Rally. A Pousada Pequena Tiradentes, como hotel oficial, centralizou todas as atividades do evento: receptivo, a saída/chegada do Rally de regularidade, desfile de Motorclothes, Cocktail, Show dos Titãs e  Jantar de Premiação do Rally. Como o número de participantes  foi grande, inúmeros outros hotéis e pousadas acolheram os participantes do encontro.

Tiradentes é  um dos centros históricos de arte barroca mais bem preservados do Brasil, daí a sua importancia  turística.  Na metade do século XX, foi considerado patrimônio histórico nacional tendo suas casas, lampiões, igrejas, monumentos e demais partes recuperadas.  As participantes do evento aproveitaram o tempo livre para conhecer os principais monumentos:

  • Matriz de Santo Antônio – construída em 1710 é a segunda igreja do Brasil com mais ouro em seu interior, sendo considerada uma das mais belas construções barrocas do país. No interior do templo há um órgão datado de 1788, considerado um dos quinze mais importantes do mundo.

Foto Oficial na Matriz Santo Antonio

  • Casa do Padre Toledo – hoje Museu Padre Toledo, sua construção é do final do século XVIII, com esquadrias em cantaria lavradas, sete forros pintados, destaca-se aquele que representa os cinco sentidos, com figuras da mitologia grega. Nesta casa morreu Padre Toledo, um dos cabeças da Inconfidência Mineira. Foi um dos locais onde os incofidentes se reuniam em 1789.
  • Chafariz São José – no início da ladeira que leva à Igreja Matriz, localiza-se um bonito chafariz, construído em 1749 para abastecer a então vila com água potável, também era utilizado para lavagem de roupa e para bebedouro de animais, principalmente cavalos. Possui um aqueduto construído pelos escravos da época, que traz a água de uma nascente a 1 quilômetro de distância, o chafariz está em funcionamento até hoje.
  • Maria Fumaça – a Estrada de Ferro Oeste de Minas que atualmente liga São João del-Rei a Tiradentes foi inaugurada em 1881 com a presença do Imperador Dom Pedro II, funcionando ininterruptamente até hoje.  A Estrada de Ferro já possuiu 720 quilômetros, mas hoje somente o trecho de 12 quilômetros que liga São João del-Rei a Tiradentes está em funcionamento. Os trens partem nas Sextas, Sábados, Domingos e feriados são 10h e 15h de São João del-Rei e 13h e 17h de Tiradentes.

A cidade é famosa pelo alto nível dos seus restaurantes onde pode-se saborear diversos tipos de comida, indo da deliciosa mineira à culinária internacional. Alguns restaurantes:

  • Restaurante Atrás da Matriz
    Rua Santíssima Trindade, 201 – Centro Histórico
  • Restaurante Tetro da Villa
    Rua Padre Toledo, 157 – CEntro Histórico
  • Restaurante Via Destra
    Rua Direita, 45 – Centro Histórico
  • Restaurante Traga Luz
    Rua Direita, 52 – Centro Histórico
  • Restaurante Pau de Angú
    Estrada Real (Tiradendes-Bichinho, km 3)
  • Restaurante Maria Fumaça
    Estação Ferroviária, próximo à Estrada Caixa D´Agua

Além da visita aos monumentos, alguns se aventuraram pelas inúmeras lojas de artesanato do centro histórico. Outros pegaram suas motos visitaram cidades turísticas visinhas como São João de Rei (peças de estanho), Resende Costa (redes, toalhas, etc.) e Prados (esculturas de madeira).

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Texto: José Maria

Máquinas maravilhosas

No comando: cada vez mais as mulheres deixam a garupa para pilotar suas próprias motocicletas. Mas ainda há quem se admire com isso

A Psicóloga Maria Imaculada e sua Harley Davidson Deuce: prazer

A Psicóloga Maria Imaculada e sua Harley Davidson Deuce: prazer

Quem ouve o ronco de uma moto turbinada já imagina um marmanjão com cara de mal, vestido de couro dos pés a cabeça. O estereótipo existe, mas não representa a diversidade de tipos e estilos da turma que mantém uma intensa relação de amor com as motocicletas. Apesar de os homens dominarem em número a trupe de apaixonados, muitas mulheres têm deixado a garupa para assumir a posição de piloto. “Lugar da mulher é no comando do guidom”, sentencia a jornalista Elisa Vitachi.

Seja conduzindo as pequenas FYM de 150 cilindradas ou as caríssimas e corpulentas Harley Davidson, as mulheres conquistam mais espaço sobre duas rodas a cada dia. Mesmo assim, há quem se admire quando elas passam no comando de suas máquinas, observa a faturista Ana Carolina Gardini.

As motociclistas não negam que provocar olhares é uma tremenda massagem no ego. Porém, não querem para si a fama de peruas motorizadas e muito menos de barbeiras. Algumas, ainda novatas, planejam dominar outros itens além do ponteiro do tanque de combustível. “Eu não entendo de mecânica, mas sei o que cada indicador no painel de instrumentos mostra”, avisa a psicóloga Maria Imaculada Carvalho. Elisa também não fica na mão quando a máquina apresenta problema. “Apesar de não ser mecânica, procuro entender o funcionamento da minha moto”, afirma.

A consultora Cristiane Fernandes: uma Honda Falcon 400 para passear

A consultora Cristiane Fernandes: uma Honda Falcon 400 para passear

Com o motor girando e com o domínio pleno do painel de instrumentos, é hora de as beldades pegarem a estrada. A sensação de liberdade que uma motocicleta proporciona é o que mais fascina e cativa as novas fãs. “Quando se viaja de moto, você deixa de ser espectador e se torna parte da paisagem”, descreve a consultora de beleza Cristiane Fernandes.

A rotina de ir ao trabalho, ao shopping ou até mesmo às baladas sobre uma moto desperta sensações. “A noção de liberdade é indescritível”, afirma Elisa. A jornalista costuma encontrar as amigas motociclistas no Cambuí. “É engraçado chegar de moto em um bar. Todo mundo olha, principalmente os meninos.”

Utilizar a moto no trânsito pesado da cidade envolve outras questões. Praticidade e economia são algumas. “Minha moto faz 40 quilômetros por litro, é muito econômica”, diz Ana Carolina. A faturista aproveita o baixo consumo de combustível para curtir alguns recantos da cidade com o namorado. “Outro dia, fomos ao observatório, no Pico das Cabras, em Joaquim Egídio, e a moto consumiu apenas dois litros”, comemora.

Nas ruas ou nas estradas, com o vento batendo no rosto, as mulheres estão descobrindo por inteiro um prazer que até bem pouco tempo só desfrutavam em parte, como coadjuvantes. “Gosto de viajar na garupa da moto do meu marido porque somos muito unidos, mas pilotar é uma sensação maravilhosa”, resume a psicóloga Maria Imaculada.

Amor, meu grande amor

Elvira, apelido de uma Suzuki Intruder 125, é considerada como melhor amiga por sua dona, a jornalista Elisa Vitachi. A relação entre as duas dura três anos e é fruto de uma decepção. “Eu namorava um rapaz que curtia muito motocicleta. Quando acabou o namoro, ficou o amor pela máquina”, conta. A primeira moto de Elisa foi adquirida quando a jornalista tinha 18 anos de idade. “Fui demitida e a comprei com o dinheiro da rescisão. Foi um investimento e a vendi um mês depois.”. Em 2005, depois de perder o carro em um acidente, acabou optando pela compra de uma moto. “Resolvi tirar carta e comprei a Elvira.”

Desde criança Cristiane Fernandes sonhava pilotar uma moto. “Meu irmão tinha e eu dizia em casa que iria ter a minha quando crescesse”, lembra. O sonho se aproximou da realidade quando Cristiane resolveu participar de um consórcio. “Tirei habilitação e me preparei para receber a moto”, conta. Quando terminou de pagar as prestações, a consultora de beleza teve medo de enfrentar a cidade sobre duas rodas. “Minha família achava perigoso e eu acabei vendendo a moto.”

Mas a paixão por pilotar acabou prevalecendo e Cristiane resolveu enfrentar seus medos. Há dois anos e meio, com a ajuda do marido, ela passou a treinar até se sentir segura o suficiente para pilotar sozinha. Com o marido e os amigos, hoje ela passeia pelas cidades da região de Honda Falcon 400. “Viajamos todos os finais de semana. É muito bom”, comemora.

O irmão de Luciana Incrucci foi o responsável por despertar na nutricionista uma grande paixão por motos. “Ele sempre foi um aficionado e me ensinou a pilotar”, diz. A vontade de aprender era tanta que, ainda adolescente, Luciana treinava numa Yamaha R1, modelo que pesa quase 200 quilos. “Ela ainda é grande para mim, mas meu irmão sempre ajudou.”

Luciana está habilitada desde os 18 anos e, de lá para cá, são 9 anos de carteira e amor pela máquina. Na garagem, ela mantém duas motos: uma FYM 150, que utiliza na cidade, e uma FYM 250 Custom, para rodar na estrada. “Amo as duas”, garante.

A Psicóloga Maria Imaculada, que hoje pilota, completou 20 anos de garupa e viajou pela Rota 66, nos EUA.

A Psicóloga Maria Imaculada, que hoje pilota, completou 20 anos de garupa e viajou pela Rota 66, nos EUA.

Ao acompanhar de perto o interesse do marido pelas motocicletas – hoje ele pilota uma Harley Davidson Deuce –, a psicóloga Maria Imaculada Carvalho acabou se rendendo à paixão. “Acabei me apaixonando também”, ressalta. Flechada pelo “cupido motociclista”, Imaculada passou a esperar ansiosa pelos passeios no final de semana. “Eu ficava na expectativa de pegar a estrada.”

Com 20 anos de garupa, a psicóloga sentiu que era o momento de assumir o comando da moto. “Não tinha coragem de pilotar, mas meu marido me incentivou e acabei tirando a habilitação”, lembra. A recompensa foi uma Harley Davidson Deuce presente de Natal que ganhou em 2005. Ela participa do clube de motociclistas da Harley Davidson Campinas. O grupo viaja pela região todos os finais de semana.

Vestidas para pilotar

Sem esquecer itens de segurança como capacete, jaquetas de couro e botas, as motociclistas acabam dando um jeito de não ocultar a beleza. “Não saio com minha moto sem antes passar um batom, um blush e escolher uma roupa bonita”, conta a psicóloga Maria Imaculada Carvalho. Se de um lado o capacete protege a cabeça, de outro desalinha os cabelos escovados. O vento é outro vilão, por ajudar a desfazer a maquiagem. Para tais inconvenientes, a solução é ter à mão um kit beleza. “Estaciono a moto e já retoco a maquiagem e ajeito o cabelo”, conta a faturista Ana Carolina Gardini.

A moça, que utiliza a moto para ir do trabalho às baladas, conta ainda que escolheu o modelo scooter pela economia, pela possibilidade de pilotar com salto alto e ainda pelo fato de a moto dispor de um bagageiro, onde guarda bolsa e nécessaire.

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Artigo da
Revista Metrópole de 10/02/2008 
Reportagem de Eduardo Gregori ( gregori@rac.com.br  )
Postado neste blog por Maria Imaculada

EUA Western Frontier Journey: DVD da viagem

DVD EUA WEstern Frontier Journey - Set 2007

DVD EUA WEstern Frontier Journey – Set 2007

As belíssimas imagens da  aventura de 4 casais  integrantes do HOG Campinas,  numa viagem em motocicletas Harley-Davidson pelo interior dos EUA,  são mostradas no DVD que acabou de ser finalizado.

Entre as impressionates imagens, o DVD mostra o grupo cruzando os parques Yellowstone, Mount Rushmore e as Montanhas Rochosas, passando pelas cidades de Salt Lake City, Denver, Cody, Aspen  e outras.  Nos menus do DVD está também disponível relatos de “causos” da viagem,  mapas, distâncias, etc.

Durante a viagem, o grupo constatou o charme da travessia das pequenas cidades do western americano, com a sua arquetura simples, os shows  e a comida típica.

Nas grandes cidades, como Salt Lake City e Denver,  o grupo visitou monumentos, boas lojas da Harley-Davidson  e desfrutou a boa comida dos restaurantes.

Com certeza o destaque especial no DVD foi dado para a travessia do Yellowstone National Park, com os geisers e a sua abundande fauna, mostrando o grupo viajando nas motocicletas lado a lado dos animais selvagens e parando para curtir as belíssimas paisagens da estrada. São também destacadas as visitas  aos parques e monumentos Devil´s Tower (a rocha do filme Contatos Imediatos do segundo Grau), o Mount Rushmore e o Rocky Mountain National Park.

O DVD mostra os momentos de perigo devido ao encontro de neve na pista e momentos de descontração do grupo em show de cowboys em Keystone e na charmosa estação de esqui em Aspen.

No retorno ao Brasil, o grupo passou por Las Vegas onde são mostrados no DVD os Cassinos e atrações visitadas pelo grupo.

EUA Western Frontier Journey – Setembro 2007

Nosso objetivo na aventura era viver profundamente o clima do velho Oeste americano! Queríamos descobrir a autêntica America  e curtir o ambiente de velho oeste selvagem, nos transportando de volta no tempo dos Cowboys. Mas em vez de cavalos, estaríamos montados no ícone americano, as legendárias motocicletas Harley-Davidson.

Nosso trajeto previa a passagem  por belíssimas paisagens com natureza selvagem e campos abertos e lugares especiais  onde os espíritos de Buffalo Bill, General Custer e o Crazy Horse  continuam vivos. Queríamos também poder  mergulhar na aventura e esquecer o estresse da nossa vida agitada.

Trajeto da Viagem Western Frontier Tour

Trajeto da Viagem Western Frontier Tour

Rumamos para o Aeroporto de Guarulhos com o objetivo de embarcar no final da noite do dia 06/09/2009 para os EUA.  Depois de um contratempo devido ao cancelamento do vôo da Delta Airlines de São paulo para Atlanta/EUA, pernoitamos na cidade de Guarulhos/SP e partimos para os EUA no dia seguinte à noite.

Tivemos que replanejar às pressas o início da viagem para comportar a perda de um dia devido ao cancelamento do vôo. Cortamos a parada na cidade de West Yellowstone, encurtando nossa visita ao parque Yellowstone em um dia. Mantivemos todas as demais cidades e visitas a parques previstos em nosso plano de viagem inicial.

Trajeto detalhado com os pontos de pernoite

Trajeto detalhado com os pontos de pernoite

08/09/2007 – Escala em New York

Vista a partir do Empire State Building

Vista a partir do Empire State Building

Como brinde para compensar o nosso transtorno ocasionado pelo cancelamento do vôo no dia anterior, o grupo formado pelo Betão/Marli, Gera/Solange, Zé Maria/Imaculada e Toninho/Paula ganhou  da Delta Airlines passagens de primeira classe em um vôo de São Paulo para Salt Lake City com escala  em New York.

Em New York, como tinhamos uma boa folga no tempo na escala, aproveitamos e fomos visitar pontos turísticos como o Empire State Building e passamos em uma loja Harley-Davidson para comprar camisetas.

No início da noite embarcamos para Salt Lake City e fomos beneficiados pelo fuso horário, chegando no destino ainda no dia 08/09/2009.

08/09/2007 – Chegada em Salt Lake City

Hotel Holiday Inn Express – 4465 South Century Drive, Salt Lake City, UT, 84123, US – Fone: 801 268-2533 (diária US$ 90,00 com café da manhã continental).

Salt Lake City

Salt Lake City

Chegamos em Salt Lake City, pegamos no aeroporto a Van alugada e fomos para o Hotel.  Como estávamos cansados jantamos em um fast food próximo e fomos dormir.

No dia seguinte, um domingo, fomos ansiosamente até a loja Eaglerider pegar as motocicletas Harley-Davidson alugadas. Chegando lá duas  Elektras, uma Ultra preta e uma Classic Azul e Prata estavam nos esperando. A funcionária, gentilmente abriu a loja no domingo para que pudessemos pegar as motos. Agradecemos, demos uma gorgeta para a funcionária e saímos nas poderosas motocicleta  rumo ao hotel de onde saímos rapidamente para a cidade de Jackson Hole.

09/09/2007 – Saída de Salt Lake City para Jackson/WY 

Distancia – 273 Milhas e Tempo de viagem de  5 hs 11min
Hotel em Jackson: Days Inn Jackson Hole – 350 South Highway 89/P Box2986, Jackson, WY,  83001, US – Fone: 307-7330033 (diária de US$ 134,00 com café da manhã continental) 

Jackson Hole City

Jackson Hole City

As estradas sinuosas das montanhas Wasatch nos levaram para Wyoming. Depois de uma parada para abastecimento, seguimos rumo a Bridger Teton National Forest e para a cidade de Jackson Hole, uma charmosa estação de esqui onde o velho oeste ainda está vivo e muito presente nas lojas e decoração dos prédios.

Ao chegarmos no hotel o Laraia e família, amigos brasileiros que residem em Pocatello, estavam nos esperando. Descarregamos as motos no Hotel e fomos jantar na cidade de Jackson. A cidade é famosa por seus rodeios e pelas pistas de esqui, onde Harrison Ford ou Uma Thurmann podem ser facilmente vistos durante a época de Inverno!

 10/09/2007 – Saída de Jackson/WY para Gardiner/MT,

Distancia: 220 Milhas e Tempo de viagem de  6 hs 14min
Hotel em Gardiner: Confort Inn Yellowstone North, 107 Hellroaring St., Gardiner, MT, US – Fone: 406-8487536  (diária US$112,49+7%, sem café da manhã).

Grand Teton National Park

Grand Teton National Park

O dia começou com um frio muito forte. Saímos 8:00hs do hotel rumo ao Grand Teton National Park.  Logo que entramos no parque, avistamos as majestosas montanhas que formam os “Tetons”, que infelizmente para nós, não estavam com os cumes cobertos de neve. Rodamos um bom tempo na estrada tendo as montanhas à nossa esquerda.

Visitamos o famoso Jenny Lake e rumamos para o primeiro parque nacional americano, o Yellowstone National Park! Dentro do parque pudemos ver de perto animais selvagens e belíssimas paisagens.

O parque Yellowstone possui cerca de 60% dos geiseres do mundo, e o mais famoso de todos, o “Old Faithful”  foi a nossa parada para o almoço!  À tarde seguimos viagem rumo a Gardiner, visitando no caminho vulcões de lama espectaculares e nascentes ácidas no “Upper Geyser Basin”. Visitamos o Grand Canyon of Yellowstone com a majestosa cachoeira Uper Falls of Yellowstone. Finalmente chegamos à pequena cidade de Gardiner no final da tarde, descarregamos as motos no Hotel e fomos jantar em um aconchegante restaurante da pequena cidade.

11/09/2007 – Saída de Gardiner/MT para Cody/WY,

Distancia: 192 Milhas e Tempo de viagem de  4hs 53min
Hotel em Cody: Best Western Sunset Motor Inn, 1601 8th Street,  Cody,  WY,  82414-4134,  US Phone: 307-587-4265  (diária de US$107,10 + 9%, sem café da manhã)  

Bufalo na estrada do Parque Yellowstone

Bufalo na estrada do Parque Yellowstone

Saímos cedo do hotel e depois de abastecermos as motos, fizemos uma rápida parada no Mamooth Springs dentro do Yellowstone National Park. Seguimos em seguida rumo a Cody/WY pela belíssima estrada Beartooth Highway (The most beautiful Roadway in America – HOG Tales Magazine Sept/Oct 2005). Cruzamos o Beartooth Pass a 3336 metros de altitude e curtimos a belíssima vista e o forte vento gelado das montanhas.

Comemos deliciosos sanduiches em Red Lodge/MT e quando fomos abastecer as motos o Gera, ao estacionar a Ultra, puxou o descanço para um lado e deitou a moto  para o lado contrário. A moto tombou e  foi levantada do chão com  a ajuda de alguns Harleyros, bem no estilo  “Del Fuegos” do filme Motoqueiros Selvagens (Wild Hogs), que estavam parados no posto de gasolina.

Continuamos a viagem e chegamos em Cody no meio da tarde,  indo  visitar  o museu em homenagem ao Buffalo Bill. O jantar foi num ótimo restaurante, onde pudemos saborear a deliciosa comida da região. No dia seguinte pela manhã, visitamos a loja da Harley-Davidson  de Cody onde compramos camisetas da Harley.

12/09/2007 –Saída de Cody/WY para Buffalo/WY

Distancia de 183 Milhas e Tempo de viagem de  2hs 57min
Hotel em Buffalo: Best Western Crossroads Inn, 75 N Bypass Road,  Buffalo,  WY, 82834-9361, US Fone: 307-684-2256 (diária de  US$  95,39 + 7%, sem café da manhã).

Big Horn National Forest

No caminho para Buffalo, encontramos  lugares com nomes sugestivos, tais como Greybull (Búfalo Cinza) ou Sitting Bull (Búfalo Sentado). Cruzamos  o  magestoso Little Big Horn Pass e a Floresta Nacional Bighorn antes de pararmos em Sheridan para abastecermos as motos e almoçarmos no Pizza Hut.

Devido a um engano, colocamos óleo Diesel numa das Elektras, e após alguns metros a moto apagou totalmente. Após quase 3 horas de trabalho, onde desmontamos o filtro de ar, retirarmos o óleo diesel do tanque e colocarmos gasolina no tanque e diretamente na câmara injetora, conseguimos colocar a moto em funcionameto. Continuamos assim, com a moto soltando muita fumaça no escapamento,  a viagem rumo a Buffalo onde pernoitamos.

13/09/2007 –Saída de Buffalo/WY para Keystone/SD

Distancia: 261 Milhas e Tempo de viagem de  4hs 36min
Hotel em Keystone: Best Western Four Presidents Lodge , 24075 Highway 16A, Keystone,  SD,  57751-6664,  US Phone: 605-666-4472 (diária de US$ 99,95, sem café da manhã).

Devil´s Tower National Monument

Devil´s Tower National Monument

Deixamos a cidade de Búfalo numa manhã muito fria. Nossa primeira parada foi na loja Harley-Davidson da cidade de Gillete onde compramos camisetas, jaquetas e luvas. Nais adiante saímos da Highway  90 e fomos na direção da Devil´s Tower (Torre do Diabo), um local sagrado dos indios, que foi proclamado por Theodore Roosevelt como primeiro monumento nacional da nação. Mais tarde, outra lenda nos esperava: Sturgis/SD, lar do mais famoso rally do mundo, onde almoçamos e visitamos a famosa concessionária local da Harley-Davidson para comprarmos camisetas e souvenirs.

Na parte da tarde, continuando no clima típico do Western americano, seguimos em direção a Keystone onde ficamos por dois dias, para descansar e para ter tempo de ver as atrações turísticas da região.

14/09/2007 –Keystone/SD
Hotel em Keystone: Best Western Four Presidents Lodge , 24075 Highway 16A, Keystone,  SD,  57751-6664,  US Phone: 605-666-4472 (diári de  US$ 99,95, sem café da manhã)

Mount Rushmore

Mount Rushmore

Aproveitamos a manhã para visitar a famosa montanha que tem as quatro faces de presidentes americanos esculpidos na rocha – o admirável Mount Rushmore – que fica a poucos quilometros de Keystone nas famosas Black Hills Mountains. Na parte da tarde fomos visitar o Crazy Horse Monument, uma outra montanha bem maior que o Mount Rushmore onde está sendo esculpido na rocha a gigantesca estátua do índio “Crazy Horse” montado no seu cavalo. O monumento ainda está inacabado, mas é possível apreciar o gigantismo e a beleza da obra.

Na saída para abastecermos as motos, o Gera ao sair  sem tirar a corrente anti-roubo que travava as rodas, deitou a Ultra novamente na garagem do Hotel.

O programa noturno foi um excelente show musical típico com cowboys do velho oeste acompanhado de um delicioso jantar  com comida típica.

15/09/2007 – Saída de Keystone/SD  para Cheyenne/WY

Distancia de 289 Milhas e Tempo de viagem de 4hs 48min
Hotel em Cheyenne: Holiday Inn,  204 West Fox Farm Road, Cheyenne, Wyoming, 82007, US – Phone: 307-6384466 (diária de US$ 99,00, sem café da manhã)

Crazy Horse Memorial

Crazy Horse Memorial

Na manhã do dia seguinte, de volta à estrada passamos novamente pela montanha do Crazy Horse Memorial e cruzamos a região que foi palco da saga arrebatadora de expansão no Western americano com a resistência indígena à invasão de seus territórios. Continuamos a viagem, e ao cruzarmos a cidade de Hot Springs,  tivemos que esperar o desbloqueio de ruas tomadas por uma característica parada dos moradores da cidade, com direito a pegar balas e guloseimas atiradas pelos carros elegóricos  para as “crianças” que estavam assistindo. Após o término da parada rumamos  para  Cheyenne, a capital do estado de Wyoming.

16/09/2007 – Saída de Cheyenne para Winter Park/CO

 Distancia: 150 Milhas e Tempo de viagem de  3hs 39min
Hotel em Winter Park: Best Western Alpenglo Lodge, 78665 US Highway 40, Winter Park, CO,  80482,  US Phone: 970-726-8088 (diária de  US$ 64,80 + 9,9%, com café da manhã)

Cruzando o Rocky Mountain National Park

Cruzando o Rocky Mountain National Park

Saímos cedo de Cheyenne e fomos em direção ao Rocky Mountains National Park, com seus picos impressionantes e com altas montanhas de mais de 14.000 pés. O parque é repleto de animais selvagens e de uma natureza exuberante, onde pudemos respirar um ar puro da montanha e apreciar a vista deslumbrante. No topo da montanha, fomos surpreendidos por uma forte chuva de gelo e granizo, ficando a estrada totalmente branca. Reduzimos a velocidade e continuamos a viagem até chegar no final da tarde à pequena e simpática cidade de  Winter Park.

Winter Park é uma aconchegante estação de esqui durante o inverno, como estávamos saindo do verão a cidade estava vazia. Entretanto pudemos visitar charmosos shopping centers e comer uma comida excelente.

17/09/2007 – Saída de Winter Park/CO para Denver/CO.

Distancia- 86 Milhas e Tempo de viagem de 1h 45min.
Hotel em Denver: Holiday Inn Denver City Center – 1450 Glenarm Place, Denver, CO, 80202, US – Phone: 303 5731450 (diária de US$ 119,00, sem café da manhã)

denver

Denver (Mile high city)

O dia seguinte amanheceu chuvoso e muito frio, todos estavam esperando que nevasse, o que ocorreu na subida das montanhas rumo a Denver, exatamente quando a temperatura se igualou a zero graus centígrados.

Paramos num mirante da estrada para apreciar a neve caindo, tiramos fotos e voltamos para a estrada cuidadosos com a neve na estrada.

Chegamos a Denver no início da tarde e fomos visitar a belíssima loja “Mile High Harley-Davidson” em Denver onde, para variar, compramos camisetas.

Fomos para o hotel, descarregamos as motos e fomos almoçar e passear no famoso calçadão comercial de Denver que ficava a uma quadra do nosso hotel.  Tiramos inúmeras fotos das praças e dos belos monumentos.

18/09/2007 – Saída de  Denver/CO para Aspen (Basalt)/CO

Distancia- 198 Milhas e Tempo de viagem de 3hs 31min
Hotel em Aspen (Basalt): Best Western Aspenalt Lodge, 157 Basalt Road,  Basalt,  CO, 81621, USPhone: 970-927-3191 (diária de US $112,50+8,6% com café da manhã continental)

Aspen à noite

Aspen à noite

Saímos de Denver seguindo as belas paisagens e picos nevados da  Highway 70, passando pelo Vail Pass a 3250 metros de altitude, onde tivemos que parar para colocar mais agasalho devido ao frio, visto que estávamos no nível da neve das montanhas.

Continuamos no Highway 70  até a cidade de Glenwood Springs já no vale de Aspen, onde paramos para almoçar e visitar a bela loja da Harley-Davidson. Após o almoço continuamos serpenteando a estrada na direção de Aspen, uma das mais famosas estações de esqui do mundo e que mantém um certo charme mesmo no verão.

Na cidade aproveitamos para visitar lojas, shopping centers e cafés.  No final da tarde fomos para o hotel em Basalt, uma pequena vila perto de Aspen. À noite o Zé Maria e Imaculada foram jantar em Aspen, em um aconchegante restaurante onde aproveitaram para comer um delicioso Fondue  para curtir o frio que já estava chegando na região. Os demais integrantes do grupo ficaram em Basalt e jantaram em um restaurante da cidade.

19/09/2007 – Saída de  Aspen/CO para Vernal/UT

Distancia- 213 Milhas e Tempo de viagem de 4hs 02min
Hotel em Vernal: Best Western Dinosaur Inn , 251 E Main Street,  Vernal,  UT,  84078-2605,  US Phone: 435-789-2660 (diária de  US $ 125 + 10,75%  – sem café da manhã)

Rumo a Vernal/Utah

Rumo a Vernal/Utah

Saímos cedo em direção de Vernal. Tomamos a Highway 70 até Grand Junction onde visitamos mais uma loja Harley-Davidson.

Um pouco mais à frente saímos da Highway 70 e fomos rumo norte até Vernal já no estado de Utah. Vernal é considerada a terra dos Dinossauros. Em suas redondesas são encontrados inúmeros vestígios da presença dos antigos moradores e que desapareceram há muito tempo, os principais fósseis podem ser vistos no parque Dinosaur National Monument.

Visitamos a pequena loja Harley-Davidson de Vernal e fomos para o Hotel. O programa noturno foi um jantar num restaurante chinês, a mais farta e  barata comida que comemos na viagem.

20/09/2007 – Saída de  Vernal/UT para Salt Lake City/UT

Distancia de 178 Milhas e Tempo de viagem de 3hs 02min
Hotel em Salt Lake City: Holiday Inn Express – 4465 South Century Drive, Salt Lake City, UT, 84123, US – Phone: 801 268-2533 (diária de US$ 90,00 com café da manhã continental)

Templo Mormon

Templo Mormon

Vôo Salt Lake City/Las Vegas DL4014 : 9:40am / 09:59am
Hotel em Las Vegas: Flamingo

Las Vegas Harley-Davidson Café

Las Vegas Harley-Davidson Café

Depois da última noite em Salt Lake City, logo pela manhã,  foi o momento de ir  para o aeroporto rumo a Las Vegas.  Após a entrega da VAN alugada no aeroporto, os casais Gera/Solange, Toninho/Paula e Zé Maria/Imaculada tomaram um avião para Las Vegas e o casal Betão/Marli tomaram um avião para San Diego.

A nossa aventura de motocicleta Harley-Davidson – a Western Frontier Journey – terminou, mas as lembranças e o desejo de retornar para uma nova aventura, vai ficar conosco para sempre.

Chegamos em Las Vegas, pegamos no aeroporto a Van alugada e fomos para o Hotel Cassino Flamingo, um dos mais tradicionais cassinos de Las Vegas. Após descarregarmos as bagagens no hotel, fomos até a gigantesca loja da Harley-Davidson de Las Vegas comprar camisetas, souvenirs e acessórios.

No resto do dia e na parte da noite visitamos inúmeros Cassinos. No jantar o grupo se dispersou, o Zé maria e a Imaculada jantaram no famoso Harley-Davidson Café  bem no centro das atrações da cidade.

22/09/2007 – Las Vegas

Cassino Luxor

Cassino Luxor

Pode-se  ir inúmeras vezes em Las Vegas e visitar os diversos Cassinos, sempre vai ficar alguma coisa  para ser vista ou ser  revista. Portanto, no dia seguinte, fomos aos Cassinos Luxor, no Excalibur, no New York-New York,  no Cesar Palace, no Paris, no Bellagio, no Treasure Island e no Venetian, onde fizemos vários registros em fotos e vídeo para o DVD que será produzido sobre a nossa aventura.

O jantar do grupo foi num excelente restaurante da piazza de “San de San Marco”  no Cassino Venetian, um dos mais charmosos cassinos da cidade de Las Vegas.

23/09/2007 – Embarque Las Vegas/NV para São Paulo/Brasil

Vôo Las Vegas/Atlanta DL1789 :           10:50am / 05:52pm
Vôo Atlanta/São Paulo  DL0105 :           08:10 pm / 06:40am

No dia seguinte pela manhã devolvemos a Van no aeroporto e embarcamos para São Paulo, com escala em Atlanta, onde econtramos com o Betão e a Marli que vinham de San Diego.

Veja mais sobre a viagem em nosso eBook!

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Texto: José Maria
Imagens: Integrantes da Viagem
Viagem aos EUA Western Frontier, em Setembro de 2007, feita por integrantes do HOG Campinas