Hobby

Campinas Harley Night Ride

O Tennessee Campinas H.O.G. Chapter é formado por um grupo de motociclistas proprietários entusiastas de motocicletas da marca Harley-Davidson de Campinas e região (H.O.G.=Harley Owners Group).

Somos um grupo de pessoas que gostam e curtem andar de motocicleta… Aos sábados, nos reunimos na Loja Tennessee Harley-Davidson no distrito de Sousas, em Campinas, para um café da manhã seguido por um passeio de moto  para as cidades localizadas num raio de 200 km de Campinas. Nestes passeios, além de curtir andar de moto,  aproveitamos para almoçar em algum lugar interessante além de conhecermos os pontos turísticos das cidades visitadas. Já fizemos resenhas de diversos restaurantes visitados (selecione a categoria Gourmet deste blog para ver algumas resenhas de restaurantes).

Os passeios são sempre muito concorridos, geralmente conta com a presença de 20 a 50 motocicletas na estrada.  Incentivamos aos membros do Chapter a  trazerem familiares para participarem dos passeios nas garupas das motocicletas. Estes passeios e eventos são excelentes oportunidades para se fazer a integração ao grupo e estreitar os vínculos de amizade com os demais membros.

Passeio Harley Night Ride

Neste mês de setembro, seguindo a sugestão do nosso colega de Diretoria do H.O.G. Chapter, Reynaldo Stein, inovamos com passeios noturnos de motocicleta pelos points de agito noturno de Campinas. O primeiro passeio foi em 22/09 com destino final a Hamburgeria Greg´s em Barão Geraldo e nesta última quarta dia 28/09 fomos até o restaurante Seo Rosa Gramado. Cerca de 25 motos se  reuniram às 19:00 na Loja Tenessee Campinas, saindo para o passeio às 20:00hs após um excelente café e um briefing dos pontos que percorreríamos na cidade. O grupo passou pelos pontos de agito noturno do Cambuí, passando em frente do Piola, Boteco São Bento, Seo Rosa Cambuí, Pizzaria Paparazzi, Coronel Mustarda, Chopperia Fritz, etc. O destino final do passeio de moto foi o Restaurante Seo Rosa Gramado, onde todos participaram de um ação beneficente cuja verba arrecadada foi para a entidade S.O.S. Pequeninos.

Os passeios noturnos estão sendo ótimos pois possibilitam unir em dias da semana, coisas que gostamos muito: encontrar amigos, comer bem e andar de moto!!

TENNESSEE CAMPINAS H.O.G. CHAPTER
Av. Antonio Carlos de Couto Barros, 1510
Distrito de Sousas – Campinas – SP
Tel: (019) 3758-4400 (falar com Stefani)
VER NO MAPA

TENNESSEE CAMPINAS HARLEY DAVIDSON
Av. Antonio Carlos de Couto Barros, 1510
Distrito de Sousas – Campinas – SP
Tel: (019) 3758-4400
VER NO MAPA

RESTAURANTE SEO ROSA GRAMADO
Alameda dos Vidoeiros, 455
Gramado – Campinas – SP

INSTITUTO S.O.S PEQUENINOS
Rua Dr.Silvio de Moraes Sales,101
Cambuí – Campinas – SP
Tels:  (19) 3203-2145  e   3203-2148
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Texto: José Maria

A marcha dos Motociclistas

Cruzando de moto a Cordilheira dos Andes - 2008

Cruzando de moto os Andes em 2008

Resolvi escrever este post para analisar os pontos em comum entre as marchas dos motociclistas e dos pingüins…

Isso mesmo, motociclistas e pinguins!!

O que tem a ver? Primeiramente, veja o filme “A marcha dos Pingüins”, em seguida leia os diversos posts deste blog e os links com relatos de  longas viagens de grupos de motociclistas.

A Motivação

Você verá que tem tudo a ver…principalmente se fizermos uma análise sobre a grande motivação dos dois grupos para as suas longas marchas: os pinguins em busca da perpetuação da espécie e os motociclistas em busca de aventura e  liberdade !!

Marcha dos Pinguins, o FilmeOs pingüins e  suas companheiras se arriscam em marchas de mais de 100 km no gelo, em baixíssimas temperaturas durante o inverno na Antártica.

O objetivo é sempre irem num mesmo local que é ideal para o acasalamento e conseqüentemente garantirem a perpetuação da espécie. Tanto durante a marcha, como no local escolhido, estão sempre em grupos e são fortemente solidários pois sabem que a sobrevivência de um depende do grupo. Eles se defendem formando um grande círculo, um do lado do outro, para se protegerem do forte frio e dos predadores.

A importância dos Amigos de Aventura

Como os pingüins, os motociclistas sabem muito bem a importância de estar acompanhado de amigos em uma longa viagem pelas estradas. Sabem que os amigos ajudam nos momentos difíceis e de perigo.

Comungam da mesma motivação e objetivos! São movidos por um forte desejo de superação, onde os obstáculos vencidos fortalecem a alma e a amizade entre os integrantes do grupo. Toda grande viagem de motocicleta tem um grande objetivo estabelecido e, atingí-lo, passa a ser uma meta almejada pelo grupo de forma tão forte, quanto a marcha dos pingüins em busca da perpetuação da espécie. O retorno destas grandes aventuras de moto, trás uma alegria imensa pelo objetivo alcançado…alegria de terem conseguido superar os seus limites que foram desafiados na aventura!!!

Como os pingüins, os motociclistas são capazes de voltar anualmente em grupos a determinado destino, eventualmente com alterações de percurso, sempre com o mesmo objetivo da aventura anterior…e ao retornarem íntegros da aventura, são capazes de sentir novamente os mesmos sentimentos de alegria e superação!!

Queridas Garupas

Outra comparação com os pingüins é com relação às queridas garupas…as valentes esposas que compartilham os mesmos sentimentos e objetivos acima!! Como os pingüins, nestas longas viagens, o companherismo entre o casal é fundamental para a superação dos desafios…chuva, vento, frio, calor, altitude, estradas ruins tem que ser superados em cima da motocicleta. Um sempre ajudando o outro, tendo em mente o objetivo final da aventura que no caso dos pingüins é o acasalamento para a perpetuação da espécie…. No caso dos casais  motociclistas a única diferença é que não há tanta preocupação com a perpetuação da espécie nos acasalamentos durante a viagem…rsrsrs
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Texto: José Maria e Imaculada

Rally Dakar 2010: Argentina e Chile

Eu e a Imaculada estamos em viagem de turismo por Buenos Aires e região desde o dia 28/12/2009.

Hoje  tivemos a oportunidade de fazer um programa diferente: acompanhamos a largada do Rally Dakar, que está sendo realizado pela segunda vez consecutiva na América do Sul, devido a problemas de segurança com os carros e  pilotos no Rally Paris-Dakar nos desertos do norte da África.

O cerimonial com a partidas dos 361 participantes do Rally foi na Praça da República, em frente ao Obelisco, em Buenos Aires.

Uma  multidão muito animada de cerca de 250 mil pessoas, na qual estávamos  eu e a Imaculada,  prestigiaram a abertura do evento.

Foram colocados cordões de isolamento  em  mais de 6 quilometros das Avenidas 9 de Julho, Calle Mitre  e Avenida de Mayo por onde as motos, quadricíclos, carros e Caminhões desfilaram após a largada oficial.

O piloto  argentino Javier Pizzolito foi a primeira vítima do Rally, com o fogo que se alastrou em sua moto antes da sua partida oficial.

Moto do piloto Javier Pizzolito

O Rally será realizado no período de  1 a 17 de janeiro, e terá 15 etapas nos territórios argentino e chileno, totalizando cerca de  9 mil quilômetros  incluindo o cruzamento das geladas montanhas da Cordilheira dos Andes por estrada de terra e o Deserto do Atacama com suas gigantescas dunas.

Sao as seguintes as etapas do Rally Dakar:

02/01: Buenos Aires – Córdoba (ARG)
03/01: Córdoba – La Rioja
04/01: La Rioja – Fiambalá
05/01: Fiambalá – Copiapo (CHI)
06/01: Copiapo – Antofagasta
07/01: Antofagasta – Iquique
08/01: Iquique – Antofagasta
09/01: Reposo
10/01: Antofagasta – Copiapo
11/01: Copiapo – La Serena
12/01: La Serena – Santiago
13/01: Santiago – San Juan (ARG)
14/01: San Juan – San Rafael
15/01: San Rafael – Santa Rosa
16/01: Santa Rosa – Buenos Aires

O total de 361 participantes estao divididos nas seguintes classes de veículos:

Largada das motocicletas

160 Motocicletas, com a participação de seis pilotos brasileiros:

Rodolpho Mattheis,
Carlos Ambrosio,
Bernardo Bonjean,
Tiago Fantozzi,
Vicente De Benedictis Neto e
Antonio Sequeira.

11 Quadricíclos, com a participação de apenas um piloto brasileiro, Carlo Giovanni  Collet Júnior.

 

140 Carros, com a participação de 8 equipes brasileiras:

  • Mauricio Jose Neves/ Clecio Maestrelli,
  • Jean de Azevedo/ Youssef Haddad,
  • Guilherme Spinelli/ FilipePalmeiro,
  • Klever Kolberg/ Giovanni Godoi,
  • Julio Bonache/ Lourival Roldan,
  • Reinaldo Marques Varela/ Erley Ayala,
  • Sven Fischer/ Joao Stal e
  • Sergio  Williams/ Rodrigo Konig.

O carro do piloto paulista Klever Kolberg  será o primeiro veículo na história do Rally Dakar a competir usando o etanol como combustível, seu carro é  um Mitsubishi Pajero Sport Flex com um tanque de combustível adaptado para uma capacidade de 570 litros.

50 Caminhões, com a participação apenas da equipe brasileira André  de Azevedo/ Maykel Justo.

Largada dos Carros

Largada dos Caminhões

Desfile pelas Avenidas após a largada oficial


Texto: José Maria 

Como escrever e publicar um Livro?

Livro com dicas de como escrever um livro

Livro com dicas de como escrever um livro

Como muitas pessoas que eu conheço, penso sempre algum dia escrever um livro!! A vontade vem e vai ao sabor das disponibilidades de tempo que a gente tem. Sempre quando bate a vontade as perguntas são as mesmas, e para variar não sabemos as respostas… Acabo de ler um pequeno grande livro sobre o tema: “Escreva seu livro”. Com a leitura, tive respondidas magnificamente todas as minhas dúvidas e mais algumas que eu nem imaginava que poderia ter.

Nas cerca de 150 páginas do livro voce tem dicas de como escrever o conteúdo, dicas de como procurar e abordar editoras e, principalmente, o enorme número de erros que nós leigos cometemos ao nos aventurar nesta área.

O livro está com partes disponibilizadas na internet pela autora, em um excelente website www.escrevaseulivro.com.br, onde também pode ser adquirido o livro. Abaixo os links para os tópicos disponibilizados na Internet:

Comece a escrever

Publique por conta própria

Encontre uma editora

Título do Livro:  Escreva seu livro
Autora: Laura Barcellar
Editora: Mercuryo
154 páginas

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Texto: José Maria

Eu e minha moto

O fascínio dos quarentões e cinqüentões pela motocicleta. Seis de cada dez Harley-Davidson no Brasil pertencem a homens com mais de 45 anos.

Quando o filme Sem Destino (Easy Rider) estreou, em 1969, eles eram rapazinhos de tudo. O tempo passou, eles cresceram, começaram a trabalhar, juntaram dinheiro e… compraram uma motocicleta cara. Bem-sucedidos profissionalmente, esses quarentões e cinqüentões podem se dar ao luxo dos longos passeios sobre duas rodas – como faziam os personagens de Peter Fonda, Dennis Hopper e Jack Nicholson na fita americana. Andar sobre duas rodas, para eles, é uma experiência de liberdade e de juventude.

É tão prazeroso que eles se organizam em clubes, encontram-se regularmente e têm o costume de viajar em grupo. Quando não estão pilotando suas máquinas, eles se divertem em oficinas especializadas e lojas de peças e acessórios. Nessas horas, parecem crianças. Não é preciso fazer muito esforço para adivinhar qual a moto dos sonhos desses garotões.

Eles costumam rodar montados em uma Harley-Davidson, a lendária motocicleta americana lançada em 1903 e imortalizada por Fonda, Hopper e Nicholson. Dos cerca de 5 000 exemplares em circulação no Brasil, 60% estão nas mãos de homens com mais de 45 anos. O modelo preferido dessa turma é a Heritage Classic, a mais clássica das Harley, cujo preço gira em torno dos 50 000 dólares, sem acessórios. Chega sexta-feira e lá vão eles. Sozinhos ou em grupo, jaqueta de couro e capacete coquinho (fazer o quê?), vários madurões brincando de “easy rider”.

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Artigo completo no link abaixo:
http://veja.abril.com.br/especiais/homem_2004/p_050.html

Máquinas maravilhosas

No comando: cada vez mais as mulheres deixam a garupa para pilotar suas próprias motocicletas. Mas ainda há quem se admire com isso

A Psicóloga Maria Imaculada e sua Harley Davidson Deuce: prazer

A Psicóloga Maria Imaculada e sua Harley Davidson Deuce: prazer

Quem ouve o ronco de uma moto turbinada já imagina um marmanjão com cara de mal, vestido de couro dos pés a cabeça. O estereótipo existe, mas não representa a diversidade de tipos e estilos da turma que mantém uma intensa relação de amor com as motocicletas. Apesar de os homens dominarem em número a trupe de apaixonados, muitas mulheres têm deixado a garupa para assumir a posição de piloto. “Lugar da mulher é no comando do guidom”, sentencia a jornalista Elisa Vitachi.

Seja conduzindo as pequenas FYM de 150 cilindradas ou as caríssimas e corpulentas Harley Davidson, as mulheres conquistam mais espaço sobre duas rodas a cada dia. Mesmo assim, há quem se admire quando elas passam no comando de suas máquinas, observa a faturista Ana Carolina Gardini.

As motociclistas não negam que provocar olhares é uma tremenda massagem no ego. Porém, não querem para si a fama de peruas motorizadas e muito menos de barbeiras. Algumas, ainda novatas, planejam dominar outros itens além do ponteiro do tanque de combustível. “Eu não entendo de mecânica, mas sei o que cada indicador no painel de instrumentos mostra”, avisa a psicóloga Maria Imaculada Carvalho. Elisa também não fica na mão quando a máquina apresenta problema. “Apesar de não ser mecânica, procuro entender o funcionamento da minha moto”, afirma.

A consultora Cristiane Fernandes: uma Honda Falcon 400 para passear

A consultora Cristiane Fernandes: uma Honda Falcon 400 para passear

Com o motor girando e com o domínio pleno do painel de instrumentos, é hora de as beldades pegarem a estrada. A sensação de liberdade que uma motocicleta proporciona é o que mais fascina e cativa as novas fãs. “Quando se viaja de moto, você deixa de ser espectador e se torna parte da paisagem”, descreve a consultora de beleza Cristiane Fernandes.

A rotina de ir ao trabalho, ao shopping ou até mesmo às baladas sobre uma moto desperta sensações. “A noção de liberdade é indescritível”, afirma Elisa. A jornalista costuma encontrar as amigas motociclistas no Cambuí. “É engraçado chegar de moto em um bar. Todo mundo olha, principalmente os meninos.”

Utilizar a moto no trânsito pesado da cidade envolve outras questões. Praticidade e economia são algumas. “Minha moto faz 40 quilômetros por litro, é muito econômica”, diz Ana Carolina. A faturista aproveita o baixo consumo de combustível para curtir alguns recantos da cidade com o namorado. “Outro dia, fomos ao observatório, no Pico das Cabras, em Joaquim Egídio, e a moto consumiu apenas dois litros”, comemora.

Nas ruas ou nas estradas, com o vento batendo no rosto, as mulheres estão descobrindo por inteiro um prazer que até bem pouco tempo só desfrutavam em parte, como coadjuvantes. “Gosto de viajar na garupa da moto do meu marido porque somos muito unidos, mas pilotar é uma sensação maravilhosa”, resume a psicóloga Maria Imaculada.

Amor, meu grande amor

Elvira, apelido de uma Suzuki Intruder 125, é considerada como melhor amiga por sua dona, a jornalista Elisa Vitachi. A relação entre as duas dura três anos e é fruto de uma decepção. “Eu namorava um rapaz que curtia muito motocicleta. Quando acabou o namoro, ficou o amor pela máquina”, conta. A primeira moto de Elisa foi adquirida quando a jornalista tinha 18 anos de idade. “Fui demitida e a comprei com o dinheiro da rescisão. Foi um investimento e a vendi um mês depois.”. Em 2005, depois de perder o carro em um acidente, acabou optando pela compra de uma moto. “Resolvi tirar carta e comprei a Elvira.”

Desde criança Cristiane Fernandes sonhava pilotar uma moto. “Meu irmão tinha e eu dizia em casa que iria ter a minha quando crescesse”, lembra. O sonho se aproximou da realidade quando Cristiane resolveu participar de um consórcio. “Tirei habilitação e me preparei para receber a moto”, conta. Quando terminou de pagar as prestações, a consultora de beleza teve medo de enfrentar a cidade sobre duas rodas. “Minha família achava perigoso e eu acabei vendendo a moto.”

Mas a paixão por pilotar acabou prevalecendo e Cristiane resolveu enfrentar seus medos. Há dois anos e meio, com a ajuda do marido, ela passou a treinar até se sentir segura o suficiente para pilotar sozinha. Com o marido e os amigos, hoje ela passeia pelas cidades da região de Honda Falcon 400. “Viajamos todos os finais de semana. É muito bom”, comemora.

O irmão de Luciana Incrucci foi o responsável por despertar na nutricionista uma grande paixão por motos. “Ele sempre foi um aficionado e me ensinou a pilotar”, diz. A vontade de aprender era tanta que, ainda adolescente, Luciana treinava numa Yamaha R1, modelo que pesa quase 200 quilos. “Ela ainda é grande para mim, mas meu irmão sempre ajudou.”

Luciana está habilitada desde os 18 anos e, de lá para cá, são 9 anos de carteira e amor pela máquina. Na garagem, ela mantém duas motos: uma FYM 150, que utiliza na cidade, e uma FYM 250 Custom, para rodar na estrada. “Amo as duas”, garante.

A Psicóloga Maria Imaculada, que hoje pilota, completou 20 anos de garupa e viajou pela Rota 66, nos EUA.

A Psicóloga Maria Imaculada, que hoje pilota, completou 20 anos de garupa e viajou pela Rota 66, nos EUA.

Ao acompanhar de perto o interesse do marido pelas motocicletas – hoje ele pilota uma Harley Davidson Deuce –, a psicóloga Maria Imaculada Carvalho acabou se rendendo à paixão. “Acabei me apaixonando também”, ressalta. Flechada pelo “cupido motociclista”, Imaculada passou a esperar ansiosa pelos passeios no final de semana. “Eu ficava na expectativa de pegar a estrada.”

Com 20 anos de garupa, a psicóloga sentiu que era o momento de assumir o comando da moto. “Não tinha coragem de pilotar, mas meu marido me incentivou e acabei tirando a habilitação”, lembra. A recompensa foi uma Harley Davidson Deuce presente de Natal que ganhou em 2005. Ela participa do clube de motociclistas da Harley Davidson Campinas. O grupo viaja pela região todos os finais de semana.

Vestidas para pilotar

Sem esquecer itens de segurança como capacete, jaquetas de couro e botas, as motociclistas acabam dando um jeito de não ocultar a beleza. “Não saio com minha moto sem antes passar um batom, um blush e escolher uma roupa bonita”, conta a psicóloga Maria Imaculada Carvalho. Se de um lado o capacete protege a cabeça, de outro desalinha os cabelos escovados. O vento é outro vilão, por ajudar a desfazer a maquiagem. Para tais inconvenientes, a solução é ter à mão um kit beleza. “Estaciono a moto e já retoco a maquiagem e ajeito o cabelo”, conta a faturista Ana Carolina Gardini.

A moça, que utiliza a moto para ir do trabalho às baladas, conta ainda que escolheu o modelo scooter pela economia, pela possibilidade de pilotar com salto alto e ainda pelo fato de a moto dispor de um bagageiro, onde guarda bolsa e nécessaire.

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Artigo da
Revista Metrópole de 10/02/2008 
Reportagem de Eduardo Gregori ( gregori@rac.com.br  )
Postado neste blog por Maria Imaculada