Paraísos Ecológicos

O espetacular Grand Canyon

Grand CanyonO Grand Canyon  é uma gigantesca fenda com até 1.800 metros de profundidade,  446 km  de comprimento e com até 29 km de largura esculpida pelo rio Colorado no terreno arenoso do estado americano do Arizona.

O Grand Canyon e a Floresta Kaibab em seu entorno fazem parte do Grand Canyon National Park.  Estudiosos defendem a tese de que o Rio Colorado iniciou o  seu curso na área há cerca de 5 a 6 milhões de anos atrás e desde então vem fazendo o corte do canyon  levando sedimentos, alargando e aprofundando a fenda do canyon.

O Grand Canyon é desde 1979 patrimônio da Unesco e atualmente é visitado por mais de 5 milhões de pessoas anualmente.

Grand CanyonEsta foi a quarta vez que visitamos o Grand Canyon… para tornar a visita diferente resolvemos fazer algo difícil mas possível de conseguir: ficar hospedado em um dos hotéis no interior do parque na Grand Canyon Village! Com um pouco de sorte conseguimos ficar no Maswick Lodge que fica na vila  junto à borda do Grand Canyon, com isso foi possível apreciar em caminhadas o efeito da luz ao nascer do sol e no pôr do sol nas rochas alaranjadas das paredes do canyon.

O Maswick Lodge fica praticamente no início da trilha “Rim Trail” que tem cerca de 21 km de extensão e segue a borda do canyon na direção oeste, não sendo possível ir de carro particular nesta direção do canyon (somente de ônibus ou pela trilha!). Os mirantes nesta direção são: Trailview Point, Moricopa Point, Powel Point, Hopi Point, Mojave Point, The Abys Point, Monument Creek Vista, Pima Point e Hermits Rest Point.

Grand CanyonQuando chegamos ao Grand Canyon National Park entramos pela entrada leste vindo do Bryce Canyon e seguimos pela estrada “Desert View Drive” parando nos mirantes Desert View Point, Navajo Point,  Grandview Point, Lipan Point e Moran Point… fizemos isso para ajustar o nosso tempo com a hora do check-in no hotel que reservamos no interior do parque. Assim que chegou a hora para o check-in passamos direto pelos mirantes restantes e fomos para o hotel… voltaríamos mais no final da tarde para registramos o pôr do sol e no dia seguinte para registrarmos o nascer do sol nos mirantes.

Grand CanyonAlém de hotéis, a vila Grand Canyon Vilage tem supermercado (Market  Plaza), restaurantes para todos os gostos, lojas, museus  e áreas para camping. O parque disponibiliza também um ônibus interno gratuito para levar os turistas da vila para as principais atrações… nós dispensamos o ônibus e fomos em nosso carro ou à pé para caminhadas na borda do canyon!  Quem não conseguir ficar nos hotéis no interior do parque pode ficar em Tusayan, um lugarejo formado por um amontoado de Hotéis e Motéis na parte externa do parque bem próxima à entrada sul.

Grand CanyonSe pudéssemos replanejar a viagem teríamos ficado mais um dia no Grand Canyon pois a experiência de ficar hospedado em Hotel no interior do parque aumenta as possibilidades e o prazer de explorar o lugar!

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Texto: José Maria

Visitando o Bryce Canyon National Park

Bryce CanyonO Bryce Canyon é um parque nacional localizado no sudoeste do estado de Utah, nos Estados Unidos. A principal característica do parque, que não é propriamente um Canyon,  é a coleção de anfiteatros naturais gigantes ao longo do lado leste de um longo platô. O Bryce Canyon fica em uma altitude muito maior do que outros parques da região variando ente 2.400m e 2.700 m, portanto prepare agasalhos e espere para uma temperatura muito menor do que os outras partes da região, principalmente na primavera e no outono. Quando nós chegamos ao Bryce Canyon estava nevando!

O parque Bryce Canyon fica aberto 24 horas por dia durante o todo o ano, podendo ter partes fechadas durante os meses de inverno devido ao acúmulo de neve na estrada. A entrada custa US$30,00/veículo com validade por 7 dias e inclui o uso gratuito do ônibus do parque.

Bryce CanyonO Bryce Canyon tem características únicas devido a estruturas geológicas chamadas “hoodoos”, formadas pela erosão natural do terreno formado por rochas sedimentares.  É impressionante ver as formas  das rochas nas cores vermelhas, laranja e brancas que proporcionam visões espetaculares para os visitantes do parque.  Temos uma nítida impressão que a mão humana fez  algumas das partes do parque devido a regularidade e a beleza dos “hoodoos” esculpidos pela natureza.

Bryce CanyonO parque pode ser visitado em um dia, indo  de carro pela estrada asfaltada que corta o parque até os inúmeros mirantes e caminhando pela borda do canyon em trilhas existentes em alguns  destes mirantes. Alguns dos mirantes que obrigatoriamente devem ser explorados são o “Inspiration Point”, o “Sunset Point” (principalmente no final da tarde), o “Sunrise Point” que é mais bonito no início da manhã e o “Bryce Point”.  Quem puder ficar mais de um dia no parque deve percorrer algumas das inúmeras trilhas do parque como a trilha “Navajo Loop” e a trilha “Queens Garden Trail” que descem a encosta  do canyon. Por falta de tempo não fizemos as trilhas… se pudéssemos refazer o nosso planejamento teríamos colocado mais um dia no Bryce Canyon e explorado melhor as suas belezas!

Bryce CanyonA área do parque era habitada no final do século 19 por Mormos com sobrenome Bryce  e se tornou um Monumento Nacional em 1923 sendo  designada como um Parque Nacional em 1928 com o nome Bryce Canyon. O parque cobre cerca de 145 km quadrados  e recebe bem menos visitantes que outros parques da região (Zion e Grand Canyon).

Estrada para o Bryce CanyonA melhor hospedagem, e também a mais cara, é na vila Bryce Canyon bem na entrada do parque. Outras opções são hotéis e motéis nas pequenas cidades de  Panguitch e Tropic próximas da entrada do parque, respectivamente 36km e 16 km. Ficamos hospedados no Best Western Ruby Inn que fica bem na entrada do parque, curtimos muito o estilo country do hotel  e o recomendamos.

Existem poucas opções para alimentação tanto na vila Bryce Canyon como  ao  longo da estrada que liga o parque às cidades vizinhas. Nós jantamos no charmoso restaurante que fica ao lado da General Store na cidade de Tropic a 16 quilômetro do Bryce Canyon, recomendamos!

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Texto: José Maria

Reflexos de Moab em Utah

CanyonlandsA charmosa e pequena cidade de Moab, no estado de Utah nos Estados Unidos, esconde 3 maravilhosos parques: O Arches National Park, o Canyonlands National Park e o Dead Horse Point State Park. A cidade fica em um vale cercado por montanhas alaranjadas e por si só é um charme com muitos cafés,  restaurantes e hotéis. A cidade é considerada  nos Estados Unidos como a capital do Off-Road e por esta razão atrai também muitos praticantes deste esporte… deu até vontade de alugar uma “gaiola” e partir para a terra… rsrsrsrs

Escolhemos a cidade para ficar 2 dias em nossa viagem e planejamos  visitar os 3 parques. Na primavera de 2017 o parque Arches estava com obras de pavimentação abrindo  às 7:00hs horas e fechando às 7:00hs da noite e, portanto, o nosso desejo de fotografar este parque no nascer e no pôr do sol não pôde ser realizado… mesmo assim, pudemos fazer belas fotos das altas profundezas do Parque Nacional Canyonlands, Dead Horse Point Park e da  paisagem de rocha vermelha do Arches National Park.

ArchesArches National Park

A entrada do parque  fica a 8 km ao norte de Moab, ao longo da Estrada 191. O parque fica aberto 24 horas por dia  durante todo o ano, a taxa de entrada é US $25,00/veículo podendo ser usado por 7 dias.

O parque concentra  o maior número de arcos de arenito natural do mundo com mais de 2.000 arcos catalogados. O parque possui também uma incrível variedade de formações geológicas,  rochas maciças e altos picos  que podem ser explorados  em trilhas para caminhadas. A estrada asfaltada interna ao parque tem cerca de 56 km de extensão e leva aos principais pontos de interesse  dentro do parque como o Double Arch, o Tower Arch, o Delicate Arch, o Windows, o Landscape Arch, etc. É necessário caminhar por trilhas para alcançar alguns destes pontos de interesse.

Arches

CanyonlandsCanyonlands National Park

A entrada do parque fica a 46 km ao norte de Moab. O parque fica aberto durante todo o ano, 24 horas por dia sendo a taxa de entrada de US$25,00/veículo (7 dias de validade). Procure estar no parque ao nascer do sol ou no pôr do sol, pois são momentos particularmente mais bonitos para apreciar as vistas panorâmicas do canyon.

O Canyonlands é o maior parque nacional de Utah. O parque e dividido em vários distritos com entradas diferentes muito distantes uma das outras, por esta razão optamos pela maneira mais fácil de ver o parque que é a parte chamada “Sky” que compreende uma visita na parte superior dos Canyons do parque. A parte “Sky” do parque fica em cima de uma enorme mesa de 1500 pés de altura que literalmente forma uma “ilha no céu”.

Canyonlands

Esta parte do parque possui  inúmeras paradas  com estacionamento para carros de onde pode-se ter  vistas espetaculares a partir da estrada asfaltada que corta o parque. Em alguns pontos, os  visitantes podem ver muito longe, resultando em vistas panorâmicas que abrangem milhares de quilômetros quadrados do canyon.  Existem também trilhas para caminhadas e as estradas para veículos Off-Road com  acesso às áreas da parte de baixo dos Canyon, mas não visitamos estas áreas pois nosso carro comum não permitia esta aventura.

Dead Horse Point State Park

Visitar o parque Dead Horse Point  é um passeio perfeito  com vistas espetaculares do Rio Colorado e do Parque Nacional Canyonlands. A entrada do parque fica a 51,5 km ao norte de Moab. O parque fica aberto o ano todo das 6:00hs às 10:00hs da noite e a taxa de entrada é de US$15,00/veículo (3 dias de validade).

Dead Horse PointEmbora a área do Parque Estadual Dead Horse Point seja pequena, ele é um dos parques mais espetaculares de Utah. A visão de Dead Horse Point é uma das vistas panorâmicas mais fotografadas do mundo, com uma  vista panorama deslumbrante sobre as encostas e vales  esculpidos no Canyonlands.  Milhões de anos de atividade geológica criaram as vistas espetaculares do Parque Estadual Dead Horse Point com a erosão do terreno pela água da chuva, pelos ventos e pelos rios.

Diz uma lenda que o ponto era usado como um curral para cavalos selvagens que vagavam pela parte superior do canyon. Os vaqueiros os conduziam pelo gargalo estreito de terra do canyon  e os deixavam no ponto presos por obstáculos que não deixavam os cavalos fugirem. Uma vez os cavalos foram deixados no local por um longo período de tempo e como não havia água na parte superior do canyon  eles  morreram de sede. Este episódio deu nome à região!

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Texto: José Maria

Reflexos de Gonçalves

Já faz algum tempo que queríamos conhecer Gonçalves em Minas Gerais. Embora a cidade seja pequena, com pouco mais de 4 mil habitantes, possui uma área rural repleta de atrativos para o turista. São inúmeras cachoeiras de águas cristalinas e de fácil acesso, como a cachoeira do Simão e a cachoeira das sete quedas, uma das mais bonitas da cidade.

Escondida na Serra da Mantiqueira em Minas Gerais, a pequena cidade possui uma desenvolvida rede Gourmet e Hoteleira, com inúmeras aconchegantes pousadas e restaurantes com uma diversificada gastronomia. O visitante tem que visitar os pequenos bairros/lugarejos ao redor da cidade para conhecer alguns dos restaurantes e atrações turísticas além de conhecer pessoas simples e acolhedoras da região.

Na cidade uma opção é o restaurante Janelas com Tramelas e na zona rural o restaurante da Vilma, localizado no Bairro dos Venâncios, com comida típica mineira no fogão à lenha. Para quem gosta de curtir a noite, as opções são o Janelas com Tramelas que tem uma boa música ao vivo e o charmoso bar Porto do Céu com MPB de qualidade e deliciosos pratos. A cidade possui também muitos ateliers e lojinhas de artesanato, com arte feita com material de reciclagem e coisas antigas.

Restaurante Janelas com Tramelas
Rua Cel. João Viêira, 65, Gonçalves – MG
Telefone: (35) 3654-1279

Restaurante da Vilma
Bairro dos Venancios, Gonçalves – MG
Telefone: (35) 99837-0896

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Texto: José Maria

A bela Ilhabela!

Esta é a primeira vez que fomos a Ilhabela de carro! Em outras 4 ocasiões fomos de motocicleta. Neste artigo vamos dar algumas dicas sobre o que fazer em Ilhabela.

O município de Ilhabela fica na Ilha de São Sebastião a 135 km de São Paulo. A ilha tem 348 km2 estando entre as 5 maiores ilhas do litoral brasileiro. Como a ilha é formada por altas montanhas a ocupação se deu na orla da ilha margeando todo o canal entre a ilha e o continente. A população hoje de Ilhabela é de cerca de 26 mil habitantes distribuídos na estreita faixa habitada da orla oeste da ilha de São Sebastião.

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Existem inúmeras pequenas praias com águas calmas na orla da ilha voltada para o canal de São Sebastião, todas acessíveis de carro por uma estrada asfaltada de cerca de 40 km (do extremo norte ao extremo sul). No outro lado da ilha, ainda muito pouco habitado, temos a famosa praia de Castelhanos com suas águas límpidas e agitadas nos seus  mil metros de comprimento. A praia possui uma boa infraestrutura, com quiosques que servem petiscos e bebidas, além de disponibilizarem banheiros e mesas. O acesso pode ser feito através de barco ou por uma íngreme estrada de terra de 23 km.

Onde ficar em Ilhabela?

As praias, hotéis, pousadas e restaurantes ficam distribuídos pela orla habitada de Ilhabela qué e estreita e longa (cerca de 40 km de extensão) e ligada por uma muito bem cuidada estrada asfaltada. Vale a pena percorrer com calma toda a estrada para vislumbrar a belíssima paisagem da ilha.

Existe um centro histórico, a chamada “Vila”, onde está concentrado um bom número de lojinhas, cafés e restaurantes sendo portanto o ponto de concentração da vida noturna na ilha.

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As vezes que fomos à Ilhabela ficamos em hotéis próximos da Vila. Caso a sua visita coincida com a ancoragem de transatlânticos, se prepare pois a vila fica muito agitada. Nesta nossa viagem haviam nada menos que 3 transatlânticos ancorados…a Vila estava absolutamente tomada de turistas que desceram dos navios para passear e almoçar em Ilhabela…no dia desta muvuca pegamos o carro e fomos almoçar no restaurante Nova Iorqui que fica no extremo sul da ilha, que devido à distância estava muito tranquilo!!

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E os Borrachudos?

Outra vantagem de ficar em pousadas nas proximidades da Vila é que por ser uma área urbana, existe um menor número de mosquitos borrachudos te picando…nesta nossa viagem tivemos poucas picadas de mosquitos, pois existia muito turista de navio para ser picado….rsrsrsrsrs

Caso você vá para o outro lado da Ilha, na praia de Castelhanos, vá preparado com repelentes pois você poderá ser devorado por borrachudos!!!

A regra geral é: quanto mais mata atlântica perto de você haverá mais borrachudos…evite locais próximos de cachoeiras pois haverá muuuuuitos borrachudos!

O que fazer na Ilha?

Reserve um dia para ir até a praia de Castelhanos do outro lado da ilha. A estrada de acesso é de terra com cerca de 23 km atravessando uma serra muito íngreme e perigosa. Se o seu carro não for de tração 4×4 rezar para que não chova na estrada!  Desde 2013, durante a temporada e nos feriadões o acesso de carro á praia de Castelhanos é controlado sendo permitido apenas cerca de 100 carros e 60 motocicletas por dia. Desta vez não fomos em Castelhanos, em nossa visita anos atrás fomos sem problemas de motocicleta trail!

Visite as praias da parte norte da ilha e pare nos inúmeros quiosques para tomar uma cerveja gelada. Devido à topografia as praias da parte norte são mais acessíveis de carro que as praias da parte sul da ilha. Na parte sul, na maioria das pequenas praias  é necessário deixar o carro na estrada e descer um barranco para acessar os quiosques na praia.

nova-irqui-ilhabelaEm nossa visita, como falamos acima, aproveitamos que a Vila estava cheia de turistas dos transatlãnticos e fomos almoçar no restaurante Nova Iorqui que fica extremo sul da Ilha, exatamente onde termina o asfalto.

Como o restaurante Nova Iorqui fica em cima de um penhasco em uma parte alta da estrada, já fora da orla do canal de São Sebastião, ele tem um vista privilegiada do mar à partir das suas mesas. É possível visualizar o perfil da ilha Alcatraz no horizonte!

 

 

 

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O restaurante é  muito procurado pela grande variedade de pratos à base peixes e frutos do mar, com destaques para a tábua de frutos do mar, a anchova caiçara e risotos. O por do sol no restaurante é lindo, mas como fomos na almoçar não pudemos conferir esta beleza!!  Como o restaurante fica incrustado na mata atlântica é recomendado levar um repelente para os borrachudos.


Texto: José Maria e Imaculada

Dicas de Foz do Iguaçu: Cataratas, Itaipu, Argentina e Paraguai

A última vez que visitamos Foz do Iguaçu foi no evento HOG Rally em 2003. Desta vez fomos exclusivamente para revisitar as atrações turísticas da cidade.

Após um planejamento prévio da viagem decidimos que iríamos de carro, pois planejávamos pernoitar no caminho e visitar a região de Prudentópolis, a “terra das cachoeiras gigantes”. Entretanto, como havia previsão de muita chuva para o dia da viagem e as cachoeiras de Prudentópolis tem acesso por estradas de terra, resolvemos não arriscar e apenas almoçamos na ida em Prudentópolis e continuamos a viagem para Foz do Iguaçu.

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Igreja Ucraniana de Prudentópolis

Em nosso planejamento estavam previstas as seguintes atividades em Foz do Iguaçu:

  • Passeio Diurno e Noturno em Itaipu
  • Passeio nas Cataratas
  • Passeio à Argentina (Free Shop, cassino e restaurantes)
  • Passeio no Parque das Aves
  • Compras no Paraguai

Visita em Itaipu (Diurno)

Optamos pela visita completa à Itaipu que inclui  passeio completo de ônibus pelo topo e pelos mirantes da Usina com acesso à parte interna de produção. Visitamos os túneis internos à barragem, os gigantescos geradores de energia, o centro de controle além de ter uma completa explicação feita por 2 guias durante toda a visita. Recomendamos este passeio, mas como o grupo de turistas para o passeio é reduzido, em feriados pode ser difícil encontrar ingressos disponíveis. Uma outra possibilidade é o passeio Panorâmico em Itaipu onde somente são visitados os principais mirantes da Barragem. Como este passeio tem uma duração de 2:30hs, reserve cerca de 4 horas para este passeio.

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Visita em Itaipu (Noturno)

Toda sexta e sábado às 20hs é apresentado um show de luzes e música clássica na barragem de Itaipu. Os turistas embarcam em ônibus no centro de recepção de Itaipu e rumam para um mirante onde os turistas descem dos ônibus para ver o show de luzes. Após um vídeo institucional começa o show de iluminação da barragem com luzes multicoloridas sincronizadas com o ritmo de uma música clássica. Após o show os ônibus passam por diversas partes da Barragem possibilitando a visualização das luzes multicoloridas de outros ângulos. Leve agasalho se quiser ficar na parte superior do ônibus, que por ser aberta venta muito! Este passeio é recomendado para todos, pela beleza das luzes e pela grandiosidade da barragem iluminada. Se quiser fotografar, para possibilitar uma maior qualidade das fotos,  não esqueça de levar o tripé para a sua câmera!!

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Parque dos Pássaros

Com inúmeros pássaros, a novidade deste parque é que o visitante entra nos gigantescos viveiros das aves possibilitando um contato direto com os diversos pássaros: araras, tucanos, corujas, flamingos, etc. Existem viveiros onde alguns pássaros mais mansos se aproximam dos visitantes podendo até serem tocados.

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Este passeio é fortemente recomendado para crianças e fotógrafos, visto que é uma oportunidade única de fotografar os pássaros sem o incômodo das grades dos Zoológicos convencionais. O parque fica junto à entrada do Parque das Cataratas, portanto combine os dois passeios e reserve pelo menos 1:30hs para este passeio.

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Parque das Cataratas

O acesso ao parque é feito via ônibus que saem do centro de visitantes, logo na entrada, levando os turistas para os diversos pontos de acesso às atrações do Parque das Cataratas. Os turistas que estiverem de carro devem  estacionar os mesmos no centro de visitantes e pegar os ônibus para entrar no Parque das Cataratas. Existem paradas do ônibus para acesso à trilhas, ao passeio de bote pelo Rio Iguaçu e finalmente para acesso à passarela que margeia as cataratas por cerca de 1.200 metros, terminando no elevador que leva os turistas para o nível da estrada onde fica uma área de restaurantes e fast food às margens do rio Iguaçu, pouco antes das cataratas.

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Se o dia estiver aberto com sol, planeje a visita n parte da manhã, se possível às 9hs logo após a abertura do parque. Nesta hora, nas manhãs de sol podem ser vistos arco íris formados pelas gotículas de água em suspensão que embelezam ainda mais a vista das cataratas.  Se possível fique até a tarde, ou retorne ao parque na parte da tarde para poder ter outra visão das cataratas iluminadas pelo sol da tarde. No dia que visitamos, devido à grande chuva que caiu no interior do Paraná no dia anterior,  o volume de águas do Rio Iguaçu estava 5 vezes maior do que o normal e a água estava com cor marrom.

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Passeio à Argentina (Free Shop, Cassino e restaurantes)

Planeje a sua visita na argentina de forma que você visite o Free Shop, visite o Cassino e faça um jantar nos restaurantes da cidade de Puerto Iguassu. A vantagem do Free Shop argentino é a comodidade, pois é possível ir no seu carro sem ter que passar pela aduana da Argentina. Tudo é muito limpo e chic, entretanto os produtos são geralmente mais caros que no Paraguai.  Após visitar o Free Shop faça a travessia da fronteira para a Argentina e visite o Cassino e aproveite para jantar em um dos restaurantes próximos. Existem ótimos restaurantes que ficam em torno de um belo jardim cujo acesso é feito por dentro do Cassino (ou do Hotel 5 estrelas que fica ao lado do Cassino). Também existem restaurantes que ficam na rua atrás do cassino, sendo o acesso feito pela rua que fica próximo ao estacionamento do Cassino.  Nós optamos por comer uma Parrilla em um dos restaurantes integrados ao Cassino, estava excelente!

Compras no Paraguai

Fazer compras no Paraguai pode ser um interessante passeio além de aproveitar a compra de produtos por preços bem mais em conta que nas lojas brasileiras. Entretanto algumas dicas devem ser seguidas:

  • planeje antecipadamente os produtos que irá comprar e as melhores lojas com os referidos produtos. Faça lista de compras acessando os sites das lojas na internet. Desconfie de lojas que não tenham sites na internet.
  • contrate um taxi ou VAN (se for grupo) de preferência de cooperativas brasileiras (evite VANs e taxis Paraguaios). Os principais hotéis tem um balcão onde além de passeios turísticos, vendem tickets de VAN para o Paraguai. Fomos de VAN com outros 6 turistas, descemos em um shopping logo na entrada do Paraguai e foi agendado uma hora para retornarmos para o Brasil a partir do mesmo ponto onde descemos da VAN.
  • não se assuste com a muvuca, você pode andar com certa segurança pelas ruas da Ciudade del Este…entretanto não dê atenção para os vendedores ambulantes que infestam as ruas, se você der atenção para um aparecerá uns 50 que o importunarão sendo difícil se livrar deles! Além disso, normalmente oferecem produtos com problemas (Ex. Pen Drive muito baratos que não funcionam!!!).
  • ao comprar  um produto, após recebê-lo na retirada de pacotes da loja, verifique se está tudo OK, se é o modelo adquirido, se está em perfeito estado (se possível faça um teste!). Não saia nas ruas com as sacolas com o nome da loja, se possível coloque os produtos em sacolas “genéricas” sem identificação das lojas.

Texto: José Maria e Imaculada

Visconde de Mauá, Maringá e Maromba!

A última vez que fomos a Visconde de Mauá, há 7 anos atrás, a estrada ainda era de terra! Desta vez pudemos conferir a bela estrada parque asfaltada que liga Penedo a Visconde de Maúa e continua até Maringá e Maromba, pequenas vilas distantes cerca de 6 km da vila principal de Visconde de Mauá, com cerca de 6 mil habitantes.

Visconde de Mauá - RJ

Na região de Mauá, o turista tem à sua disposição mais de 100 pousadas e dezenas de restaurantes, alguns muito bem cotados no ranking da boa comida feito pelo Guia 4 Rodas.

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A região é coberta com uma belíssima mata em área de preservação ambiental incrustada  na serra da Mantiqueira a cerca de 1200 metros de altitude. Os turistas dispõem de inúmeras atrações como belas cachoeiras, rios de águas cristalinas  e vales com natureza preservada além de uma variada gastronomia.

Museu Duas Rodas, Visconde de mauá, RJ

Uma das atrações que devem ser visitadas em Visconde de Mauá é o Museu Duas Rodas que possui um acervo de mais de 300 motos e bicicletas.  A coleção foi iniciada há 30 anos pelo seu idealizador Robson Pauli, sendo considerada hoje uma referência em motocicletas raras.

Museu Duas Rodas, Visconde de Mauá, RJ

Museu Duas Rodas, Visconde de Mauá, RJ

O Museu está Localizado em um acesso de terra a partir da estrada que liga Visconde de Mauá a Maringá, após rodar 4 km na estrada de terra chega-se ao Museu que fica ao lado das “Corredeiras do Alcantilado”, uma  área de lazer que possibilita contato com a natureza e com inúmeras atrações de esportes radicais (Tirolesa, Estilingue, Pull-Scale, Pendulo, Arvorismo, Boia-Cross, Orbital-Giroscópio, etc.).  Havendo disponibilidade de tempo, vale a pena o visitante levar roupa de banho e aproveitar a ida ao Museu Duas Rodas e curtir também a natureza e os esportes nas Corredeiras do Acantilado (mais informações no site http://www.museuduasrodas.com.br ).

Nesta nossa visita a Mauá,  como estávamos com o nosso Yorkie Johnny, ficamos na Pousada Recanto da Serra onde pets são bem vindos…aliás praticamente todos os restaurante que fomos (Gosto com Gosto, Casa de Pedra, Ratatouille, etc.) aceitam a entrada de turistas com pets.

Restaurante Gosto com Gosto
Rua Wenceslau Braz 148 Visconde de Mauá – Resende – RJ
Tel: (24) 3387.2004 e 3387.1382

Restaurante Ratatouille
Alameda Gastronômica, Maringá – MG
Tel: (24) 9856-1502

Resaturante Casa de Pedra
Alameda Gastronômica, Maringá – MG
Tel: (24)9822-7129

Pousada Recanto da Serra
Al. Gsatronômica, Maringá – MG
Tel: (24) 3387-1498 e 9831-7587


Texto: José Maria

Fazendo arte em Inhotim

Já faz algum tempo que eu e a Imaculada estávamos programando uma visita ao Centro de Arte Conteporânea Inhotim. O Centro é  localizado na cidade de Brumadinho a 60 km de Belo Horizonte e foi  idealizado por Bernardo Paz, um empresário do setor siderúrgico que, com a abertura do Inhotim, formou o mais importante acervo de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte contemporânea ao ar livre do mundo. Ficamos sabendo que o nome Inhotim vem de “Nhô Tim”, como era chamado o Senhor Timothy, um inglês que era responsável por uma mineradora que existiu no local no século XIX.

Jardins de Inhotim

Em 2006, Bernardo Paz abriu o local para a visitação do público em geral, criando o Instituto Inhotim. Hoje o acervo do Inhotim tem mais de 500 obras de artistas brasileiros e estrangeiros, entre os quais Hélio Oiticica, Tunga,  Cildo Meireles, Vik Muniz, Ernesto Neto, Matthew Barney, Doug Aitken, Chris Burden, Yayoi Kusama, Paul McCarthy, Zhang Huan, Valeska Soares, etc.

Inhotim - Galeria da artista Adriana Varejão

Inhotim: Galeria da artista Adriana Varejão

O local é imenso, necessitando pelo menos 2 dias para ser visitado! Possui um terreno acidentado com área total é de 786  hectares (tamanho de 1000 campos de futebol), com  jardins projetados por Burle Max e uma  área de preservação com  mata nativa.

Cisnes em Inhotim

Existe na área de visitação do Inhotim um  jardim exuberante com  inúmeras galerias de artes, obras de arte ao ar livre,  restaurantes, muita mata nativa e cinco maravilhosos  lagos com  águas azuis.

Obra do artista Hélio Oiticica no Inhotim

Devido à exuberante flora, em 2011 o Instituto Inhotim recebeu do Ministério do Meio Ambiente a classificação oficial de jardim botânico com  mais de 4.300 espécies de plantas, entre as quais mais de 1.500 espécies de palmeira, formando a maior coleção de palmeiras do mundo.

Obra do artista Chris Burden no Inhotim

Obra do artista Jarbas Lopes

O Inhotim fica aberto de terça a domingo,  inclusive nos feriados. O ingresso custa R$14,00 (meia entrada) e R$28,00 (inteira), sendo que às terças a entrada é gratuita.

No interior do Inhotim existem carrinhos elétricos (semelhantes aos de campo de golfe)  com condutores que levam os visitantes para as Galerias e obras de arte mais distantes. O ticket para o carrinho deve ser comprado na entrada do Inhotim e custa R$20,00 para andar quantas vezes quiser durante um dia inteiro.

Embora caminhar pelo Inhotim seja uma experiência fantástica, para quem esteja com tempo limitado para a visita, recomendamos comprar o ticket de transporte, pois só assim é possível visitar o Inhotim em 2 dias…sem o carrinho  são necessários pelo menos 3 dias!

Um dos lagos de Inhotim

Lago de Inhotim

Outro lago de Inhotim

Nós compramos o Ticket do carrinho apenas para o primeiro dia e concentramos neste dia a visita em todas as Galerias distantes. No segundo dia visitamos as Galerias e obras de arte que ficam no circuito que tem que ser feito obrigatoriamente à pé (o carrinho não passa pela parte central do Inhotim!).

Obra do artista Edgard Souza no Inhotim

Obra do artista Edgard Souza no Inhotim

Almoçamos no restaurante Oiticica que fica dentro do Inhotim. A comida é de qualidade e o atendimento é impecável. No restaurante o visitante pode optar pelo sistema de buffet (R$49,00/kg) ou por pratos à La carte. Nós optamos pelo buffet nos dois dias que almoçamos no restaurante Oiticica e adoramos a comida!

Obra dos artistas John Ahearn e Rigoberto Torres no Inhotim

A cidade de Brumadinho ainda não conta com hotéis em quantidade suficiente para atender a demanda dos visitantes de Inhotim, por isso é comum muitos visitantes se hospedarem em hoteis de Belo Horizonte.

Chalé da Pousada Dona Carmita

Chalé da Pousada Dona Carmita

Nós ficamos na Pousada Dona Carmita onde as instalações, apesar de simples, eram muito boas com ótimo atendimento. A Pousada Dona Carmita tem um bom restaurante que abre para almoço e jantar. Optamos pelo restaurante da Pousada no jantar, pois em Brumadinho tem  poucas opções de restaurantes.

Realmente Inhotim é um lugar único…coisa de primeiro mundo! Muito organizado, funcionários treinados para um atendimento de alto nível, tudo muito limpo, restaurantes com comida nota 10 e principalmente obras de arte de grandes artistas nacionais e estrangeiros…Após conhecer Inhotim eu e a Imaculada, sentimos muito orgulho de sermos mineiros!

Assista abaixo o Vídeo oficial do Inhotim!

Veja o Making Of do Vídeo do Inhotim

Centro de Arte Contemporânea Inhotim
Rua B, 20, Inhotim, Brumadinho, MG, Brasil
Tel: +55 31 3571.9700   e-mail: info@inhotim.org.br
Horário: Terça, Quarta, Quinta e Sexta 9:30 às 16:30. Aos Sábados, Domingos e feriados de 9:30 às 17:30.

Pousada Dona Carmita
Rodovia MG 040 Km 49, 1508 – Brumadinho – MG – Brasil
Tel: 31 3571-3862   e-mail: contato@pousadadonacarmita.com.br


Texto: José Maria e Imaculada

Patagônia 2009: A fauna da Península Valdez

Índice de posts da Viagem Patagônia 2009

Península Vandez

A cidade de Puerto Madryn fica ao longo de uma bela curva da baía Golfo Nuevo e é conhecida como um resort de verão, embora sua função principal seja servir de base para turistas visitarem as belezas da rica fauna da região.

Hoje, sábado dia 31/10,  tiramos o dia para visitar a Península Valdez cuja entrada do parque  fica a 75 km de Puerto Madryn.

A Península Vadez é uma das mais importantes reservas marinhas do planeta. Entre o final de junho e início de dezembro a península é o lar de um dos seus mais famosos residentes temporários, a baleia do pólo sul.

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Península Valdez

Em Punta Delgada, na ponta sudeste da península Valdez, é o local ideal para se ver leões marinhos e, na alta temporada , uma enorme colônia de mais de 5.000 elefantes marinhos, que se deitam na praia aos pés dos rochedos.

Fretamos um tour completo para visitar as atrações da península, que além da Van para a parte terrestre, incluía um belíssimo passeio de barco para chegarmos bem perto das baleias.  Nesta época do ano elas estão presentes em grande número na região e, portanto,  fica muito fácil encontrá-las!!! ….Foi o máximo ver baleias tão de perto!!

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Focas na Península Valdez

É impressionante como a fauna da península é exuberante, além de ficamos lado a lado com as Baleias, vimos  piguins, leões marinhos e inúmeras focas… O passeio foi sensacional!!!

 

 

 

 

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Baleias nas águas da Península Valdez

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Texto: PHD Cabanas (Geraldo)

O paraíso de Fernando de Noronha!

Praia da Conceição

Desta vez, eu e a Imaculada decidimos não participar do HOG Rally de Florianópolis e fomos curtir o feriado de primeiro de maio (meu níver!) no arquipélago de Fernando de Noronha… O arquipélago pertence ao estado de Pernambuco, sendo formado por 21 ilhas com uma área de 26 km². A ilha principal tem 17 km² e fica a 545 km do Recife e a 360 km de Natal. Em 1988, cerca de 8 km² da área total do arquipélago foi declarada Parque Nacional possibilitando a proteção da fauna e flora existentes, incluindo os golfinhos rotadores e tartarugas marinhas.

A Vila dos Remédios, que fica no centro geográfica da ilha principal do arquipélago, é o único núcleo de povoamento com apenas 2100 habitantes. No povoado  existem inúmeras pequenas pousadas familiares, lojas de artesanato e restaurantes. A maioria das ruas de Noronha é de terra, existindo somente uma estrada com 7 quilômetros de extensão (BR-363) que liga o porto ao norte da ilha à Baía do Sueste.

Fernando de NoronhaAntes de se tornar um paraíso para o turismo nos dias atuais, o arquipélago abrigou um presídio que funcionou de 1737 a 1942, sendo que a partir de 1938 abrigou presos políticos do Estado Novo.

Fomos para Fernando de Noronha  utilizando milhagens na parte aérea e, portanto, não contratamos  pacote de turismo de uma operadora.  Tivemos portanto que fazer as reservas de vôo,  hotel, pagar as taxas de turismo, pagar o translado na chegada e na saída ilha. Reservamos 5 dias para conhecermos os inúmeros atrativos naturais do arquipélago, acreditamos que este número de dias seja ideal!

Pousada Solar dos Ventos com Baía de Sueste ao fundo

A vantagem de nós mesmos termos feito as reservas é que pudemos escolher uma belíssima pousada na baía de Sueste (Pousada Solar dos Ventos) ao invés de ficar nas pequenas pousadas familiares onde normalmente as operadoras de turismo acomodam seus clientes. Uma pousada familiar é um estabelecimento que funciona de forma agregada a uma residência de um morador da ilha com poucos quartos e que a própria família toma conta dos serviços. Geralmente essas pousadas são simples,  mas o serviço é atencioso e são muito limpas.

Como dica, é muito importante você  ficar em uma pousada “bem localizada”, onde bem localizada deve ser entendido como uma pousada que tem naturalmente uma bela vista e uma localização privilegiada  próximo de alguma bela praia…Por incrível que pareça não existem muitas opções de pousadas deste tipo em Fernando de Noronha! A maioria das pequenas pousadas familiares  ficam na Vila dos Remédios que fica  localizado no meio da ilha, portanto sem grandes possibilidades de vista para belas praias.

Mirante com a Baía dos Porcos ao fundo

A Bahia de Sueste possui muito poucas pousadas, todas charmosas e muito confortáveis. Nós ficamos hospedados ao lado da famosa Pousada Maravilha,  em um aconchegante chalé da  pousada Solar do Ventos com uma vista cinematográfica da Baía do Sueste.

Uma outra dica é alugar um Bugre para você ter liberdade de locomoção na ilha. O valor da diária gira em torno de R$150,00 reais. Com a liberdade de um Bugre, pudemos  acordar cedo  e ir ver os golfinhos rotadores e a desova das tartarugas marinhas curtindo o nascer do sol nas praias da parte leste da ilha e no final da tarde fomos para inúmeras praias da parte oeste da ilha  para curtir o maravilhoso e romântico pôr do sol…

Existem inúmeras opções de  trilhas e caminhadas em Fernando de Noronha, algumas feito no interior do parque devem ser feitas com  orientação e fiscalização do IBAMA. Preferimos não fazer todas as caminhadas abaixo, optando por ir de Bugre até as praias e completar o passeio com pequenas incursões nas trilhas adjacentes às praias:

  • Caminhada Praia da Conceição ao  Mirante dos Golfinhos: longa trilha com inicio na Praia do Cachorro, cruzando as praias do Meio, Conceição, Boldró, Americano, do Bode e Cacimba do Padre, Baía dos Porcos e, finalmente, através de uma bela trilha até a enseada da praia do Sancho onde tem um mirante para observação de Golfinhos.
  • Caminhada Mirante dos Golfinhos até a Praia Cacimba do Padre: a partir da BR-363, por uma pequena trilha, chega-se  ao Mirante dos Golfinhos de onde seguindo por uma trilha de fácil percurso, chega-se ao famoso mirante da Baía dos Porcos, o mais famoso cartão postal de Fernando de Noronha.
  • Caminhada para a Praia do Leão e Praia do Sueste: trilha de fácil acesso até a  Praia do Leão, onde em determinadas épocas do ano ocorre a desova das tartarugas marinhas. Continuando a trilha, chega-se ao mirante da Ponta das Caracas e finalmente à  belíssima  Baía do Sueste.
  • Caminhada Histórica:  pela Vila dos Remédios incluindo as ruínas do antigo presídio e Igreja de Nossa Sra dos Remédios e passando por 3 belas praias.

Baía do Sancho

Além de visitar as diversas praias de Bugre fizemos passeio de barco organizado por empresa local até várias praias, incluindo  a  Baía dos Porcos. É muito importante  que você também por trilha até o mirante na baía do Sancho para tirar a foto no ângulo mais famoso da baia dos Porcos com as duas pequenas ilhas “Dois Irmãos”, que é o cartão postal mais conhecido de Fernnado de Noronha.

Baía dos Porcos e os morros Dois Irmãos

Como  programa noturno  procure jantar cada dia em um restaurante diferente. Outro programa noturno  é assistir as excelentes palestras na sede do IBAMA, sede do Projeto Tamar, onde se pode comprar belas camisetas ao mesmo tempo que se ajuda a preservação das tartarugas. Logo após a palestra do IBAMA uma opção é um agito num forró no Bar do Cachorro.
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Texto: José Maria