Dicas de Viagem

Visconde de Mauá, Maringá e Maromba!

A última vez que fomos a Visconde de Mauá, há 7 anos atrás, a estrada ainda era de terra! Desta vez pudemos conferir a bela estrada parque asfaltada que liga Penedo a Visconde de Maúa e continua até Maringá e Maromba, pequenas vilas distantes cerca de 6 km da vila principal de Visconde de Mauá, com cerca de 6 mil habitantes.

Visconde de Mauá - RJ

Na região de Mauá, o turista tem à sua disposição mais de 100 pousadas e dezenas de restaurantes, alguns muito bem cotados no ranking da boa comida feito pelo Guia 4 Rodas.

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A região é coberta com uma belíssima mata em área de preservação ambiental incrustada  na serra da Mantiqueira a cerca de 1200 metros de altitude. Os turistas dispõem de inúmeras atrações como belas cachoeiras, rios de águas cristalinas  e vales com natureza preservada além de uma variada gastronomia.

Museu Duas Rodas, Visconde de mauá, RJ

Uma das atrações que devem ser visitadas em Visconde de Mauá é o Museu Duas Rodas que possui um acervo de mais de 300 motos e bicicletas.  A coleção foi iniciada há 30 anos pelo seu idealizador Robson Pauli, sendo considerada hoje uma referência em motocicletas raras.

Museu Duas Rodas, Visconde de Mauá, RJ

Museu Duas Rodas, Visconde de Mauá, RJ

O Museu está Localizado em um acesso de terra a partir da estrada que liga Visconde de Mauá a Maringá, após rodar 4 km na estrada de terra chega-se ao Museu que fica ao lado das “Corredeiras do Alcantilado”, uma  área de lazer que possibilita contato com a natureza e com inúmeras atrações de esportes radicais (Tirolesa, Estilingue, Pull-Scale, Pendulo, Arvorismo, Boia-Cross, Orbital-Giroscópio, etc.).  Havendo disponibilidade de tempo, vale a pena o visitante levar roupa de banho e aproveitar a ida ao Museu Duas Rodas e curtir também a natureza e os esportes nas Corredeiras do Acantilado (mais informações no site http://www.museuduasrodas.com.br ).

Nesta nossa visita a Mauá,  como estávamos com o nosso Yorkie Johnny, ficamos na Pousada Recanto da Serra onde pets são bem vindos…aliás praticamente todos os restaurante que fomos (Gosto com Gosto, Casa de Pedra, Ratatouille, etc.) aceitam a entrada de turistas com pets.

Restaurante Gosto com Gosto
Rua Wenceslau Braz 148 Visconde de Mauá – Resende – RJ
Tel: (24) 3387.2004 e 3387.1382

Restaurante Ratatouille
Alameda Gastronômica, Maringá – MG
Tel: (24) 9856-1502

Resaturante Casa de Pedra
Alameda Gastronômica, Maringá – MG
Tel: (24)9822-7129

Pousada Recanto da Serra
Al. Gsatronômica, Maringá – MG
Tel: (24) 3387-1498 e 9831-7587


Texto: José Maria

Viver Mais a Vida: 3 anos na estrada com 100 Mil visitas de amigos!

Neste mês de maio estamos alcançando em nosso Blog a marca de 100.000 visitas feitas nos  3 anos de existência do Blog. Para comemorar, resumimos abaixo alguns dos melhores posts do Blog!

Loja Tennessee Campinas Harley DavidsonNova Loja Harley Campinas – Abril/2011

Este é o artigo com mais visitas de todo o Blog, com uma marca de 6 mil acessos desde abril de 2011! Veja o emocionante Vídeo feito no dia da inauguração da Loja Tennesse Campinas Harley Davidson, quando os integrantes do HOG Campinas saíram em suas motos, em enorme comboio, até a loja em Sousas, Campinas!

Fazendo arte em inhotim Fazendo Arte em Inhotim – Maio/2013

Dicas, relatos e fotos da visita feita pelo casal José Maria e Imaculada em maio/2013 no Centro de Arte Contemporânea Inhotim na cidade de Brumadinho/MG próximo a Belo Horizonte. São dadas dicas de como visitar Inhotim, como otimizar a visita de forma que ela possa ser feita em 2 dias, dicas de hoteis, pousadas e restaurantes.

Viagem de Harley pelo Canadá – Junho de 2012

Dicas, relatos e fotos da viagem de moto que 5 casais, integrantes do PHD e do Tennessee Campinas HOG Chapter, fizeram em Junho de 20012 pelos Parques e Lagos das Montanhas Rochosas Canadenses passando pela Icefields Parkway, Lake Louise, Banff, Jasper, Victoria e Vancouver.

Viagem de moto ao Atacama – Abril de 2011

Dicas, relatos e fotos  da viagem de moto que 3 casais, integrantes do PHD e do Tennessee Campinas HOG Chapter, fizeram em abril de 20011 até o deserto do Atacama passando pelo altiplano da Cordilheira dos Andes, descendo a costa clilena até Santiago e retornando ao Brasil via Mendoza.

Viagem de moto à Patagônia – Outubro de 2009

Dicas, relatos e fotos da viagem de moto que 4 casais, integrantes do PHD e do HOG Chapter Campinas, fizeram em outubro e novembro de 2009 até o sul do Chile passando pela Cordilheira dos Andes, região dos Vulcões e Lagos Andinos, retornando por Bariloche e Buenos Aires.

Viagem ao Chile de Harley-Davidson – Novembro de 2008

Dicas, relatos e fotos da viagem que 6 casais, integrantes do PHD e do HOG Chapter Campinas, fizeram em motocicletas Harley Davidson até Santiago do Chile, cruzando a Cordilheira dos Andes e retornando por Mendoza, Buenos Aires, Montevideo e Punta del Este.

EUA Western Frontier Journey – Setembro de 2007

Dicas, relatos e fotos da viagem que 4 casais, integrantes do PHD e do HOG Chapter Campinas, fizeram de moto pelo Oeste americano, visitando o Yellowstone National Park, o Devil´s Tower Monument, o Mount Rushmore, o Rocky Mountain National Park e diversas cidades dos EUA.

Harley Davidson Route 66 Journey – Maio de 2006

Dicas, relatos e fotos da viagem que 5 casais, integrantes do PHD e do HOG Chapter Campinas, fizeram de moto pela Rota 66 passando pelos estados da California, Nevada, Utah e Arizona. Visitando o Zion National Park, o Grand Canyon National Park e o Lake Powell.

Estrada Real: Diamantina até Serro

Estrada-Real-LogoReservamos o dia para fazer um trecho de cerca de 65 km da Estrada Real, partindo de Diamantina até a cidade histórica de Serro, passando por algumas pequenas vilas como Milho Verde.

Nosso plano era retornar no final da tarde para Diamantina para participar da Vesperata no dia seguinte.

Estrada Real perto de Diamantina

Saímos de Diamantina pela manhã e pegamos a Estrada Real que é de terra até Milho Verde. Paramos para tirar algumas fotos, incluindo os famosos marcos da Estrada Real.

Milho Verde

Marco da Estrda RealApós passarmos por belos trechos da Estrada Real, subindo e descendo montanhas da Serra do Espinhaço,  passamos pelos povoados de Vau e São Gonçalo do Rio das Pedras antes de chegar em Milho Verde.

Em Milho Verde fomos primeiro visitar a  pequena, mas famosa, capela de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos que foi utilizada em clipe de divulgação de disco do cantor Milton Nascimento.

A partir da Capela e de seu belo pátio gramado no alto de uma pequena colina,  tem-se  uma bela vista das montanhas nos arredores. A Capela foi construída no século XIX por escravos, sendo atualmente o cartão postal de Milho Verde.

capela de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

Milho Verde está a 1.120 metros de altitude e fica a 23 km da cidade histórica de Serro, da qual é distrito. A população é de cerca de 500 moradores no povoado e 1200 na área rural. As casas são simples com  algumas ruas cobertas com grama verde que dá um charme especial ao povoado. Infelizmente existem algumas casas históricas que foram modificadas ou ruíram por falta de conservação.  O povoado de Milho Verde também é famoso  por suas belezas naturais sendo cercado por belas cachoeiras e morros da serra do Espinhaço.

Chafariz de Milho Verde

O nome Milho Verde vem do fato das lavras da região terem pertencido ao português Manoel Rodrigues Milho Verde, natural de Moinho em Portugal. O lugarejo foi um antigo ponto de controle de impostos, sendo a rua do Quartel assim chamada por ter um quartel e posto fiscal para vigiar a passagem de pessoas e mercadorias pela Estrada Real.

Em pleno século XX ainda existia garimpo na região.  Garimpeiros com dragas e bombas, desviaram cursos de rios e revirando cascalhos causaram vários danos ecológicos na região. Atualmente, a mineração na região é proibida.

O povoado de Milho Verde foi descoberto para o turismo na década de 80 e atualmente os moradores do lugarejo praticamente vivem do turismo, com o desafio de explorar o potencial turístico ao mesmo tempo preservar as belezas naturais e históricas do lugar.

Trecho asfaltado da Estrada Real entre Milho Verde e Serro

Após darmos uma volta por Milho Verde  e visitar o antigo chafariz, almoçamos em um restaurante simples e rumamos para a cidade histórica de Serro pela Estrada Real, já asfaltada neste trecho. A paisagem muda um pouco neste trecho, primeiramente porque o asfalto tira o charme da estrada e segundo porque a flora fica mais verde e mais densa com trechos de  mata bem fechada.

Vista Capela de Santa Rita em Serro

Serro

Ao chegarmos de Milho Verde entramos pela parte alta da cidade do Serro e antes de descermos as ladeiras paramos na Capela de Santa Rita, que é o cartão postal da cidade. A capela fica na parte alta da cidade tendo uma enoooorme escada que dá na parte baixa junto ao centrinho da cidade. Tiramos fotos na parte de cima ao lado da Capela e fomos de carro para a parte baixa da cidade onde tiramos mais fotos da Capela no topo do morro e do conservado casario colonial da cidade.

Capela SaCapela Santa Rita, cartão postal de Serro

A pequena cidade de Serro tem hoje cerca de 21 mil habitantes, é cercada por serras, rios e cachoeiras, sendo uma excelente dica para quem gosta  de cidades históricas e ecoturismo. As origens da cidade são do início do século XVIII em um arraial que centralizava a exploração de ouro na região.

Casario de Serro

O primeiro nome foi   Arraial do Ribeirão das Minas de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro do Frio. Em 1714 o povoado recebeu oficialmente o nome de “Vila do Príncipe” pelo governador da capitania de Minas Gerais. Em  1720 passou a sede da comarca do Serro do Frio  que abrangia todo o norte-nordeste da capitania. Em 1838, a vila foi elevada à categoria de cidade, com o atual nome de Serro.

Casario da cidade de Serro

As minas de ouro e diamantes foram exploradas exaustivamente durante quase cem anos. No início do século XIX, com a decadência da mineração, a pecuária e a agricultura de subsistência se desenvolveram de forma precária. No final do século XIX, o Serro não conseguiu se integrar com a malha ferroviária e se isolou ainda mais, dificultando o seu desenvolvimento.

O isolamento de certa forma ajudou a conservação do patrimônio histórico da cidade que, em 1938, teve o seu acervo histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Após visitarmos as igrejas e o casario, antes de  retornamos para Diamantina, paramos para um café mineiro com bolo de fubá!  Nossa viagem de volta foi por um belo caminho alternativo, com 86 km de asfalto, passando pela cidade histórica de Datas.

 


Texto: José Maria e Imaculada

Reflexos de Diamantina, MG

 

Diamantina com Serra dos Cristais

Nossa visita a Diamantina estava planejada há algum tempo! Estávamos estimulados pelo grande número de vezes que estivemos na região histórica de Minas (circuito Tiradentes-Ouro Preto) e queríamos muito conhecer novas cidades históricas mineiras e conhecer a região da Estrada Real próximo de Diamantina.

Após uma visita de 2 dias ao Centro de Arte Contemporânea de Inhotim, saímos pela  manhã da pequena cidade de Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte, rumando para Diamantina  cerca de 300 km de distância.

Por ser um dia de semana e véspera de feriado, pegamos um longo congestionamento na cidade de Contagem e chegamos no meio da tarde em Diamantina.

 

Serra do Espinhaço próximo à Diamantina

A região da Serra do Espinhaço, onde fica Diamantina, é muito bonita com montanhas e vales que podem ser vislumbrados logo após a subida da serra, depois de passar pela cidade de Curvelo.

Centro Histórico de Diamantina

Chegando em Diamantina, descemos por ladeiras íngremes com calçamento de pedras coloniais até o centro da cidade. Como o centro ainda fica num ponto alto, era possível ver, no mesmo nível do casario, as montanhas da Serra dos Cristais que circunda a cidade.

Diamantina

Ficamos no centrinho de Diamantina, na ótima Pousada Vila do Imperador com praticamente todos os lugares de interesse  nos arredores da Pousada. No final da tarde pudemos curtir um por do sol deslumbrante que deixou dourada a Serra dos Cristais atrás do casario colonial.

Casario de Diamantina

Fiquei especialmente impressionado com a conservação e a estética do casario colonial da cidade. Na minha opinião é o mais preservado de todas as cidades históricas mineiras. Embora o município já tenha uma população de mais de 45 mil habitantes, o casario colonial se manteve intacto.

Passadiço da Glória em Diamantina

Visitamos as principais igrejas e museus, além de visitar o famoso “Passadiço da Glória”, um verdadeiro símbolo de Diamantina. O Passadiço foi construído entre 1750 e 1800 unindo o segundo pavimento de 2 casas, por onde as internas do colégio que ali estava instalado transitavam, evitando o contato com os moradores da cidade. Inicialmente pertenceu à Coroa Portuguesa, sendo adquirido por Dona Josefa Maria da Glória, daí veio a denominação de “Casa da Glória”. Atualmente é sede do Centro de Geologia Eschwege,  propriedade do Instituto de GeoCiências da Universidade Federal de Minas Gerais.

Vista do Mercado Municipal de DiamantinaDiamantina é terra natal do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek e da famosa Chica da Silva (1732-1796), havendo museus abertos ao público nas respectivas casas onde moraram na cidade. Chica da Silva, era uma escrava alforriada esposa de João Fernandes de Oliveira, um dos homens mais ricos do Brasil na era colonial.

A cidade é o início  da Estrada Real, um dos roteiros culturais e turísticos mais famosos do Brasil e faz parte do circuito turístico dos Diamantes.

Reservamos o dia seguinte para um passeio de carro pela Estrada Real até a cidade histórica de Serro, passando pelo famoso  povoado de Milho Verde.

Vesperata em Diamantina

Diamantina é famosa por suas serestas e vesperatas. Atualmente a Vesperata é um evento que ocorre uma vez por mês num sábado. Coincidimos nossa visita à cidade com a Vesperata de Maio/2013 e pudemos conferir a animação da festa, onde os  músicos se apresentam tocando seus instrumentos nas janelas e sacadas dos velhos casarões para o público que assiste nas ruas da cidade. Recomendamos  o evento,  pela oportunidade de comer uma autêntica comida mineira sentado numa mesa na parte externa de um restaurante, enquanto se assiste o animado evento curtindo a música…sensacional!

Veja abaixo o vídeo com imagens da Vesperata de maio/2013:


Texto: José Maria e Imaculada

Fazendo arte em Inhotim

Já faz algum tempo que eu e a Imaculada estávamos programando uma visita ao Centro de Arte Conteporânea Inhotim. O Centro é  localizado na cidade de Brumadinho a 60 km de Belo Horizonte e foi  idealizado por Bernardo Paz, um empresário do setor siderúrgico que, com a abertura do Inhotim, formou o mais importante acervo de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte contemporânea ao ar livre do mundo. Ficamos sabendo que o nome Inhotim vem de “Nhô Tim”, como era chamado o Senhor Timothy, um inglês que era responsável por uma mineradora que existiu no local no século XIX.

Jardins de Inhotim

Em 2006, Bernardo Paz abriu o local para a visitação do público em geral, criando o Instituto Inhotim. Hoje o acervo do Inhotim tem mais de 500 obras de artistas brasileiros e estrangeiros, entre os quais Hélio Oiticica, Tunga,  Cildo Meireles, Vik Muniz, Ernesto Neto, Matthew Barney, Doug Aitken, Chris Burden, Yayoi Kusama, Paul McCarthy, Zhang Huan, Valeska Soares, etc.

Inhotim - Galeria da artista Adriana Varejão

Inhotim: Galeria da artista Adriana Varejão

O local é imenso, necessitando pelo menos 2 dias para ser visitado! Possui um terreno acidentado com área total é de 786  hectares (tamanho de 1000 campos de futebol), com  jardins projetados por Burle Max e uma  área de preservação com  mata nativa.

Cisnes em Inhotim

Existe na área de visitação do Inhotim um  jardim exuberante com  inúmeras galerias de artes, obras de arte ao ar livre,  restaurantes, muita mata nativa e cinco maravilhosos  lagos com  águas azuis.

Obra do artista Hélio Oiticica no Inhotim

Devido à exuberante flora, em 2011 o Instituto Inhotim recebeu do Ministério do Meio Ambiente a classificação oficial de jardim botânico com  mais de 4.300 espécies de plantas, entre as quais mais de 1.500 espécies de palmeira, formando a maior coleção de palmeiras do mundo.

Obra do artista Chris Burden no Inhotim

Obra do artista Jarbas Lopes

O Inhotim fica aberto de terça a domingo,  inclusive nos feriados. O ingresso custa R$14,00 (meia entrada) e R$28,00 (inteira), sendo que às terças a entrada é gratuita.

No interior do Inhotim existem carrinhos elétricos (semelhantes aos de campo de golfe)  com condutores que levam os visitantes para as Galerias e obras de arte mais distantes. O ticket para o carrinho deve ser comprado na entrada do Inhotim e custa R$20,00 para andar quantas vezes quiser durante um dia inteiro.

Embora caminhar pelo Inhotim seja uma experiência fantástica, para quem esteja com tempo limitado para a visita, recomendamos comprar o ticket de transporte, pois só assim é possível visitar o Inhotim em 2 dias…sem o carrinho  são necessários pelo menos 3 dias!

Um dos lagos de Inhotim

Lago de Inhotim

Outro lago de Inhotim

Nós compramos o Ticket do carrinho apenas para o primeiro dia e concentramos neste dia a visita em todas as Galerias distantes. No segundo dia visitamos as Galerias e obras de arte que ficam no circuito que tem que ser feito obrigatoriamente à pé (o carrinho não passa pela parte central do Inhotim!).

Obra do artista Edgard Souza no Inhotim

Obra do artista Edgard Souza no Inhotim

Almoçamos no restaurante Oiticica que fica dentro do Inhotim. A comida é de qualidade e o atendimento é impecável. No restaurante o visitante pode optar pelo sistema de buffet (R$49,00/kg) ou por pratos à La carte. Nós optamos pelo buffet nos dois dias que almoçamos no restaurante Oiticica e adoramos a comida!

Obra dos artistas John Ahearn e Rigoberto Torres no Inhotim

A cidade de Brumadinho ainda não conta com hotéis em quantidade suficiente para atender a demanda dos visitantes de Inhotim, por isso é comum muitos visitantes se hospedarem em hoteis de Belo Horizonte.

Chalé da Pousada Dona Carmita

Chalé da Pousada Dona Carmita

Nós ficamos na Pousada Dona Carmita onde as instalações, apesar de simples, eram muito boas com ótimo atendimento. A Pousada Dona Carmita tem um bom restaurante que abre para almoço e jantar. Optamos pelo restaurante da Pousada no jantar, pois em Brumadinho tem  poucas opções de restaurantes.

Realmente Inhotim é um lugar único…coisa de primeiro mundo! Muito organizado, funcionários treinados para um atendimento de alto nível, tudo muito limpo, restaurantes com comida nota 10 e principalmente obras de arte de grandes artistas nacionais e estrangeiros…Após conhecer Inhotim eu e a Imaculada, sentimos muito orgulho de sermos mineiros!

Assista abaixo o Vídeo oficial do Inhotim!

Veja o Making Of do Vídeo do Inhotim

Centro de Arte Contemporânea Inhotim
Rua B, 20, Inhotim, Brumadinho, MG, Brasil
Tel: +55 31 3571.9700   e-mail: info@inhotim.org.br
Horário: Terça, Quarta, Quinta e Sexta 9:30 às 16:30. Aos Sábados, Domingos e feriados de 9:30 às 17:30.

Pousada Dona Carmita
Rodovia MG 040 Km 49, 1508 – Brumadinho – MG – Brasil
Tel: 31 3571-3862   e-mail: contato@pousadadonacarmita.com.br


Texto: José Maria e Imaculada

Vídeo da Viagem de Harley pelo Canada em 2012

Viagem de Harley no Canada 2012

Veja o vídeo COMPLETO com o registro da viagem em motocicletas Harley-Davidson feita pelos integrantes do Tennessee Campinas H.O.G. Chapter (José Maria/Imaculada, Betão/Marli, Geraldo/Solange, Jeferson/Maria Helena  e Tobias/Tânia) pelas montanhas, lagos e parques da parte oeste do Canadá.

A duração total do Vídeo é de 20 minutos sendo o resumo de mais de 16 horas de gravações feitas em 4 câmeras (incluindo 2 GoPro)…. No vídeo são mostradas imagens do grupo em suas motocicletas pelas cidades Vancouver, Merrit, Kelowna, Lake Louise, Banff, Jasper, Golden, Revelstoke e Victoria.

O vídeo mostra o grupo passando pela mais bela estrada do mundo, a Icefields Parkway, e  por inúmeros desafios que aumentaram a adrenalina da viagem: muito frio, muita chuva, 2 avalanches que interromperam o caminho forçando a uma mudança no percurso inicialmente planejado, ursos na estrada e travessias em balsas com as motos pelos lagos Canadenses…tudo isso pode ser conferido no Vídeo!!!  Os detalhes da viagem já foram postados neste Blog em Junho/2012 com as fotos disponibilisadas em nossa página Viver mais a Vida no Facebook.

Vejam abaixo o vídeo COMPLETO da viagem:

Este vídeo é uma excelente dica  para todos os nossos amigos Harleyros que pretendam, algum dia, fazer de moto o mesmo trajeto de viagem no Canadá!!!


Texto: José Maria

Canada 2012 Ride: Retorno ao Brasil

Indice da Viagem Canada Western Lakes Harley Ride 2012

Canada 2012 Ride: retorno ao Brasil
Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat
Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour
Canada 2012 Ride: Chuva, Frio e 2 Avalanches
Canada 2012 Ride: de Harley até o Maligne Lake
Canada 2012 Ride: nossas Harleys na Icefields Highway
Canada 2012 Harley Ride: Moraine Lake e Banff
Canada 2012 Ride: o magnífico Lake Louise
Canada 2012 Ride: enfim, com as motos na estrada!
Canada 2012 Ride: Vancouver
Canada 2012 Ride: passeio até Niagara Falls
Canada 2012 Ride: início da viagem em Toronto
Canada 2012: embarcando em Guarulhos!
Canada 2012: Western Lakes Harley Ride

Aproveitamos a manhã do dia 29 de junho para descançar e dormir um pouco mais no hotel em Vancouver.

Após o café da manhã aproveitamos o tempo bom para passear a pé pela cidade, fotografando prédios e monumentos interessantes. Ao meio dia saímos do hotel para o aeroporto onde almoçamos antes de pegar o avião para o Brasil. Antes de embarcar torramos o final dos dolares canadenses em traquitanas como acessórios para iPAD, chocolates, balas, etc.

Embarcamos às 3:00hs da tarde rumo à Toronto e fizemos uma escala de 1:30hs antes de tomar o avião rumo ao Brasil. Chegamos em São Paulo às 11:30hs da manhã do sábado e após os desembaraços de bagagens e freeshop pegamos uma VAN que nos aguardava no aeroporto para o retorno à Campinas!

Chegada em Guarulhos

Agradecimentos

Iniciamos a viagem sem o Hélio e Cristiana, que com certeza fizeram falta na viagem…lembramos deles inúmeras vezes, sempre nos momentos alegres e descontraídos onde o casal, sem dúvida, tem o seu ponto forte!  Prestamos aqui nossa homenagem ao casal que participou das reuniões e churrascos de planejamento de toda a viagem, mas que por uma fatalidade não puderam participar devido ao acidente no sábado 09 de junho, quando o Hélio atropelou um cachorro na avenida Norte e Sul em Campinas, resultando em queda da moto e  ferimentos que impediram a sua ida ao Canadá!

Gostaríamos de fazer agradecimentos à todos que, de alguma forma, contribuíram para tornar ainda melhor a viagem:

  • Primeiramente, agradecemos ao nosso Anjo da Guarda  que foi a 13ª estrela no logotipo da nossa Viagem! A viagem transcorreu sem incidentes que pudessem colocar em risco a nossa segurança!
  • Ao José Maria pelo trabalho de planejamento de toda a viagem  e por ter conduzido o grupo em segurança, como Road Capitain por toda a viagem!
  • Ao Tobias que gentilmente se ofereceu para conduzir a VAN no trecho que seria do Hélio (que não foi à viagem por ter sofrido acidente no sábado anterior ao início da viagem).
  • À Tânia, sempre pronta para configurar o seu GPS, nos auxiliando nas horas que necessitamos  de auxílio na direção a ser tomada!
  • Ao José Maria (design), ao Hélio, Tânia e Cebola pela operacionalização da confecção da camiseta da viagem!
  • Ao Jeferson por ter gentilmente se oferecido para conduzir a VAN pela Icefield Parkway, a parte mais bonita do nosso passeio, na qual todos estavam ansiosos para andar de moto!
  • À Silvia e Patrícia da SM Tur, pelo apoio na operacionalização das reservas de Motos, Hoteis e Vôos.
  • Finalmente, agradecemos às nossas Queridas que ficaram  toda a viagem juntinho à nós em nossa garupa durante os momentos de chuva e de frio…mesmo havendo espaço sobrando na VAN!

 

 


 

Texto: José Maria

Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat

Indice da Viagem Canada Western Lakes Harley Ride 2012

Canada 2012 Ride: retorno ao Brasil
Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat
Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour
Canada 2012 Ride: Chuva, Frio e 2 Avalanches
Canada 2012 Ride: de Harley até o Maligne Lake
Canada 2012 Ride: nossas Harleys na Icefields Highway
Canada 2012 Harley Ride: Moraine Lake e Banff
Canada 2012 Ride: o magnífico Lake Louise
Canada 2012 Ride: enfim, com as motos na estrada!
Canada 2012 Ride: Vancouver
Canada 2012 Ride: passeio até Niagara Falls
Canada 2012 Ride: início da viagem em Toronto
Canada 2012: embarcando em Guarulhos!
Canada 2012: Western Lakes Harley Ride

No dia 28/06 saímos cedo do hotel rumo a Vancouver, tomando o Ferry-Boat em Swartz Bay distante 35 km de Victoria. O casal que conduz a VAN desde a saída de Merrit é o José Maria/Imaculada que acumulou a função de Road Capitain neste trecho.  Embarcamos a VAN e as motos no Ferry Boat e nos o preparamos para a demorada travessia de cerca de 1:40hs.

Balsa em Swartz Bay

Chegando no Tsawwassen Ferry Terminal do lado do continente,  após desembarcar a VAN e as Harleys, fomos direto à Eaglerider em Richmont entregar as motos alugadas.

Após a entrega formal das motos, rumamos na VAN e em um taxi para Vancouver onde pernoitamos no mesmo Hotel que ficamos na chegada.

Almoçamos num restaurante grego próximo ao Hotel e a  noite foi livre, cada um fazendo seu prório programa na cidade.

A nossa saída para o Brasil está prevista para amanhã à tarde, com uma escala em Toronto.

Motos embarcadas no Ferry Boat


Texto: José Maria

Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour

Indice da Viagem Canada Western Lakes Harley Ride 2012

Canada 2012 Ride: retorno ao Brasil
Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat
Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour
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Canada 2012 Ride: enfim, com as motos na estrada!
Canada 2012 Ride: Vancouver
Canada 2012 Ride: passeio até Niagara Falls
Canada 2012 Ride: início da viagem em Toronto
Canada 2012: embarcando em Guarulhos!
Canada 2012: Western Lakes Harley Ride

Saímos de Merrit às 8:00hs da manhã  e chegamos em Victoria no meio da tarde após serpenteamos a Hwy  5  e 1 com as Harleys, passando por belos vales e picos nevados com a temperatura chegando a 5 graus. Durante toda a viagem o tempo foi nublado com chuva em vários trechos do trajeto.

Chuva na estrada entre Merrit e Victoria

Chuva na estrada entre Merrit e Victoria

Paramos na loja Harley-Davidson da cidade de Chilliwack para comprar camisetas. Em Tsawwassen embarcamos a VAN e as Harleys em um Ferry-boat com destino à cidade de Shwartz Bay na ilha onde fica a cidade de Victoria, que é o nosso destino neste trecho da viagem.  Chegando em Shwartz Bay, após desembarcarmos a VAN e as motos, rumamos na direção sul até Victória, onde chegamos no meio da tarde  com um belo céu azul com nuvens. Fomos para o nosso Hotel, o Fairmont Empress, e após descarregarmos as malas saímos de VAN para um City Tour pela cidade e em seguida fomos fazer compras em um Shopping Center.

Hotel Fairmont Empress em Victoria

Fundada em 1843, Victoria foi durante o primeiro século de existência a maior e principal cidade do oeste do Canadá.  Atualmente Vancouver é a  maior cidade da região, com cerca de 500 mil habitantes, mas Victoria com seus 70 mil habitantes é a capital do estado de British Columbia.

Existe uma grande diferença na arquitetura entre as cidades de Vancouver e Victoria. Enquanto Vancouver se verticalizou nas últimas décadas, com seus modernos edifícios, Victoria manteve  seu estilo original, de prédios  baixos com  arquitetura da época vitoriana.  A construção mais famosa da cidade é o  prédio do Parlamento da British Columbia, com seus mais de 100 anos de existência é um prédio  imponente com mais de  150 metros de fachada.  Além da beleza externa o prédio guarda no seu interior belo acervo que pode ser visitado diariamente de forma  gratuita (solicite na entrada o “Free tour ticket”) em uma tour guiada que acontece a cada 30 minutos em horário comercial.

Prédio do Parlamento em Victoria

Em Victoria, nós ficamos hospedados em uma outra imponente construção da cidade: o Hotel Fairmont Empress, localizado ao lado do Parlamento. O prédio do hotel foi construído no início do século passado, e conta com mais de 450 quartos, muitos deles já frequentados por artistas, celebridades e membros da família real britânica.

Galera em frente ao Hotel Fairmont Empress

Localizada há poucas quadras do Hotel Empress, fica  a região de Chinatown com diversas lojinhas e restaurantes chineses. Vale a pena passear na região e se possível comer nos inúmeros restaurantes.

Atrás do Parlamento, a poucas quadras de distância fica a imponente catedral de Christ Church, considerada uma das maiores igrejas do Canadá. A catedral é  em estilo gótico e foi contruída toda em pedra com um impressionante vão em seu interior iluminado por grandes vitrais.

Butchart Gardens

Butchart Gardens

No dia seguinte saímos de moto para ir ao  Butchart Gardens distante cerca de 20 km do centro da cidade. Antes passamos na loja HD de Victoria que fica no caminho. O butchart Gardens é um  impressionante conjunto de jardins floridos que recebem mais de um milhão de visitantes por ano. Na temporada de verão e durante a época natalina o lugar tem uma  grande variedade de entretenimento, com concertos  musicais de jazz à música clássica sendo que nas noites de sábados há uma queima de fogos de artifício sincronizada com trilhas sonoras da música clássica.


Texto: José Maria

Canada 2012 Ride: Chuva, Frio e 2 Avalanches nas Estradas Canadenses

Indice da Viagem Canada Western Lakes Harley Ride 2012

Canada 2012 Ride: retorno ao Brasil
Canada 2012 Ride: Vancouver de Ferry Boat
Canada 2012 Ride: Victoria Harley tour
Canada 2012 Ride: Chuva, Frio e 2 Avalanches
Canada 2012 Ride: de Harley até o Maligne Lake
Canada 2012 Ride: nossas Harleys na Icefields Highway
Canada 2012 Harley Ride: Moraine Lake e Banff
Canada 2012 Ride: o magnífico Lake Louise
Canada 2012 Ride: enfim, com as motos na estrada!
Canada 2012 Ride: Vancouver
Canada 2012 Ride: passeio até Niagara Falls
Canada 2012 Ride: início da viagem em Toronto
Canada 2012: embarcando em Guarulhos!
Canada 2012: Western Lakes Harley Ride

Saímos pontualmente às 7:00hs de Jasper, com a VAN sendo conduzida neste trecho pelo casal Tobias/Tânia e como Road Capitain o José Maria na sua Elektra Glide. Ao saímos do hotel ficamos sabendo pelo funcionário do Check-out que a Highway 16 foi interrompida por uma avalanche antes do entroncamento com a Highway 5 ….

Resolvemos acrescentar mais 200 km ao trecho e fomos pela Highway 1 passando novamente pela Icefields Highway. Ao entrarmos no Jasper National Park ficamos sabendo que a Highway 1 também estava obstruida por Avalanche entre Revelstoke e Sicamous….decidimos, mesmo assim, ir pela Highway 1 esperando que ela seria liberada antes de alcancarmos o ponto de obstrucao! Resultado: depois de andarmos mais de 400 km na chuva, ao chegarmos em Revelstoke (a última cidade da Highway 1 antes do ponto de obstrucao) tivemos que ficar para pernoitar visto que o prazo para a liberação da estrada era na segunda-feira ao meio dia, sem certeza da liberação!

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Neblina na estrada

A viagem de Jasper a Revelstoke foi como muito frio no início e muita chuva no final. A temperatura chegou a cerca de 5 graus próximo do Icefields Columbia e a chuva começou a cair 50 km depois, nos acompanhando até Revelstoke. Com a alteração de rota devido à avalanche e ao erro na saída de Lake Louise para Jasper dois dias atrás, passamos 4 vezes pelo trecho entre Lake Louise e Golden, com belíssima paisagem com picos nevados…

Com a incerteza na liberação da estrada, decidimos alterar o plano de viagem cancelando Kamloops e Whistler e fizemos no dia seguinte um caminho alternativo para Vancouver, passando por Nakusp e Vernon. Acostumados com a beleza da região da Icefields Parkway num dia com sol e céu azul na nossa viagem na sexta-feira passada, demoramos um pouco para acostumarmos com o visual da estrada cheia de neblina que dificultava enchergar os picos com neve das montanhas e a falta do contraste do céu azul! Com a alteração do trajeto seguimos pela Highway 23 e 6 entre Revelstoke, Nakusp, Vernon e kelowna. Pegamos uma travessia de balsa no Upper Arrow Lake, na Highway 23 entre Revelstoke e Nakusp e outra travessia de balsa na Highway 6 entre Nakusp e Vernon…devido às avalanches haviam longas filas de espera para as balsas!

A Highway 6 é uma bela estrada com paisagem exuberante e muitas curvas fortes que nos obrigou a andar mais devagar, principalmente pela alternância de curvas de baixa e alta velocidade…haviam “cotovelos” onde foi necessário abaixar a velocidade para menos de 20 km/h!!! O Road Capitain neste trecho foi o José Maria na sua Elektra e o motorista da VAN foi o Betão e Marli.

Na fila para a Balsa entre Revelstoke e Nakusp, com a Rachel e o Rambo

Comemos rapidamente um sanduiche em Vernon e continuamos nosso trajeto rumo a Hope! Entretanto, aguentamos tocar somente até Merrit onde pernoitamos após mais de 12 horas de viagem com chuva, muito frio, muita curva, desmoronamentos e 2 travessias de balsas que consumiram mais de 4 horas ds espera na fila…

Espera para a Balsa entre Nakusp e Vernon, na Highway 6

Na terça-feira de manhã rumamos debaixo de chuva para a ilha onde fica a cidade de Victoria. Neste trecho o José Maria/Imaculada foi o motorista da VAN.

Merrit a Victoria debaixo de Chuva

Após descarregarmos as motos e a VAN do Ferry, andamos por cerca de 30 km na ilha até a cidade de Victória! O céu na ilha estava azul com poucas nuvens, muito diferente do céu nebuloso do continente. Após deixarmos a bagagem no hotel fizemos um City Tour na VAN pela cidade e finalizamos o passeio com uma passada em um Shopping Center.

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Texto: José Maria