Viagem de Aventura

Las Vegas and The Americans National Parks

Las VegasPlanejamos a nossa viagem de 15 dias com o objetivo de visitar Las Vegas e os parques americanos Antellope Canyon, Monument Valley, Canyonlands, Arches, Dead Horse Point, Brice Canyon e Grand Canyon.

As cidades de pernoite foram escolhidas considerando os parques a serem visitados. Após pesquisas na internet a viagem ficou com um roteiro em fomato de “8” com cerca de 2.500 km de trajeto incluindo as cidades e parques abaixo:

Planejamos a nossa viagem de 15 dias com o objetivo de visitar Las Vegas e os parques americanos Antellope Canyon, Monument Valley, Canyonlands, Arches, Dead Horse Point, Brice Canyon e Grand Canyon.

EUA2017

Las Vegas

Para facilitar o deslocamento na cidade de Las Vegas, ficamos em dois Hotéis Cassinos no início da viagem (Flamingo)  e no final após visitarmos os parques nacionais (Excalibur).  Aproveitamos o fuso horário a favor e continuamos a acordar sem dificuldades às 5:30hs da manhã durante toda a viagem. Isso nos possibilitou estar bem cedo nos Parques e fotografar alguns parques durante o  nascer do sol. Veja mais em nosso post específico sobre a nossa estadia em Las Vegas.

Page

Saímos de Las Vegas rumo a Page/AZ onde vistamos no final da tarde a belíssima paisagem do Lake Powell nas imediações da Wahweap  Marina. No dia seguinte às 6:00hs da amanhã já estava agendada a nossa visita ao Antellope Slot Canyon (Upper part). Fomos até a empresa de turismo pertecente à índios Navajos e embarcamos em veículo 4×4 visitar o Antellope Canyon. Veja mais em nosso post específico sobre a nossa estadia em Page.

Monument Valley

Decidimos ficar hospedados no Hotel Goulding´s Lodge que fica no interior do Parque para ficar mas fácil a visita e aproveitar os horários do nascer e pôr do sol. Fizemso inúmeras fotos a partir do Mirante que possibilita fotos maravilhosas utilizando o Zoom da câmera. Fizemos também parte do trajeto de 17 milhas da “Scenic View” com o nosso carro que por ser baixo nos deixou pouco confortável para encarar todo o trajeto em terra da estrada.

Moab

Ficamos por dois pernoites na pequena cidade de Moab para permitir a visita aos 3 parques existentes nas redondezas: Arches national Park, Canyonlands National Park e Dead Horse Point State Park. A cidade é considerada a capital dos esportes Off-Road nos Estados Unidos.

Bryce Canyon

Devido à distância entre Moab e o Bryce Canyon vistamos o Bryce Canyon no final do dia em que chegamos e no início da manhã do dia seguinte. Como a altitude do lugar é de cerca de 2500 metros o frio estava muito forte, ocorrendo até a queda de neve no dia que chegamos. A temperatura prejudicou a visita e caso fosse possível replanejar a viagem incluiríamos mais um dia na visita ao Bryce Canyon.

Grand Canyon

Tivemos sorte e conseguimos reservar um hotel no interior da Grand Canyon Village. Foi uma experiência maravilhosa poder andar calmamente pela borda do Grand Canyon no entardecer e amanhecer sem preocupação com o tempo pois o hotel estava do nosso lado! Caso nós pudessemos replanejar a viagem incluiríamos mais um dia na visita ao Grand Canyon.

Rota 66

Reservamos o dia todo para viajar calmamente pela Rota 66, pernoitando em Kingman antes de chegar novamente em Las Vegas. Visitamos diversos pontos históricos deste trecho preservado da mais famosa estrada americana (Hackberry e Oatman).

Veja abaixo o Photobook da Viagem

 

O charme da velha Rota 66

Rota 66Embora a Rota 66 seja muito famosa pelas inúmeras canções sobre ela e inúmeros filmes de Hollywood, ela provavelmente não signifique tanto  para pessoas mais jovens que não assistiram ou curtiram estes filmes e canções.

A Rota 66 também é conhecida como a “Estrada Mãe” ou como ” The América´s Main Street” sendo considerada  o coração da cultura americana e, com certeza, conhecer os trechos desta antiga estrada é uma oportunidade que não deve ser desperdiçada  quando se viaja de carro do Grand Canyon para Las Vegas!

Em 1987, o Estado do Arizona criou o nome “Historic Route 66” para o trecho da antiga estrada  que liga Seligman a Kingman, com isso criou mecanismos para garantir a preservação da estrada mantendo suas características originais. A cidade de Seligman é o início do trecho de 158 milhas da antiga  Rota 66 que termina em Topock, no Arizona. Esta parte da Rota 66 é rica em paisagens e atrações históricas, sendo o mais longo trecho da Rota 66 que se manteve intacto até hoje. Existem em Seligman inúmeros Cafés e Motéis no estilo antigo, quando o Rota 66 ainda imperava como uma importante ligação do leste com o oeste dos Estados Unidos.

Rota 66A distância de Seligman a Kingman via Historic Route 66 é de 89,1 milhas, com um tempo de viagem médio de cerca de 2 horas que dependerá do tempo de paradas nos pontos de interesse na estrada.  As pessoas são muito amigáveis ​​neste trecho histórico da Rota 66, portanto, pare bastante e curta o ambiente. Os pontos de parada você encontrará motociclistas de todo o mundo em motos Harley-Davidson curtindo o sonho de pilotar pela Rota 66…. Aproveite as paradas para comprar souvenirs, tirar fotografias e conversar com as pessoas da região!

Rota 66No trecho histórico da Rota 66 pode-se  também visitar as famosas Cavernas do Grand Canyon que ficam ao lado da Rota 66. Não fizemos esta visita mas consultando a internet, vimos que as cavernas foram formadas  há 345 milhões de anos no fundo de um antigo mar. Os turistas entram e saem das cavernas por meio de um elevador, havendo uma caminhada de 45 minutos por cerca de 1000 metros dentro da caverna.  Os tours partem a cada meia hora diariamente.

Outras pequenas cidades às margens da velha estrada são Peach Springs, Truxton ,  Valentine, Hackberry e Vale Vista.

Rota 66A pequena cidade de Peach Springs é a sede tribal da Reserva dos Índios Hualapai que ocupa 995 mil hectares  ao sul do rio Colorado. As famosas quedas de água Havasu Falls, Navajo Falls, Mooney Falls e Beaver Falls ficam nesta reserva tribal. Não visitamos a área, mas informações na internet indicam que a pequena  aldeia Indígena Supai que foi  lar dos índios Havasupai por  muitos séculos, atualmente possui um pequeno café, lodge, correios, escola, igreja, clínica, posto de polícia e uma loja geral sendo o ponto de apoio para as visitas às famosas quedas de água.

Rota 66Rota 66Paramos na Hackberry General Store, um lugar símbolo deste trecho da Rota 66 que é muito fotografado pelos turistas.  Na pequena loja, com ambientação da velha Rota 66,  há bebidas,  antiguidades e souvenirs  sobre a Rota 66.

À medida que se  aproxima de Kingman, a Rota 66 segue ao lado da estrada de ferro de Santa Fé com uma paisagem mais desértica. A cidade de Kingman tem todas as facilidades de uma cidade média americana e por ficar também ao lado da nova auto-estrada I-40, que substituiu a Rota 66, a cidade  não sofreu a decadência das pequenas cidades onde a velha estrada ficou esquecida.

Vale a pena continuar pela Rota 66, pois o trecho montanhoso entre Kingman e Topock reserva surpresas interessantes além de bonitas paisagens das montanhas.  Na minha opinião este estreito  trecho montanhoso da Rota 66, com suas inúmeras curvas, talvez seja o trecho com traçado mais preservado da estrada.

Rota 66No meio do caminho vale a pena parar na pequena loja “Cool Springs Cabins” e tirar a famosa foto do símbolo da Rota 66 pintado no asfalto  bem na frente da loja.

Rota 66Um pouco mais à frente, faça uma parada na cidade fantasma de Oatman, muito animada com cafés rústicos, motociclistas do mundo todo em motos Harley-Davidson e com shows de cowboys nas ruas com simulação de tiroteio… caso você passar por lá após às 5 horas da tarde não encontrará nada disso… será uma cidade fantasma literalmente!! Não esqueça de fechar os vidros do carro ao estacionar na Main Street de Oatman pois os pequenos jumentos que andam pela cidade enfiam a cabeça dentro dos carros e podem retirar alguma coisa do interior do veículo!

____________________________________________________________________
Texto: José Maria

O espetacular Grand Canyon

Grand CanyonO Grand Canyon  é uma gigantesca fenda com até 1.800 metros de profundidade,  446 km  de comprimento e com até 29 km de largura esculpida pelo rio Colorado no terreno arenoso do estado americano do Arizona.

O Grand Canyon e a Floresta Kaibab em seu entorno fazem parte do Grand Canyon National Park.  Estudiosos defendem a tese de que o Rio Colorado iniciou o  seu curso na área há cerca de 5 a 6 milhões de anos atrás e desde então vem fazendo o corte do canyon  levando sedimentos, alargando e aprofundando a fenda do canyon.

O Grand Canyon é desde 1979 patrimônio da Unesco e atualmente é visitado por mais de 5 milhões de pessoas anualmente.

Grand CanyonEsta foi a quarta vez que visitamos o Grand Canyon… para tornar a visita diferente resolvemos fazer algo difícil mas possível de conseguir: ficar hospedado em um dos hotéis no interior do parque na Grand Canyon Village! Com um pouco de sorte conseguimos ficar no Maswick Lodge que fica na vila  junto à borda do Grand Canyon, com isso foi possível apreciar em caminhadas o efeito da luz ao nascer do sol e no pôr do sol nas rochas alaranjadas das paredes do canyon.

O Maswick Lodge fica praticamente no início da trilha “Rim Trail” que tem cerca de 21 km de extensão e segue a borda do canyon na direção oeste, não sendo possível ir de carro particular nesta direção do canyon (somente de ônibus ou pela trilha!). Os mirantes nesta direção são: Trailview Point, Moricopa Point, Powel Point, Hopi Point, Mojave Point, The Abys Point, Monument Creek Vista, Pima Point e Hermits Rest Point.

Grand CanyonQuando chegamos ao Grand Canyon National Park entramos pela entrada leste vindo do Bryce Canyon e seguimos pela estrada “Desert View Drive” parando nos mirantes Desert View Point, Navajo Point,  Grandview Point, Lipan Point e Moran Point… fizemos isso para ajustar o nosso tempo com a hora do check-in no hotel que reservamos no interior do parque. Assim que chegou a hora para o check-in passamos direto pelos mirantes restantes e fomos para o hotel… voltaríamos mais no final da tarde para registramos o pôr do sol e no dia seguinte para registrarmos o nascer do sol nos mirantes.

Grand CanyonAlém de hotéis, a vila Grand Canyon Vilage tem supermercado (Market  Plaza), restaurantes para todos os gostos, lojas, museus  e áreas para camping. O parque disponibiliza também um ônibus interno gratuito para levar os turistas da vila para as principais atrações… nós dispensamos o ônibus e fomos em nosso carro ou à pé para caminhadas na borda do canyon!  Quem não conseguir ficar nos hotéis no interior do parque pode ficar em Tusayan, um lugarejo formado por um amontoado de Hotéis e Motéis na parte externa do parque bem próxima à entrada sul.

Grand CanyonSe pudéssemos replanejar a viagem teríamos ficado mais um dia no Grand Canyon pois a experiência de ficar hospedado em Hotel no interior do parque aumenta as possibilidades e o prazer de explorar o lugar!

______________________________________________________________________
Texto: José Maria

Reflexos de Moab em Utah

CanyonlandsA charmosa e pequena cidade de Moab, no estado de Utah nos Estados Unidos, esconde 3 maravilhosos parques: O Arches National Park, o Canyonlands National Park e o Dead Horse Point State Park. A cidade fica em um vale cercado por montanhas alaranjadas e por si só é um charme com muitos cafés,  restaurantes e hotéis. A cidade é considerada  nos Estados Unidos como a capital do Off-Road e por esta razão atrai também muitos praticantes deste esporte… deu até vontade de alugar uma “gaiola” e partir para a terra… rsrsrsrs

Escolhemos a cidade para ficar 2 dias em nossa viagem e planejamos  visitar os 3 parques. Na primavera de 2017 o parque Arches estava com obras de pavimentação abrindo  às 7:00hs horas e fechando às 7:00hs da noite e, portanto, o nosso desejo de fotografar este parque no nascer e no pôr do sol não pôde ser realizado… mesmo assim, pudemos fazer belas fotos das altas profundezas do Parque Nacional Canyonlands, Dead Horse Point Park e da  paisagem de rocha vermelha do Arches National Park.

ArchesArches National Park

A entrada do parque  fica a 8 km ao norte de Moab, ao longo da Estrada 191. O parque fica aberto 24 horas por dia  durante todo o ano, a taxa de entrada é US $25,00/veículo podendo ser usado por 7 dias.

O parque concentra  o maior número de arcos de arenito natural do mundo com mais de 2.000 arcos catalogados. O parque possui também uma incrível variedade de formações geológicas,  rochas maciças e altos picos  que podem ser explorados  em trilhas para caminhadas. A estrada asfaltada interna ao parque tem cerca de 56 km de extensão e leva aos principais pontos de interesse  dentro do parque como o Double Arch, o Tower Arch, o Delicate Arch, o Windows, o Landscape Arch, etc. É necessário caminhar por trilhas para alcançar alguns destes pontos de interesse.

Arches

CanyonlandsCanyonlands National Park

A entrada do parque fica a 46 km ao norte de Moab. O parque fica aberto durante todo o ano, 24 horas por dia sendo a taxa de entrada de US$25,00/veículo (7 dias de validade). Procure estar no parque ao nascer do sol ou no pôr do sol, pois são momentos particularmente mais bonitos para apreciar as vistas panorâmicas do canyon.

O Canyonlands é o maior parque nacional de Utah. O parque e dividido em vários distritos com entradas diferentes muito distantes uma das outras, por esta razão optamos pela maneira mais fácil de ver o parque que é a parte chamada “Sky” que compreende uma visita na parte superior dos Canyons do parque. A parte “Sky” do parque fica em cima de uma enorme mesa de 1500 pés de altura que literalmente forma uma “ilha no céu”.

Canyonlands

Esta parte do parque possui  inúmeras paradas  com estacionamento para carros de onde pode-se ter  vistas espetaculares a partir da estrada asfaltada que corta o parque. Em alguns pontos, os  visitantes podem ver muito longe, resultando em vistas panorâmicas que abrangem milhares de quilômetros quadrados do canyon.  Existem também trilhas para caminhadas e as estradas para veículos Off-Road com  acesso às áreas da parte de baixo dos Canyon, mas não visitamos estas áreas pois nosso carro comum não permitia esta aventura.

Dead Horse Point State Park

Visitar o parque Dead Horse Point  é um passeio perfeito  com vistas espetaculares do Rio Colorado e do Parque Nacional Canyonlands. A entrada do parque fica a 51,5 km ao norte de Moab. O parque fica aberto o ano todo das 6:00hs às 10:00hs da noite e a taxa de entrada é de US$15,00/veículo (3 dias de validade).

Dead Horse PointEmbora a área do Parque Estadual Dead Horse Point seja pequena, ele é um dos parques mais espetaculares de Utah. A visão de Dead Horse Point é uma das vistas panorâmicas mais fotografadas do mundo, com uma  vista panorama deslumbrante sobre as encostas e vales  esculpidos no Canyonlands.  Milhões de anos de atividade geológica criaram as vistas espetaculares do Parque Estadual Dead Horse Point com a erosão do terreno pela água da chuva, pelos ventos e pelos rios.

Diz uma lenda que o ponto era usado como um curral para cavalos selvagens que vagavam pela parte superior do canyon. Os vaqueiros os conduziam pelo gargalo estreito de terra do canyon  e os deixavam no ponto presos por obstáculos que não deixavam os cavalos fugirem. Uma vez os cavalos foram deixados no local por um longo período de tempo e como não havia água na parte superior do canyon  eles  morreram de sede. Este episódio deu nome à região!

________________________________________________________
Texto: José Maria

Fotografando o Antelope Slot Canyon

Antellope CanyonPlanejamos desta vez visitar o Antelope Canyon, pois em nossa viagem de 2006 passamos batido sem ver este surpreendente canyon. O Antelope Canyon é uma garganta entalhada no solo rochoso, localizada próximo à cidade de Page, no estado do Arizona, nos  Estados Unidos.

O Canyon está localizado em terras dos índios Navajos que controlam, agendam e guiam a visitação ao local. O Antelope Canyon  inclui duas seções que devem ser visitadas em tours separadas,  o “Upper Antelope Canyon” e o “Lower Antelope Canyon” .

Antelope Slot Canyon
O Antelope Canyon foi formado pela erosão do arenito do solo  causado pelos fortes fluxos de água que ocorrem após fortes chuvas na região. A água da chuva ao escorrer pelo terreno com alta velocidade  e carregando a areia do deserto  formou o canyon esculpindo  as suas paredes em belas  passagens estreitas.  Ao longo do tempo, as passagens foram construídas pela água/areia tornando os corredores mais profundos e suavizando as bordas duras,  formando paredes “fluídicas” nas rochas do canyon.

Antelope Slot CanyonAs inundações no canyon  são raras, mas muito perigosas para os turistas que estiverem no interior do canyon no momento da inundação. A última inundação  ocorreu em 30 de outubro de 2006 e durou 36 horas causando o fechamento do Lower Antelope Canyon por cinco meses. Em 12 de agosto de 1997, onze turistas foram pegos de surpresa e morreram  no interior do Lower Antelope Canyon por uma inundação repentina.

Lower Antelope Canyon

Por restrições de tempo dedicado à Page em nossa viagem, não visitamos o Lower Antelope Canyon. Segundo fontes na internet, o local é em desnível sendo o acesso feito por escadas. Antes da instalação de escadas de metal,  os visitantes tinham que escalar  certas áreas difíceis no interior do canyon. Mesmo após a instalação de escadas a caminhada é mais difícil do que no Upper Antelope Canyon.  O Lower Antelope Canyon atrai um número considerável de fotógrafos, já o Upper Antelope Canyon atrai mais turistas comuns.

Upper Antelope Canyon

O Upper Antelope Canyon está  localizado a poucos quilômetros de distância do Lower Antelope Canyon.  É o mais visitado por turistas pelo fato de todo o interior do canyon ser no nível do solo e não exigir escalada. Em segundo lugar pela presença mais comum de luz solar direta irradiando pelas aberturas no topo do canyon que no Lower Canyon Lower, o que facilita  fotografias sem tripé e com ISO mais baixo.

Antelope Slot CanyonA entrada de luz no interior do canyon depende da hora do dia e da época do ano. Os feixes de luz do sol começam a criar raios de luz no interior do canyon a partir de março  até outubro entre 10hs e 14hs do dia. Entretanto, no início da manhã e no final da tarde a luz do sol, mais inclinada, gera também iluminações surpreendentes no interior do canyon.

Antelope Slot Canyon

Fotografando o Antelope Canyon

As sugestões abaixo foram feitas a partir da nossa visita ao Upper Antelope Canyon e tem o objetivo de ajudar quem for visitar o canyon. A experiência de fotografar o canyon é única e apresenta certas dificuldades que devem ser planejadas anteriormente.

Antelope Slot CanyonO sol mais elevado entre os meses de março e outubro, trás mais luz para o interior do canyon e provoca a formação de feixes de luz nas fendas do teto. Se o seu objetivo for fotografar estes feixes de luz você deve levar o horário do dia  em consideração, interagindo com os guias  locais e tentando agendar (ou reagendar)  a visita para os momentos  que a luz penetra verticalmente as fendas do canyon.

Antelope Slot CanyonVocê terá dificuldades para agendamento visto que estes horários são muito disputados pelos turistas e fotógrafos. Caso consiga agendar, prepare-se para partilhar as locações com inúmeros outros fotógrafos que estarão com você no interior do canyon.

Antelope Slot CanyonComo nossa visita foi feita durante a primavera, o agendamento foi mais fácil mas somente conseguimos agendar com 30 dias de antecedencia para o horário das 6:30hs da manhã! Vendo minhas fotografias dá para constatar que mesmo em um horário não tão adequado podem ser feitas ótimas fotografias se o seu objetivo prioritário não for fotografar os feixes de luz que descem a partir do teto do canyon.

Antelope Slot Canyon

Utilizamos uma lente 24-70mm e camera Nikon D750. Na maioria das vezes usei a lente em grande angular (24mm) e em alguns lugares usei o zoom (70mm) para pegar alguns detalhes das paredes/teto do canyon.  Não se esqueça de clicar também olhando para cima, embora seja uma posição desconfortável, grandes imagens podem ser encontradas no contraste do teto e com o céu que aparece nas frestas.

Antelope Slot CanyonO EXIF das fotos que fiz sem uso de tripé no interior do canyon às 6:30hs da manhã no mês de maio, ficou em torno de ISO 3200, velocidade 1/60 e abertura entre f/2.8 e f/5.6. Portanto, vá com uma boa câmera que possa fazer fotos com qualidade com ISO 3200!!

Agende a sua visita ao Antelope Slot Canyon

A visita no Antelope Canyon é feita exclusivamente em grupos guiados por índios Navajos que exploram o canyon em uma tour de cerca de 50 minutos de duração no interior do canyon e mais cerca de 30 minutos de deslocamento de Page até o canyon. Eles fornecem tranporte 4×4 a partir da cidade de Page e o agendamento (www.antelopeslotcanyon.com) deve ser feito com antecedência pela internet ao custo de cerca de US$50,00/pessoa (Upper Antelope Canyon). Há inúmeras empresas dos índios Navajos que fazem o tour, nós fomos pela Antelope Slot Canyon Tour by Chief Tsosie.

Outras atrações de Page

Visite também o Horseshoe Bend na rodovia US 89 a poucas milhas ao sul da cidade de Page.  O nome se deve ao formato de ferradura de uma curva do rio Colorado.  A melhor vista é alcançada por meio de uma trilha de cerca de um quilômetro de caminhada pelo deserto, partindo da rodovia U.S.89 onde há uma estacionamento para os veículos. A trilha termina em um penhasco às margens do rio, cujas paredes tem cerca de 400 metros em relação ao nível do rio Colorado.

Horseshoe BendA Wahwhep Marina fica próximo da cidade de Page a  cerca de ¼ milha da costa do Lago Powell. Vá no por do sol que é o momento ideal para fazer belas fotografias do Lake Powel. A Wahweap Marina oferece muita diversão com uma grande variedade de barcos e atividades para você escolher. Você também pode desfrutar do restaurante  e loja de presentes no Lago Powell Resort.

Whawhep Marina

_______________________________________________

Texto: José Maria

 

Estrada Real: Diamantina até Serro

Estrada-Real-LogoReservamos o dia para fazer um trecho de cerca de 65 km da Estrada Real, partindo de Diamantina até a cidade histórica de Serro, passando por algumas pequenas vilas como Milho Verde.

Nosso plano era retornar no final da tarde para Diamantina para participar da Vesperata no dia seguinte.

Estrada Real perto de Diamantina

Saímos de Diamantina pela manhã e pegamos a Estrada Real que é de terra até Milho Verde. Paramos para tirar algumas fotos, incluindo os famosos marcos da Estrada Real.

Milho Verde

Marco da Estrda RealApós passarmos por belos trechos da Estrada Real, subindo e descendo montanhas da Serra do Espinhaço,  passamos pelos povoados de Vau e São Gonçalo do Rio das Pedras antes de chegar em Milho Verde.

Em Milho Verde fomos primeiro visitar a  pequena, mas famosa, capela de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos que foi utilizada em clipe de divulgação de disco do cantor Milton Nascimento.

A partir da Capela e de seu belo pátio gramado no alto de uma pequena colina,  tem-se  uma bela vista das montanhas nos arredores. A Capela foi construída no século XIX por escravos, sendo atualmente o cartão postal de Milho Verde.

capela de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

Milho Verde está a 1.120 metros de altitude e fica a 23 km da cidade histórica de Serro, da qual é distrito. A população é de cerca de 500 moradores no povoado e 1200 na área rural. As casas são simples com  algumas ruas cobertas com grama verde que dá um charme especial ao povoado. Infelizmente existem algumas casas históricas que foram modificadas ou ruíram por falta de conservação.  O povoado de Milho Verde também é famoso  por suas belezas naturais sendo cercado por belas cachoeiras e morros da serra do Espinhaço.

Chafariz de Milho Verde

O nome Milho Verde vem do fato das lavras da região terem pertencido ao português Manoel Rodrigues Milho Verde, natural de Moinho em Portugal. O lugarejo foi um antigo ponto de controle de impostos, sendo a rua do Quartel assim chamada por ter um quartel e posto fiscal para vigiar a passagem de pessoas e mercadorias pela Estrada Real.

Em pleno século XX ainda existia garimpo na região.  Garimpeiros com dragas e bombas, desviaram cursos de rios e revirando cascalhos causaram vários danos ecológicos na região. Atualmente, a mineração na região é proibida.

O povoado de Milho Verde foi descoberto para o turismo na década de 80 e atualmente os moradores do lugarejo praticamente vivem do turismo, com o desafio de explorar o potencial turístico ao mesmo tempo preservar as belezas naturais e históricas do lugar.

Trecho asfaltado da Estrada Real entre Milho Verde e Serro

Após darmos uma volta por Milho Verde  e visitar o antigo chafariz, almoçamos em um restaurante simples e rumamos para a cidade histórica de Serro pela Estrada Real, já asfaltada neste trecho. A paisagem muda um pouco neste trecho, primeiramente porque o asfalto tira o charme da estrada e segundo porque a flora fica mais verde e mais densa com trechos de  mata bem fechada.

Vista Capela de Santa Rita em Serro

Serro

Ao chegarmos de Milho Verde entramos pela parte alta da cidade do Serro e antes de descermos as ladeiras paramos na Capela de Santa Rita, que é o cartão postal da cidade. A capela fica na parte alta da cidade tendo uma enoooorme escada que dá na parte baixa junto ao centrinho da cidade. Tiramos fotos na parte de cima ao lado da Capela e fomos de carro para a parte baixa da cidade onde tiramos mais fotos da Capela no topo do morro e do conservado casario colonial da cidade.

Capela SaCapela Santa Rita, cartão postal de Serro

A pequena cidade de Serro tem hoje cerca de 21 mil habitantes, é cercada por serras, rios e cachoeiras, sendo uma excelente dica para quem gosta  de cidades históricas e ecoturismo. As origens da cidade são do início do século XVIII em um arraial que centralizava a exploração de ouro na região.

Casario de Serro

O primeiro nome foi   Arraial do Ribeirão das Minas de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro do Frio. Em 1714 o povoado recebeu oficialmente o nome de “Vila do Príncipe” pelo governador da capitania de Minas Gerais. Em  1720 passou a sede da comarca do Serro do Frio  que abrangia todo o norte-nordeste da capitania. Em 1838, a vila foi elevada à categoria de cidade, com o atual nome de Serro.

Casario da cidade de Serro

As minas de ouro e diamantes foram exploradas exaustivamente durante quase cem anos. No início do século XIX, com a decadência da mineração, a pecuária e a agricultura de subsistência se desenvolveram de forma precária. No final do século XIX, o Serro não conseguiu se integrar com a malha ferroviária e se isolou ainda mais, dificultando o seu desenvolvimento.

O isolamento de certa forma ajudou a conservação do patrimônio histórico da cidade que, em 1938, teve o seu acervo histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Após visitarmos as igrejas e o casario, antes de  retornamos para Diamantina, paramos para um café mineiro com bolo de fubá!  Nossa viagem de volta foi por um belo caminho alternativo, com 86 km de asfalto, passando pela cidade histórica de Datas.

 


Texto: José Maria e Imaculada

Vídeo da Viagem de Harley pelo Canada em 2012

Viagem de Harley no Canada 2012

Veja o vídeo COMPLETO com o registro da viagem em motocicletas Harley-Davidson feita pelos integrantes do Tennessee Campinas H.O.G. Chapter (José Maria/Imaculada, Betão/Marli, Geraldo/Solange, Jeferson/Maria Helena  e Tobias/Tânia) pelas montanhas, lagos e parques da parte oeste do Canadá.

A duração total do Vídeo é de 20 minutos sendo o resumo de mais de 16 horas de gravações feitas em 4 câmeras (incluindo 2 GoPro)…. No vídeo são mostradas imagens do grupo em suas motocicletas pelas cidades Vancouver, Merrit, Kelowna, Lake Louise, Banff, Jasper, Golden, Revelstoke e Victoria.

O vídeo mostra o grupo passando pela mais bela estrada do mundo, a Icefields Parkway, e  por inúmeros desafios que aumentaram a adrenalina da viagem: muito frio, muita chuva, 2 avalanches que interromperam o caminho forçando a uma mudança no percurso inicialmente planejado, ursos na estrada e travessias em balsas com as motos pelos lagos Canadenses…tudo isso pode ser conferido no Vídeo!!!  Os detalhes da viagem já foram postados neste Blog em Junho/2012 com as fotos disponibilisadas em nossa página Viver mais a Vida no Facebook.

Vejam abaixo o vídeo COMPLETO da viagem:

Este vídeo é uma excelente dica  para todos os nossos amigos Harleyros que pretendam, algum dia, fazer de moto o mesmo trajeto de viagem no Canadá!!!


Texto: José Maria

Canada 2012 Ride: Retorno ao Brasil

Indice da Viagem Canada Western Lakes Harley Ride 2012

Canada 2012 Ride: retorno ao Brasil
Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat
Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour
Canada 2012 Ride: Chuva, Frio e 2 Avalanches
Canada 2012 Ride: de Harley até o Maligne Lake
Canada 2012 Ride: nossas Harleys na Icefields Highway
Canada 2012 Harley Ride: Moraine Lake e Banff
Canada 2012 Ride: o magnífico Lake Louise
Canada 2012 Ride: enfim, com as motos na estrada!
Canada 2012 Ride: Vancouver
Canada 2012 Ride: passeio até Niagara Falls
Canada 2012 Ride: início da viagem em Toronto
Canada 2012: embarcando em Guarulhos!
Canada 2012: Western Lakes Harley Ride

Aproveitamos a manhã do dia 29 de junho para descançar e dormir um pouco mais no hotel em Vancouver.

Após o café da manhã aproveitamos o tempo bom para passear a pé pela cidade, fotografando prédios e monumentos interessantes. Ao meio dia saímos do hotel para o aeroporto onde almoçamos antes de pegar o avião para o Brasil. Antes de embarcar torramos o final dos dolares canadenses em traquitanas como acessórios para iPAD, chocolates, balas, etc.

Embarcamos às 3:00hs da tarde rumo à Toronto e fizemos uma escala de 1:30hs antes de tomar o avião rumo ao Brasil. Chegamos em São Paulo às 11:30hs da manhã do sábado e após os desembaraços de bagagens e freeshop pegamos uma VAN que nos aguardava no aeroporto para o retorno à Campinas!

Chegada em Guarulhos

Agradecimentos

Iniciamos a viagem sem o Hélio e Cristiana, que com certeza fizeram falta na viagem…lembramos deles inúmeras vezes, sempre nos momentos alegres e descontraídos onde o casal, sem dúvida, tem o seu ponto forte!  Prestamos aqui nossa homenagem ao casal que participou das reuniões e churrascos de planejamento de toda a viagem, mas que por uma fatalidade não puderam participar devido ao acidente no sábado 09 de junho, quando o Hélio atropelou um cachorro na avenida Norte e Sul em Campinas, resultando em queda da moto e  ferimentos que impediram a sua ida ao Canadá!

Gostaríamos de fazer agradecimentos à todos que, de alguma forma, contribuíram para tornar ainda melhor a viagem:

  • Primeiramente, agradecemos ao nosso Anjo da Guarda  que foi a 13ª estrela no logotipo da nossa Viagem! A viagem transcorreu sem incidentes que pudessem colocar em risco a nossa segurança!
  • Ao José Maria pelo trabalho de planejamento de toda a viagem  e por ter conduzido o grupo em segurança, como Road Capitain por toda a viagem!
  • Ao Tobias que gentilmente se ofereceu para conduzir a VAN no trecho que seria do Hélio (que não foi à viagem por ter sofrido acidente no sábado anterior ao início da viagem).
  • À Tânia, sempre pronta para configurar o seu GPS, nos auxiliando nas horas que necessitamos  de auxílio na direção a ser tomada!
  • Ao José Maria (design), ao Hélio, Tânia e Cebola pela operacionalização da confecção da camiseta da viagem!
  • Ao Jeferson por ter gentilmente se oferecido para conduzir a VAN pela Icefield Parkway, a parte mais bonita do nosso passeio, na qual todos estavam ansiosos para andar de moto!
  • À Silvia e Patrícia da SM Tur, pelo apoio na operacionalização das reservas de Motos, Hoteis e Vôos.
  • Finalmente, agradecemos às nossas Queridas que ficaram  toda a viagem juntinho à nós em nossa garupa durante os momentos de chuva e de frio…mesmo havendo espaço sobrando na VAN!

 

 


 

Texto: José Maria

Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat

Indice da Viagem Canada Western Lakes Harley Ride 2012

Canada 2012 Ride: retorno ao Brasil
Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat
Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour
Canada 2012 Ride: Chuva, Frio e 2 Avalanches
Canada 2012 Ride: de Harley até o Maligne Lake
Canada 2012 Ride: nossas Harleys na Icefields Highway
Canada 2012 Harley Ride: Moraine Lake e Banff
Canada 2012 Ride: o magnífico Lake Louise
Canada 2012 Ride: enfim, com as motos na estrada!
Canada 2012 Ride: Vancouver
Canada 2012 Ride: passeio até Niagara Falls
Canada 2012 Ride: início da viagem em Toronto
Canada 2012: embarcando em Guarulhos!
Canada 2012: Western Lakes Harley Ride

No dia 28/06 saímos cedo do hotel rumo a Vancouver, tomando o Ferry-Boat em Swartz Bay distante 35 km de Victoria. O casal que conduz a VAN desde a saída de Merrit é o José Maria/Imaculada que acumulou a função de Road Capitain neste trecho.  Embarcamos a VAN e as motos no Ferry Boat e nos o preparamos para a demorada travessia de cerca de 1:40hs.

Balsa em Swartz Bay

Chegando no Tsawwassen Ferry Terminal do lado do continente,  após desembarcar a VAN e as Harleys, fomos direto à Eaglerider em Richmont entregar as motos alugadas.

Após a entrega formal das motos, rumamos na VAN e em um taxi para Vancouver onde pernoitamos no mesmo Hotel que ficamos na chegada.

Almoçamos num restaurante grego próximo ao Hotel e a  noite foi livre, cada um fazendo seu prório programa na cidade.

A nossa saída para o Brasil está prevista para amanhã à tarde, com uma escala em Toronto.

Motos embarcadas no Ferry Boat


Texto: José Maria

Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour

Indice da Viagem Canada Western Lakes Harley Ride 2012

Canada 2012 Ride: retorno ao Brasil
Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat
Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour
Canada 2012 Ride: Chuva, Frio e 2 Avalanches
Canada 2012 Ride: de Harley até o Maligne Lake
Canada 2012 Ride: nossas Harleys na Icefields Highway
Canada 2012 Harley Ride: Moraine Lake e Banff
Canada 2012 Ride: o magnífico Lake Louise
Canada 2012 Ride: enfim, com as motos na estrada!
Canada 2012 Ride: Vancouver
Canada 2012 Ride: passeio até Niagara Falls
Canada 2012 Ride: início da viagem em Toronto
Canada 2012: embarcando em Guarulhos!
Canada 2012: Western Lakes Harley Ride

Saímos de Merrit às 8:00hs da manhã  e chegamos em Victoria no meio da tarde após serpenteamos a Hwy  5  e 1 com as Harleys, passando por belos vales e picos nevados com a temperatura chegando a 5 graus. Durante toda a viagem o tempo foi nublado com chuva em vários trechos do trajeto.

Chuva na estrada entre Merrit e Victoria

Chuva na estrada entre Merrit e Victoria

Paramos na loja Harley-Davidson da cidade de Chilliwack para comprar camisetas. Em Tsawwassen embarcamos a VAN e as Harleys em um Ferry-boat com destino à cidade de Shwartz Bay na ilha onde fica a cidade de Victoria, que é o nosso destino neste trecho da viagem.  Chegando em Shwartz Bay, após desembarcarmos a VAN e as motos, rumamos na direção sul até Victória, onde chegamos no meio da tarde  com um belo céu azul com nuvens. Fomos para o nosso Hotel, o Fairmont Empress, e após descarregarmos as malas saímos de VAN para um City Tour pela cidade e em seguida fomos fazer compras em um Shopping Center.

Hotel Fairmont Empress em Victoria

Fundada em 1843, Victoria foi durante o primeiro século de existência a maior e principal cidade do oeste do Canadá.  Atualmente Vancouver é a  maior cidade da região, com cerca de 500 mil habitantes, mas Victoria com seus 70 mil habitantes é a capital do estado de British Columbia.

Existe uma grande diferença na arquitetura entre as cidades de Vancouver e Victoria. Enquanto Vancouver se verticalizou nas últimas décadas, com seus modernos edifícios, Victoria manteve  seu estilo original, de prédios  baixos com  arquitetura da época vitoriana.  A construção mais famosa da cidade é o  prédio do Parlamento da British Columbia, com seus mais de 100 anos de existência é um prédio  imponente com mais de  150 metros de fachada.  Além da beleza externa o prédio guarda no seu interior belo acervo que pode ser visitado diariamente de forma  gratuita (solicite na entrada o “Free tour ticket”) em uma tour guiada que acontece a cada 30 minutos em horário comercial.

Prédio do Parlamento em Victoria

Em Victoria, nós ficamos hospedados em uma outra imponente construção da cidade: o Hotel Fairmont Empress, localizado ao lado do Parlamento. O prédio do hotel foi construído no início do século passado, e conta com mais de 450 quartos, muitos deles já frequentados por artistas, celebridades e membros da família real britânica.

Galera em frente ao Hotel Fairmont Empress

Localizada há poucas quadras do Hotel Empress, fica  a região de Chinatown com diversas lojinhas e restaurantes chineses. Vale a pena passear na região e se possível comer nos inúmeros restaurantes.

Atrás do Parlamento, a poucas quadras de distância fica a imponente catedral de Christ Church, considerada uma das maiores igrejas do Canadá. A catedral é  em estilo gótico e foi contruída toda em pedra com um impressionante vão em seu interior iluminado por grandes vitrais.

Butchart Gardens

Butchart Gardens

No dia seguinte saímos de moto para ir ao  Butchart Gardens distante cerca de 20 km do centro da cidade. Antes passamos na loja HD de Victoria que fica no caminho. O butchart Gardens é um  impressionante conjunto de jardins floridos que recebem mais de um milhão de visitantes por ano. Na temporada de verão e durante a época natalina o lugar tem uma  grande variedade de entretenimento, com concertos  musicais de jazz à música clássica sendo que nas noites de sábados há uma queima de fogos de artifício sincronizada com trilhas sonoras da música clássica.


Texto: José Maria